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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

'Se a Rua Beale falasse' estreia dia 07 de Fevereiro nos cinemas

Novo filme do diretor Barry Jenkins ("Moonlight") aborda racismo e o sistema penal norte-americano.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

'GUERRA FRIA' ESTREIA NESTA QUINTA, 7 DE FEVEREIRO

Filme dirigido por Pawel Pawlikowski, vencedor da Palma de Ouro de Melhor Direção em Cannes, recebeu três indicações ao Oscar.

'TÁ RINDO DE QUÊ?' ESTREIA DIA 28 DE FEVEREIRO

Longa de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga resgata o humor nos tempos da Ditadura

     O documentário "Tá rindo de quê? - Humor e ditadura", de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga, teve a data de estreia nacional confirmada para 28 de fevereiro. O longa foi exibido no Festival do Rio, na Mostra Première Brasil Retratos, e chega agora ao circuito comercial. O filme está previsto para entrar em cartaz nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife e Belo Horizonte.

“Tá rindo de quê?” traça um panorama da produção humorística nacional realizada principalmente no período de 1964 a 1985, quando toda atividade artística estava submetida à censura da ditadura militar. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape, criou formas de driblar os censores, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.

            "Tá rindo de quê?" aborda desde a precursora revista “Pif-paf", criada por Millôr Fernandes, passando pelo "Pasquim", que se consagraram com a irreverência crítica com que trataram a política, e vai até o grupo teatral cômico e anárquico “Asdrúbal Trouxe o Trombone”. Programas de TV como o primeiro seriado brasileiro de sucesso “Família Trapo”, e os humorísticos de Chico Anysio, Jô Soares, Trapalhões também se destacam.
           
           
Com mais de 20 depoimentos de personalidades que atuaram nas duas décadas sob o olhar da censura, o documentário também reúne cenas e entrevistas de arquivo, além de charges memoráveis.

 "Tá rindo de quê? - Humor e ditadura" é uma produção Emoções Baratas, Homem de Lata e 2Moleques. A coprodução é assinada pela Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, uma parceria que prevê que o filme seja lançado em circuito comercial e posteriormente seja exibido na TV nos canais coprodutores. A distribuição nos cinemas será da Bretz Filmes.

            O trio de diretores continua a investigação sobre o humor no Brasil em outro  documentário que estreará em breve: "Rindo à toa - Humor sem limites", analisa o período de 1988, após a reabertura polícia, até os anos 2000.



SINOPSE:

No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade, truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape, criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.



FICHA TÉCNICA:

Produção e coprodução: Emoções Baratas, Homem de Lata, 2Moleques, Globo Filmes, Globo News e Canal Brasil
Direção: Claudio Manoel, Álvaro Campos, Alê Braga
Produtores: Álvaro Campos, Alê Braga, Claudio Manoel e Manfredo G. Barretto
Dir. Fotografia: Marcela Bourseau
Montagem: Gabi Paschoal, edt.
Arte: Luva
Trilha sonora: Eugenio Dale
Edição e finalização de som: Bernardo Uzeda



ENTREVISTADOS:

Agildo Ribeiro
Alcione Mazzeo
Ary Toledo
Bem Vindo Sequeira
Boni
Bruno Mazzeo
Carlos Alberto de Nobrega
Carmem Veronica
Chico Caruso
Daniel Filho
Evandro Mesquita
Fafy Siqueira
Hamilton Vaz Pereira
Jaguar
Juca Chaves
Kate Lyra
Lucio Mauro Filho
Patrycia Travassos
Paulo Cesar Pereio
Regina Case
Roberto Guilherme
Silvio de Abreu

CLAUDIO MANOEL - DIRETOR E PRODUTOR

Claudio Manoel foi roteirista do TV Pirata, redator final e ator do Casseta & Planeta Urgente! durante 20 anos, dirigiu e produziu o documentário “Simonal - Ninguém sabe o duro que dei”, criou e dirigiu o quadro “O que vi da vida”, no Fantástico. Atuou e foi corroteirista nos longas “A Taça do Mundo é nossa” e “Seus problemas acabaram”, do grupo Casseta & Planeta. Está lançando, além dos dois documentários (“Tá rindo de quê? - Humor e ditadura” e “Rindo à toa - Humor sem limites”) que serão apresentados no Festival do Rio 2018, “Chacrinha - eu não vim para explicar, eu vim para confundir”, previsto para janeiro de 2019. Também estará, em breve, como ator, no longa de ficção “Virando a mesa”, de Caio Cobra.



