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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Cineasta e artista circense é homenageado com exposição e exibição de filmes em São Paulo

Cineasta e artista circense é homenageado com exposição e exibição de filmes em São Paulo


Exposição, leituras dramáticas e a exibição semanal de filmes restaurados fazem parte da homenagem ao cineasta e artista circense Expedito Lima

Está em cartaz no Centro de Memória do Circo, na Galeria Olido no Largo do Paissandu, a Ocupação Expedycto Lyma, uma homenagem a Expedito Lima, artista circense que se encantou pela câmera, se tornou cineasta e realizou mais de 20 longas, sendo 10 em super-8. Uma marca que o coloca como o cineasta brasileiro com mais longas em super-8. Organizada pelo pesquisador Felipe Abramovictz, a Ocupação Expedycto Lyma segue em cartaz até 31 de julho, com uma programação que inclui uma exposição, a leitura dramática de peças escritas por Expedito Lima e a primeira exibição das cópias restauradas de seus longas.


Expedito Lima e André Peres em: “Dois Nós Cegos no Oeste”

Nascido em 1939 em Tietê e radicado em Tatuí, no interior de São Paulo, Expedito Lima realizou mais de vinte longas-metragens que estão sendo restaurados através do projeto Cinema é Sonho, que promove a Ocupação Expedycto Lyma, além do resgate da obra e trajetória do cineasta e artista circense. Este projeto está sendo realizado em uma parceria entre o projeto “Cinema é Sonho” e o Centro de Memória do Circo, e contemplado com o Proac de Apoio à Cultura.

Com longa trajetória no circo-teatro, Expedito foi dono de uma companhia, ator, dramaturgo, atuou como palhaço (quando recebeu a alcunha de Alemão e Polaco) e exerceu a profissão de marceneiro para garantir o seu sustento. A Ocupação Expedycto Lyma é uma homenagem a esse ator, produtor, cineasta e criador do Circo Theatro do Alemão, que percorreu o interior do estado de São Paulo na virada dos anos 1970 derramando causos de amor e traição, de mocinho e bandido, escritos por ele.

Após dificuldades para manter seu circo, ele formou um grupo teatral mambembe, até conhecer a câmera super-8. Maravilhado com a arte cinematográfica, produziu dez filmes entre 1979 e 1984, o que o torna o cineasta com mais longas em super-8 no país. Os longas eram exibidos em seu ‘pavilhão cinematográfico’, que circulava pelas zonas rurais. Depois, em VHS, fez mais de uma dezena de filmes entre 1996 a 2002.

Expedito Lima é o brasileiro, o caipira que vai além de suas fronteiras geográficas e culturais. Munido da criatividade sem limites da tradição oral de seu povo e da perseverança do homem simples, ele logo cedo se transforma no artesão do imaginário caipira, no menestrel da gente da roça. Segue assim, com seu circo-teatro a encantar as praças do interior. Na mais fiel tradição do circo-teatro contracena com a mulher, com as filhas, o filho e parentes. E então conhece, pelas mãos de um amigo, a câmera de filme que pouco a pouco lhe toma o coração sonhador. Faz filmes de heróis a cavalo nos moldes do faroeste americano nos quais, porém, estabelece a cara de um cinema muito brasileiro, pobre nos recursos e riquíssimo na fantasia da narrativa, na coragem da ousadia. Expedito Lima é um exemplo forte do cinema brasileiro que precisa ser conhecido.


Expedito Lima inaugura a Ocupação Expedycto Lyma, na Galeria Olido


serviço

Programação | Ocupação Expedycto Lyma

Local: Galeria Olido - Centro de Memória do Circo - Sala Mestre Maranhão - Vitrine do Circo: Avenida São João, 473 - Centro Histórico de São Paulo.

20/04 (quarta) - Inauguração da Ocupação com leitura de poemas, projeção de trailers dos filmes e exibição de Estigma da Violência (1980) - Juared Aguiar, um oficial da lei, ao prestar serviço na fronteira entre Brasil e Paraguai, desvenda uma perigosa quadrilha de contrabandistas. Um bangue-bangue fora do comum!


06/05 (sexta) - Abertura: trecho da filmagem da peça O Viajante de Sebo. Após a exibição dos filmes, bate-papo com o curador e convidados.

