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terça-feira, 23 de agosto de 2022

MAM RIO: Programação ago-set/ Destaque Sessão especial Glauber Rocha, com debate, dia 26/08, às 18h30

MAM RIO: Programação ago-set/ Destaque Sessão especial Glauber Rocha, com debate, dia 26/08, às 18h30

 

A Cinemateca do MAM apresenta uma sessão especial de Deus e o diabo na terra do sol, em cópia restaurada em 4K. Considerado um marco do Cinema Novo, o filme representou o Brasil na seleção oficial de Cannes, de 1964. A sessão, que acontece no dia 26 de agosto, às 18h30, será seguida de uma conversa com o ator Othon Bastos; o diretor Walter Lima Jr.; a filha de Glauber, Paloma Rocha; o diretor de fotografia, Luís Abramo e o diretor Lino Meireles.

A Cinemateca do MAM é patrocinada pela Samambaia Filantropias.


PROGRAMAÇÃO
23 AGO 2022

ATOS DE REVOLTA

Tem exposição nova chegando ao MAM Rio. Com abertura em 17 de setembro, Atos de revolta: outros imaginários sobre independência, já movimenta as equipes do museu. A exposição parte do bicentenário da Independência do Brasil para pensar sobre levantes populares, motins e revoltas que antecederam a mudança de regime ou que ocorreram nas décadas subsequentes, por meio da arte contemporânea. No time de artistas: Arissana Pataxó, Ana Lira, Arjan Martins, Elian Almeida, Gê Viana, Glicéria Tupinambá, Gustavo Caboco Wapichana com Roseane Cadete Wapichana, Luana Vitra, Marcela Cantuária com as Brigadas Populares, Paulo Nazareth, Pedro Victor Brandão com Giseli Vasconcelos, Thiago Martins de Melo e Tiago Sant’Ana.

A exposição Atos de Revolta: outros imaginários sobre independência foi desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, e tem o patrocínio master da Livelo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


NAKOADA BOMBANDO!

Com curadoria de Beatriz Lemos e Denilson Baniwa, Nakoada: estratégias para a arte moderna é uma das mais importantes exposições da temporada. A mostra reúne obras de 27 artistas modernistas das coleções do museu, como Anita Malfatti, Cícero Dias, Djanira, Heitor dos Prazeres, Portinari, Tarsila do Amaral e Volpi, em diálogo com cerâmicas do acervo do Museu do Índio e trabalhos comissionados de Cinthia Marcelle, Coletivo Mahku, Novíssimo Edgar e Zahy Guajajara, além da tela “Pata Ewa'n - o coração do mundo”, do artista Jaider Esbell.

A exposição Nakoada: estratégias para a arte moderna é patrocinada pela Penn-Mellon Just Futures Initiative.


MINICURSO ESTUDOS VIVOS

De agosto a outubro, o programa Estudos vivos apresenta um curso tendo como pauta a mostra Nakoada: estratégias para a arte moderna, discutindo as relações entre arte, o modernismo brasileiro e a produção indígena contemporânea. São três encontros presenciais, sendo o primeiro (27 ago) uma conversa entre a pesquisadora e curadora Sandra Benites e o diretor artístico do MAM Rio, Pablo Lafuente. Em setembro, Beatriz Lemos, curadora adjunta do MAM Rio, fala com Denilson Baniwa, com quem divide a curadoria de "Nakoada". O curso é gratuito e acontece sempre aos sábados (27 ago, 24 set e 29.out), às 11h.


MAM RIO AGORA TAMBÉM NO TIKTOK

Siga o perfil do MAM Rio no TikTok! Semanalmente, são publicados diferentes conteúdos, como entrevistas com artistas e profissionais das artes, visitas mediadas pelas mostras em cartaz, bastidores das montagens das exposições e muito mais. Mesmo quem não tem o aplicativo pode assistir aos vídeos pelo computador ou celular.


NOVO HORÁRIO DE VISITAÇÃO AOS DOMINGOS

No mês de agosto, o museu amplia seu horário de visitação e passa a abrir de 10h às 18h às quintas, sextas, sábados e feriados. Aos domingos, o funcionamento é de 11h às 18h.
 