ÁLVARO CAMPOS  - DIRETOR E PRODUTOR
Dirigiu e escreveu o curta-documentário "Leo & Carol" (2016) e o longa-metragem "Altas Expectativas" (2017), com Gigante Leo, Camila Márdila e Milhem Cortaz, selecionado para o o Festival des Films du Monde de Montreal 2017 (FFM), o Miami Film Festival (2018) e o Festival do Rio (2017) – onde ganhou menção honrosa na Mostra Geração.  Atualmente está lançando os documentários “Tá rindo de quê?” e “Rindo à toa”, codirigidos por Cláudio Manoel e Alê Braga. Ainda em cinema escreveu com Matheus Souza o road movie "Bamo Nessa", dirigido  por Daniel Lieff e também é um dos roteiristas de "Uma pitada de Sorte" (lançamento 2019), dirigido por Pedro Antonio. Em TV, foi autor e/ou roteirista de vários programas para canais como Multishow, Record, OI TV e MTV, destacando-se o Furo MTV e Comédia MTV.


ALÊ BRAGA - DIRETOR E PRODUTOR

Alê Braga é diretor cinematográfico, roteirista e publicitário. Dirigiu os documentários "Bossa Nova Sol Nascente", "Destino: Educação e Mama África", tendo participado do Festival do Rio, e festivais na África (Dockanema, Sillhouette D’Or e Tanzânia) e Canadá.  Trouxe ao Brasil a série "Chegadas e Partidas" do GNT, dirigiu e escreveu outras 7 séries de TV para diversos canais. Filmou em mais de 30 países e já recebeu mais de 30 prêmios internacionais de produção publicitária, entre eles o Grand Prix Cannes Lions, Clio, Festival de Londres, El Ojo de Iberoamerica, etc. Coautor do livro “O outro lado da bola”, que está sendo lançado pela Editora Record em 2018.

COPRODUÇÃO | GLOBONEWS E GLOBO FILMES

A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países. A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.

O projeto completa quatro anos em 2018 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição.

Foram lançados filmes como Brasil: DNA ÁfricaCidades Fantasmas, vencedor do Festival É Tudo Verdade 2017, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e A Corrida do Doping até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.

Outros destaques foram o longa coletivo 5 x Chico – O Velho e Sua Gente, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; Tim Lopes - Histórias de Arcanjo, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; Betinho - A Esperança Equilibrista, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, Menino 23que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; Setenta, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado Meu nome é Jacque, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.

Entre 2018 e 2019, serão mais de 65 filmes em produção, envolvendo mais de 60 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado.

COPRODUÇÃO - CANAL BRASIL

O Canal Brasil foi ao ar pela primeira vez no dia 18 de setembro de 1998. Aos 20 anos de idade, um assunto importante continua como norte: a necessidade de se entender um pais através da sua cultura. Com o cinema como parte expressiva desse DNA, o Canal Brasil já exibiu mais de quatro mil filmes, entre longas e curtas-metragens, ficção e documentários, além de programas que abordam o tema e suas infinidades.

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Loki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal ultrapassa a marca de 280 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos grande importância no cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas coproduzidos estão “Tungstênio” de Heitor Dhalia, “Aos Teu Olhos” de Carolina Jabor, “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Braganca, “Pendular” de Julia Murat, “Benzinho “de Gustavo Pizzi, entre outros.

Fonte: Aline Martins/ Primeiro Plano.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

UCI Cinemas exibe nova montagem de 'O Quebra-Nozes', do balé Bolshoi

O espetáculo fica em cartaz nas telonas da rede de 07 e 10 de fevereiro 

Um dos maiores clássicos do balé mundial, “O Quebra-Nozes” estará em fevereiro nas telonas da rede UCI pelo Brasil, de 7 a 10. Encenada pelo Bolshoi, a performance apresenta uma nova montagem gravada ao vivo, em dezembro de 2018, diretamente do teatro da companhia russa em Moscou.