12h - A Víbora Humana (1979) - A história de uma mulher muito má, traiçoeira e mentirosa, amante do irmão do próprio marido. O drama está formado. Espetacular! Uma história cheia de drama e suspense. Primeiro filme da carreira cinematográfica de Lyma.

Duração: 65 min. Classificação indicativa: 14 anos.

13h30 - O Misterioso Sr. Moretti (1980) - Uma história misteriosa e de terror. Para conquistar a amada, Rogério, procura um homem conhecido por arranjar a vida de muita gente com seus poderes diabólicos, o senhor Moretti. Mas, uma vez feito, não pode ser desfeito!

Duração: 65 min. Classificação indicativa: 14 anos.

 

13/05 (sexta) - Abertura: curta Carnaval em Tatuí (1981). Exibição:

12h - O filho de Dioguinho (1981) - Uma história baseada nos casos de Dioguinho, o Matador. Uma rixa antiga envolve o amor de Dioguinho Jr e Marina: o pai dela, o coronel Tibúrcio é o bandido que matou seu pai. Muito amor, muitos tiros, muita ação!

Duração: 85 min. Classificação indicativa: 16 anos.

13h30 - Dioguinho Volta para Matar (1981) - História cheia de ação e romance, um amor que não podia acontecer, mas o destino quis assim: o amor entre Marina e Dioguinho. A continuação de O Filho de Dioguinho.

Duração: 65 min. Classificação indicativa: 16 anos.


20/05 (sexta) - Exibição de Dois Nós Cegos no Oeste e leitura dramática.

12h - Dois Nós Cegos no Oeste (1981) - As peripécias de Chola e Fredô em busca de um grande tesouro. Em meio a muitos tiros, murros, pernadas e outros quejandos, enfrentam a truculência do desonesto xerife e sua xaroposa quadrilha. Uma comédia divertida. Bang-bang na sátira!

Classificação: 14 anos. Duração: 70min.

13h30 - Leitura dramática com grupo teatral convidado da peça A cena diabólica, originalmente apresentada pelo Circo-Theatro do Alemão no início dos anos 1970.

Classificação: 14 anos. Duração: 70min.


27/05 (sexta) - Abertura: trecho da peça Polaco em Histórias Assombrosas. Exibição:

12h - Na Trilha do Ódio (1979-1980) - Baseado em fatos reais que ocorreram nesses sertões. Por aí, muito brigão por ouro, por terra, por poder e pela mulher proibida. Um bangue-bangue sertanejo.

Livre. 65 minutos.

13h30 - Sentimento Mortal (2001-2002) - Um verdadeiro bangue-bangue, com muita adrenalina, no estilo range policial. A disputa entre dois amigos justiceiros, Severiano e Diego Severo quando o filho de Diego assassina a esposa de Severiano. 

Classificação: 14 anos. Duração: 90min.

 

31/07 (domingo) - Encerramento da exposição.


Expedito Lima em ‘Um Rambo Esculachado’


Acompanhe o projeto Cinema é Sonho, que está restaurando a obra de Expedito Lima e promove a Ocupação Expedycto Lyma: https://www.instagram.com/cinemaesonho/

Fonte: Assessoria de imprensa -Adriana Bueno 



Filme 'A médium' estreia 19 de maio nos cinemas

Filme 'A médium' estreia 19 de maio nos cinemas




Estreia amanhã, 19 de maio, “A Médium” (The Medium). O filme tem direção de Banjong Pisanthanakun, o mesmo de Espíritos - A Morte está ao Seu Lado (2004).

Na história, o espectador conhecerá a história de Nin, a médium de uma pequena comunidade, e seus desafios para tentar salvar a sobrinha Mink de comportamentos estranhos que logo se revelam como possessão por uma falange de demônios.

Assustador, imprevisível e agoniante, essas são algumas das palavras usadas para descrever o longa que chega amanhã às telonas dos cinemas.