Outra novidade recente é o horário exclusivo para pessoas com deficiência intelectual, pessoas autistas ou com algum tipo de hipersensibilidade a estímulos visuais ou sonoros, todos os domingos, de 10h às 11h. A visitação conta com iluminação e sonoridades adequadas em todos os espaços expositivos, visando uma melhor experiência.

Nos feriados aos domingos, a visitação é de 11h às 18h.

O MAM tem entrada gratuita ou com contribuição voluntária.


Museu de Arte Moderna
Rio de Janeiro

Av Infante Dom Henrique 85
Parque do Flamengo
Rio de Janeiro Brasil 22021-140


       


Créditos: Visitantes em Nakoada. Foto Fabio Souza/MAM Rio | Estudos vivos, detalhe de obra de Anita Malfatti, Índia, 1917. | Deus e o Diabo na Terra do Sol (divulgação)



SERVIÇO: 
https://mam.rio/visite/ingressos/

Fonte: 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

sábado, 26 de outubro de 2019

Cineclube Sala Escura - Sessão Latina Cinemateca :'Dias de odio', de Leopoldo Torre Nilsson :: Dia 30/10, às 18h30

Cineclube Sala Escura - Sessão Latina Cinemateca :'Dias de odio', de Leopoldo Torre Nilsson :: Dia 30/10, às 18h30

Dia 30 de Outubro de 2019
Quarta-feira, às 18h30min

Cinemateca do MAM
Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo – Rio de Janeiro

ENTRADA GRATUITA

O Cineclube Sala Escura exibe um filme, baseado em um célebre conto de Jorge Luis Borges, que celebrizou o cineasta Torre Nilsson em seu começo de carreira.

Días de odio
Argentina, 1954
65min, P&B, leg. em Português
Direção e Roteiro: Leopoldo Torre Nilsson
Argumento: Jorge Luis Borges
Produção: Armando Bó
Fotografia: Enrique Walfisch
Som: Germán Szulem
Montagem: Rosalino Caterbetti
Música: José Rodríguez Fauré
Elenco: Elisa Galvé, Nicolás Fregues, Raúl del Valle, Duilio Marzio, Virginia Romay

Quando o ódio se converte em princípio. Emma Zunz é uma jovem solitária que, em certo dia, recebe uma carta que lhe noticia que seu pai se suicidou em uma prisão no Brasil. A partir de então, arquiteta uma vingança contra o empresário Plesner, ex-colega de trabalho de seu pai, a quem Emma atribui a responsabilidade pelo desfalque que motivou o encarceramento de seu pai e a ruína de sua família. Adaptação do célebre conto Emma Zunz, de Jorge Luis Borges, do livro El Aleph, publicado pela primeira vez em 1949 e que se converteu em uma das mais famosas histórias de vingança da literatura argentina.

Leopoldo Torre Nilsson foi um dos mais importantes cineastas latino-americanos, um artista fundamental na passagem do cinema clássico para o cinema moderno nas cinematografias latino-americanas. Nascido em Buenos Aires, em 1924, foi criado no meio cinematográfico, pois seu pai é o cineasta Leopoldo Torres Ríos. Estreia na direção com El crimen de Oribe (1950), mas é a partir de La casa del ángel (1957), que inicia a parceria com a sua esposa, a escritora e dramaturga Beatriz Guido, no roteiro. Ganha notoriedade internacional ao ganhar o prêmio da crítica em Cannes por La mano en la trampa (1961). Devido ao seu trânsito no meio literário argentino, adapta para as telas obras de vários escritores, como Borges, Arlt, Puig e Bioy Casares. Falece em Buenos Aires, em 1978. 

Cineclube Sala Escura é uma atividade de extensão da Plataforma de Reflexão sobre o Audiovisual Latino-Americano (PRALA), vinculada ao Laboratório de Investigação Audiovisual (LIA) da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Realização:

     


FONTE: CINECLUBE SALA ESCURA

segunda-feira, 9 de abril de 2018

RISCO CINEMA exibe Cores Radicais, de Len Lye, obra pioneira do cinema experimental

RISCO CINEMA exibe Cores Radicais, de Len Lye, obra pioneira do cinema experimental

A sessão, seguida de debate, acontece no próximo sábado, 14 de Abril, às 17hs, no auditório da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio (MAM-RJ). A entrada é franca. 