 

Assista ao trailer: https://youtu.be/ZrZBAJ9XCtI

 

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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Fonte: Luisa Dupont/ Espaço Z
Curta-metragens: um mercado em plena ascensão no Brasil

Curta-metragens: um mercado em plena ascensão no Brasil


Cineastas, produtores e atores falam sobre a importância do formato e de como ele ajuda a disseminar a cultura nacional ao abranger novos mercados e fomentar a arte no Brasil

 

O mercado do audiovisual é um dos maiores do mundo, especialmente no Brasil. De acordo com o último relatório fornecido pela Ancine (Agência Nacional do Cinema), o cinema movimentou cerca de R$ 25 bilhões no país. A maior parte dessa renda se refere aos longas-metragens, mas a produção de curtas vem ganhando cada vez mais destaque, fomentada pela ascensão dos streamings.

No período pré-pandemia, eram produzidos cerca de 500 curta-metragem por ano no Brasil, o que compreende a cerca de 30% do total de produtos audiovisuais (incluindo média e longas-metragens). Em geral, os curtas são filmes de até 15 minutos, sendo o primeiro trabalho de atores e diretores, devido ao seu custo mais baixo e sua produção mais simples.

Um dos estúdios que ajudou a popularizar o tema foi a Pixar, que têm como costume exibir curtas metragens antes de seus filmes nos cinemas. Apesar disso, o seu mercado é formado basicamente por artistas independentes, que usam deste recurso como um cartão de visita, atraindo investidores e consolidando seu nome no mercado.


A produtora e cineasta brasileira Bruna Cabral possui uma carreira de sucesso em Hollywood, com produções celebradas como “Piece of Me” e “Headway”, somando 21 prêmios em 35 indicações, e conta que os curtas-metragens são uma maneira acessível de aprender o processo de produção e ganhar experiência, além de ser o passo inicial na carreira de um artista de cinema.

- O curta serve como uma porta de entrada para o mercado. É por meio dele que conseguimos portfólio e atraímos investimentos. Mas ele não é só isso, é todo um mercado de pequenas histórias que trazem grandes reflexões – aponta.

A transição para o formato online (com os streamings), vêm contribuindo para o crescimento do mercado, conseguindo chegar para um público bem maior. Outro ponto importante para essa expansão é a turbulência social dos últimos anos, conforme relata a cineasta.

- Esse tipo de produção é muitas vezes focado em uma ideia, e não um enredo em si. Diferente dos longas-metragens, os curtas tem se mostrado mais relevantes e versáteis, trazendo debates da sociedade – acrescenta.

Apesar do aumento de possibilidades no meio digital, os festivais de cinema independente ainda são a principal fonte de exibição, apresentando ao público este tipo de obra. Além disso, estes eventos funcionam também como marketing, para conhecer novos profissionais e criar uma rede de contatos.

- Essas ocasiões servem também para promovê-los. Além da exibição, tem a questão dos prêmios, que prestigiam nosso trabalho, e auxiliam na busca por apoio e investimento – cita.

Para Lucas Drummond, ator, produtor e roteirista dos curtas “Depois daquela festa” e “Todos os prêmios que eu nunca te dei”, o motivo pelo qual a maioria dos brasileiros não tem costume de assistir a curtas é por causa da escassez de espaços para exibição de filmes deste tipo. Por isso, a iniciativa de trazer para os streamings pode ser o empurrão que o mercado precisa para se estabelecer comercialmente.

- A Lei do Curta-metragem, criada em 1975, determinava a obrigatoriedade de inclusão destes na programação das salas de cinema brasileiras. Contudo, desde 1991, esse decreto foi revogado. A exibição de curtas nas grandes plataformas, além de dar mais visibilidade às obras e formar um público consumidor, oferece aos realizadores a oportunidade de monetizar seus projetos. Isso é incrível principalmente para projetos independentes, nos quais muitas vezes o artista tira a grana do próprio bolso para realizar – detalha.

Comparado aos longas, os curtas possuem um custo de produção menor, além do tempo reduzido que permite explorar mais o diálogo e as emoções, o que faz com que esse tipo de modelo seja algo único e inovador.

- É um formato muito mais democrático! Além de ser possível realizar com um orçamento menor, ele permite mais experimentação. Um longa-metragem geralmente é bem mais caro, então a responsabilidade também aumenta – conta.

Apesar disso, a falta de investimentos ainda é o maior desafio desse mercado. O primeiro curta de Lucas, “Depois daquela festa”, só foi possível graças a um financiamento coletivo, no qual ele pode contar com o apoio de 126 colaboradores.