Para os interessados pela história do cinema e o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, aqui vai uma ótima dica: O filme "Cores Radicais" de Len Lye (1901 - 1980). O cineasta foi um nome importante do cinema experimental, além de escultor, pintor, teórico e escritor. Lye foi considerado o pioneiro do "filme direto", feito sem câmera, pintando e riscando imagens diretamente sobre o celulóide. Este programa apresenta um recorte de sua filmografia. 

Programa: Cores Radicais: Filmes de Len Lye *

A COLOUR BOX (1935), 4min
KALEIDOSCOPE (1935), 4min
THE BIRTH OF THE ROBOT (1936), 7min
RAINBOW DANCE (1936), 5min
TRADE TATTOO (1937), 5min
COLOUR FLIGHT (1938), 4min
SWINGING THE LAMBETH WALK (1939), 4min
COLOR CRY (1953), 3min
RHYTHM (1957), 1min
FREE RADICALS 1958 (1979), 4min
PARTICLES IN SPACE 1967-71 (1980), 4min
TAL FARLOW 1960 (1980), 2min




SERVIÇO:
Sábado 14 de Abril
17h - Sessão Risco Cinema

Auditório da Cinemateca
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

* Sessão gratuita e seguida de debate



Realização:
RISCO Cinema
Cinemateca do MAM


Fonte: Risco Cinema.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Cineclube Sala Escura apresenta duas Sessões Latinas no dia 21 de julho, no Rio e em Niterói

Cineclube Sala Escura apresenta duas Sessões Latinas no dia 21 de julho, no Rio e em Niterói




O filme mexicano "El Grito" (1968), de Leobardo López Arretche, será exibido às 18h30 na Cinemateca do MAM. Já o filme "Las Acácias"(2010),  de Pablo Giorgelli, uma co-produção Espanha/Argentina, tem sessão às 19h30, no CINEARTE UFF, seguido de debate.



O Cineclube Sala Escura – Sessão Latina exibe a principal obra sobre o movimento estudantil mexicano de 1968, que fremiu aquele país, às vésperas de sediar megaeventos, culminado em uma das piores tragédias de sua história recente.

El grito
México, 1968
102min, P&B, V.O.
Direção: Leobardo López Arretche


Um país em convulsão social às vésperas de sediar megaeventos. O movimento estudantil mexicano de 1968 visto por dentro. Durante os preparativos dos Jogos Olímpicos de 1968, as primeiras Olimpíada realizadas na América Latina, e da Copa do Mundo de 1970, a Cidade do México vê as suas ruas serem tomadas por jovens manifestantes descontentes com os rumos do país mobilizados por uma greve estudantil de caráter nacional. Seguindo a radicalização do movimento, os alunos do Centro Universitário de Estudos Cinematográficos da Universidade Nacional Autônoma do México (CUEC-UNAM) decidem ocupar a faculdade, seus equipamentos e instalações para filmar os agitados acontecimentos que ocorrem no país. Acuado frente a passeatas cada vez mais numerosas e com franco apoio da população, apesar das manipulações da grande mídia, o governo mexicano, sob a presidência de Gustavo Díaz Ordaz, põe fim à crescente onda de contestação com uma assustadora e traumática manobra - em 2 de outubro de 1968, faltando dez dias para a Abertura dos Jogos Olímpicos, o Exército cerca e dispara sobre os estudantes na Praça de Tlatelolco (ou Praça das Três Culturas). Até hoje não se sabe o número exato de vítimas, mas estima-se entre 200 a 1.500 mortos. Testemunhas afirmam ter visto guindastes recolhendo centenas de corpos, formando pilhas para serem incinerados.