- A produção aconteceu graças a essas pessoas, que confiaram e apoiaram o projeto. Infelizmente, ainda são poucos os editais de fomento aos curtas-metragens porque ainda é um formato pouco valorizado no país – ressalta.

A carência de verbas obriga os produtores a repensar o cinema como um todo. Daniel Satti, vencedor do prêmio de “Melhor Ator” no The Scene Festival pelo curta “Entreolhares”, produziu seu primeiro curta em 2021, durante a pandemia, chamado “CEO Fantasma”, e detalha os desafios de se criar um filme com essas limitações financeiras.

- Por causa do custo, tivemos que gravar o filme inteiro em apenas uma diária. A gravação foi feita em uma praça pública, então a gente teve que lidar com pessoas transitando, barulhos acontecendo. Foi uma aventura e tanto – comenta.

Para o ator e produtor, a dificuldade do curta está em sua produção, que normalmente vem acompanhando de pouco tempo e dinheiro. Entretanto, acrescenta que um bom roteiro faz toda a diferença, e que o casamento entre as diversas áreas precisa estar em harmonia.

- Produção, roteiro, direção, atores e equipe precisam estar muito bem entrelaçadas para que tudo transcorra com fluidez, e o resultado dessa soma seja percebido através do filme, na tela, quando estiver sendo exibido. Esse é o verdadeiro parâmetro para o sucesso diferenciado de um trabalho – completa.


Atuar em um curta pode ser bem desafiador, é o que conta o ator Dennis Pinheiro, protagonista do premiado curta “Fantasma de Neon”, que ganhou o Leopardo de Ouro na última edição do Festival de Locarno. Diferente de outros formatos, como os longas e o teatro, onde as histórias se desenvolvem com mais calma, aqui o tempo reduzido traz uma nova perspectiva.

- A gente tem pouco tempo para construir o arco dramático do personagem, então cada segundo é importante para a trajetória. É preciso estar sempre focado – salienta.

Dennis, que fez carreira no teatro, e atualmente estrela o musical Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco, cita ainda que devido a falta de alcance comercial, conhecia pouco o mercado, mas que se apaixonou desde sua entrada.

- Eu sempre fui fã de curtas de animação, mas desde que comecei a trabalhar em curtas, me familiarizei com os outros gêneros, e gostaria muito que as pessoas conhecessem mais esse conteúdo. Existem trabalhos simplesmente fenomenais – diz.


Kelner Macêdo, ator que é destaque em produções como “Sob pressão” e “Verdades secretas 2”, já conquistou as telinhas, mas não abandona o formato de curtas. O paraibano possui um curta a ser lançado ainda esse ano: “Promessa de um amor selvagem”, de Davi Mello. Para o artista, o maior trunfo do formato é a potência de suas histórias.

- Em um curta todas as camadas de significado têm uma precisão maior. Precisamos também contar a história no não dito, o que acentua bastante essa construção. Essas questões potencializam o enredo, e criam uma experiência incrível – complementa.

A expansão dos curtas para o streaming, seja em plataformas gerais como a Netflix e o Telecine, ou exclusivas do formato, como o Porta Curtas e o Cardume (que reúne mais de 120 produções nacionais), não contribui apenas para fomentar o mercado, mas serve como uma janela para o entretenimento, é o que aponta Kelner.

- Eu adoro curtas, e acompanho de perto a expansão desse mercado. Além das grandes marcas, vem surgindo várias plataformas originais, que refletem esse movimento. Além de ajudar quem trabalha na área, esse novo modelo permite que mais pessoas se fascinem nesses filmes incríveis – finaliza.

O curta-metragem faz parte do cinema, e possui um poder único de envolver. É a forma crua da arte, que faz rir, chorar e sentir. Assistir e apoiar esse formato é reverenciar a beleza das formas de expressão, valorizar a cultura e deixar a vida mais leve e feliz.