Rapidamente, o cinema mexicano possui uma primeira obra sobre o massacre. Realizado clandestinamente, Aquí México (1970) é exibido dentro e fora do país sob autoria anônima (o filme é de Óscar Menéndez). No entanto, coube a Leobardo López Arretche, obcecado em dar forma às centenas de horas registradas em 16mm pelos alunos de cinema da UNAM, realizar o principal filme sobre o movimento estudantil, El grito. Diferente de outras faculdades e institutos politécnicos, o CUEC-UNAM, por ser pequeno e escondido, não foi invadido nem saqueado pelas tropas da repressão. Assim, sobreviveu o material fílmico com o qual López Arretche organizou a história do movimento estudantil de 1968, separando-o em quatro blocos (“Julho”, “Agosto”, “Setembro” e “Outubro”): os antecedentes, o desenvolvimento e a crescente politização, a recusa de diálogo com os manifestantes por parte do governo e o desenlace trágico. Apesar de assinar a direção do filme, Arretche López considerava El grito uma obra coletiva, do mesmo modo como foi o movimento estudantil de 1968.


SERVIÇO:

Sessão Latina Cinemateca - El Grito (México, 1968). 
Direção Leobardo López Arretche

Data: 21 de Julho (Quinta-feira), às 18h30min
Cinemateca do MAM

Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo, Rio de Janeiro

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Sessão Latina UFF

LAS ACACIAS
Direção de Pablo Giorgelli
Argentina/Espanha, 2010


Dia 21 de Julho de 2016
Quinta-feira, às 19h30min

Sessão seguida de debate com as professoras Denise Tavares e Nina Tedesco (UFF)

Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9
Icaraí – Niterói

O Cineclube Sala Escura – Sessão Latina exibe um premiado longa argentino em estilo road movie.

Las acacias
Argentina/Espanha, 2010
82min, Cor, Legendas em Português
Direção: Pablo Giorgelli


Rubén é um caminhoneiro que transporta madeira entre Assunção, no Paraguai, e Buenos Aires, na Argentina. Ele faz esse mesmo trajeto há anos, sempre solitário e silencioso. Um dia, no entanto, ele aceita dar carona a uma mulher desconhecida até Buenos Aires. Mas Jacinta, sua companheira de viagem, aparece uma hora atrasada, e com um bebê no colo. A primeira impressão de Rubén não é nada positiva: ele imagina passar longas horas ao lado de um bebê chorando e de uma pessoa por quem ele não tem o menor interesse. Aos poucos, no entanto, Rubén e Jacinta começam a trocar as primeiras palavras, e a se conhecer melhor. Após cinco anos de trabalho, do roteiro à finalização, o longa de estreia de Giorgelli foi premiado em cerca de trinta festivais, entre eles, a Caméra d’Orem Cannes, Melhor Primeira Obra em Londres, Melhor Filme Latino-Americano em San Sebastián, Condor de Prata de Melhor Filme Argentino, entre outros.

SESSÃO SEGUIDA DE DEBATE

Após a exibição do filme Las acacias, ocorrerá um debate com as professoras Denise Tavares e Nina Tedesco.

Denise Tavares é professora do Departamento de Comunicação Social e atual coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da UFF. É Doutora em Integração Latino-Americana pela Universidade de São Paulo, cuja tese versa sobre filmes latino-americanos de viagem. Coordena a revista eletrônica BITS Ciência e é pesquisadora vinculada à PRALA - Plataforma de Reflexão sobre o Audiovisual Latino-Americano.

Nina Tedesco é professora do Departamento de Cinema e Vídeo e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. É Doutora em Comunicação pela UFF, com uma tese sobre questões de gênero na fotografia do cinema clássico mexicano. Atua no Cineclube Quase Catálogos – Diretoras Mulheres e é pesquisadora vinculada à PRALA.


Cineclube Sala Escura é uma atividade de extensão da Plataforma de Reflexão sobre o Audiovisual Latino-Americano (PRALA), vinculada ao Laboratório de Investigação Audiovisual (LIA) da Universidade Federal Fluminense (UFF).





Fonte: 

Fabián Núñez
Professor Adjunto
Universidade Federal Fluminense
Departamento de Cinema e Vídeo
Plataforma de Reflexão sobre o Audiovisual Latino-Americano
Laboratório Universitário de Preservação Audiovisual

EVENTOS (Teatro, música, audiovisual)

ARTES E ARTISTAS (EVENTOS, LANÇAMENTOS, CURSOS)