 

Conheça mais sobre os projetos mencionados:


Piece of Me (Bruna Cabral) - https://vimeo.com/388584645

Depois daquela festa (Lucas Drummond) - https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=8ljzv3XcULs


CEO Fantasma (Daniel Satti) – https://vimeo.com/636640824


Fantasma de Neon (Dennis Pinheiro) - https://www.youtube.com/watch?v=qZs5NkklfUw

Promessas de um ator selvagem (Kelner Macêdo) https://www.instagram.com/kelnermacedo/


Fonte: Leonardo Minardi

Assessoria de imprensa

www.mercadocom.com.br





 


32° Cine Ceará recebe inscrições para mostras competitivas de longa e curta-metragem

32° Cine Ceará recebe inscrições para mostras competitivas de longa e curta-metragem


O festival ibero-americano de cinema volta a ser 100% presencial e acontecerá em Fortaleza de 03 a 09 de setembro de 2022. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 30 de junho


O Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema está com inscrições abertas, a partir desta segunda-feira, 16 de maio, para as três mostras competitivas da 32ª edição. São elas: Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem, Brasileira de Curta-metragem e Mostra Olhar do Ceará. O regulamento e o formulário de inscrição para cada mostra estão disponíveis até o dia 30 de junho no site www.cineceara.com. As inscrições são gratuitas.   

Com realização de 03 a 09 de setembro de 2022, o 32º Cine Ceará será 100% presencial, com exibições no Cineteatro São Luiz e no Cinema do Dragão, equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult/CE) geridos pelo Instituto Dragão do Mar (IDM).   

O 32º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema é uma realização do Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial da Cultura, da Associação Cultural Cine Ceará e da Bucanero Filmes. Tem o patrocínio da Prefeitura Municipal de Fortaleza e o apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará) e da Universidade Federal do Ceará, via Casa Amarela Eusélio Oliveira. Tem ainda o patrocínio do Banco do Nordeste, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e de outras empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Rouanet. 

 

INSCRIÇÕES 

Cada uma das três mostras competitivas tem um formulário próprio no site do festival e as condições específicas de cada uma delas podem ser consultadas no regulamento. 

Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem é direcionada a produtores ou diretores de países da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha, com filmes de animação, ficção, documentário ou experimental. Os longas inscritos devem ter sido concluídos a partir de 2021 com duração mínima de 60 minutos. 

Competitiva Brasileira de Curta-metragem é aberta a trabalhos de produtores e diretores brasileiros ou radicados no país há mais de três anos. Podem ser inscritos curtas de ficção, documentário, animação ou experimental de até 25 minutos, concluídos a partir de janeiro de 2021, que não tenham participado do processo seletivo de outras edições do Cine Ceará. 

Mostra Olhar do Ceará é aberta a realizadores cearenses, radicados ou não no Ceará, e residentes no Ceará há mais de três anos. Podem ser inscritos filmes de curta-metragem (máximo de 25 minutos) e longa-metragem (máximo de 60 minutos), concluídos a partir de janeiro de 2021, nos gêneros de ficção, documentário, animação ou experimental. 

A curadoria do festival prioriza trabalhos inéditos e, no conjunto das mostras competitivas, reserva no mínimo 30% de participação para mulheres diretoras.  


PREMIAÇÃO 

Na Mostra Competitiva Ibero-americana o Troféu Mucuripe será concedido aos vencedores nas categorias: Melhor Longa-metragem, Direção, Atuação Feminina, Atuação Masculina, Roteiro, Fotografia, Montagem, Trilha Sonora Original, Som, Direção de Arte e Prêmio da Crítica. O Melhor Longa, eleito pelo Júri Oficial receberá prêmio no valor de R$ 20 mil, a ser pago sob a forma de recursos para distribuição da obra no Brasil, dentro dos critérios do regulamento.  

O Júri Oficial da Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem escolherá os vencedores do Troféu Mucuripe nas seguintes categorias: Melhor Curta-metragem, Direção, Roteiro e Prêmio da Crítica. 

Serão agraciados também com o Troféu Mucuripe o Melhor Curta-metragem e Melhor Longa-metragem na opinião do Júri da Mostra Olhar do Ceará

 

SERVIÇO 

32° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – Inscrições abertas de 16 de maio a 30 de junho de 2022 para as mostras competitivas Ibero-americana de Longa-metragem, Brasileira de Curta-metragem e Olhar do Ceará desta edição, que acontecerá de 03 a 09 de setembro deste ano. Informações: www.cineceara.com. Instagram: @cineceara, Facebook: Festival Cine Ceará. E-mail: contatos@cineceara.com

  

Fonte: Julia Moura/ Primeiro Plano


quinta-feira, 12 de maio de 2022

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