A rede distribui o conteúdo da temporada 2018/2019 do balé Bolshoi para exibidores de todo o país. Entre eles, ainda serão destaques “La Bayadère” e a suíte de “Carmen/Petrushka”, que ganharam remontagens. Os entusiastas da dança também poderão assistir as performances “A Bela Adormecida” e “A Era de Ouro”. [Sinopses e datas dos espetáculos abaixo].

--> Os ingressos para todos os balés já estão à venda na rede UCI e podem ser adquiridos na internet, nas bilheterias, nos canais da Ingresso.com e nas máquinas de autoatendimento disponíveis no hall dos cinemas. As entradas custam R$ 40,00 (inteira em salas convencionas) e R$ 50,00 (inteira em salas vips). Clientes UNIQUE, o programa de relacionamento da rede, pagam meia-entrada. 


Sobre os espetáculos

O Quebra-Nozes (2h20)
07 e 10 de fevereiro
Gravação da nova montagem em 23/12/2018
Direção: Yuri Grigorovich

Na véspera de Natal, o boneco Quebra-Nozes de Marie se transforma magicamente em um príncipe e sua magnífica aventura começa. O clássico retorna para o palco majestoso do Bolshoi para uma transmissão ao vivo de uma história atemporal, (aqui tinha o Quebra-Nozes, será que precisa repetir?)levando o público de todas as idades em uma jornada mágica por um mundo de completo encantamento, com flocos de neve dançantes e bonecos que ganham vida, acompanhados da amada trilha sonora de Tchaikovsky.


La Bayadère (3h20)
28 e 31 de março
Gravação da nova montagem em 20/01/2019
Direção: Yuri Grigorovich

A dançarina do templo Nikiya e o guerreiro Solor se apaixonam perdidamente, dando lugar a calorosas paixões e intrigas assassinas quando Rajah e sua filha Gamzatti descobrem seu amor proibido. La Bayadère é uma das maiores obras do balé clássico – uma história de amor, morte e julgamento vingativo situado na Índia. Cenários e figurinos deslumbrantes, e uma das cenas mais icônicas do balé, o “Reino das Sombras” ilumina o conto trágico do amor da dançarina do templo Nikiya pelo guerreiro Solor, e sua redenção definitiva.


A Bela Adormecida (2h50)
25 e 28 de abril
Direção: Yuri Grigorovich

A princesa Aurora cai sob a maldição da fada maligna Carabosse em seu aniversário de dezesseis anos, ficando em um sono profundo de cem anos. Somente o beijo de um príncipe pode quebrar o feitiço. Um brilhante balé de conto de fadas performado pelo Bolshoi. A Bela Adormecida apresenta diversos personagens mágicos, incluindo fadas, a Chapeuzinho Vermelho, o Gato de Botas e uma linda e jovem princesa Aurora, interpretada por Olga Smirnova, um “talento verdadeiramente extraordinário” (The Telegraph).



A Era de Ouro (2h20)
30 de maio e 02 de junho
Direção: Yuri Grigorovich

Nos anos 1920, o cabaré A Era de Ouro é o recinto noturno favorito. O jovem pescador Boris se apaixona por Rita. Ele a segue até o cabaré e percebe que ela é a linda dançarina “Mademoiselle Margot”, mas é também o interesse amoroso do gangster local Yashk. Com sua trilha sonora de jazz de Shostakovich e sua atmosfera de music hall com belos tangos, A Era de Ouro é um mergulho refrescante e colorido nos anos 20. Um balé histórico que só pode ser visto no Bolshoi! Captado ao vivo em 16 de Outubro de 2016.




Carmen Suite/ Petrushka
27 e 30 de junho
Gravação da nova montagem em 19/05/19
Direção: Alberto Alonso

Carmen, sempre apaixonada e de espírito livre, se encontra em um triângulo amoroso. O balé de um ato do coreógrafo Cubano Alberto Alonso, originalmente criado para a legendária primeira bailarina do Bolshoi Maya Plisetskaya, irá cativar audiências junto com Petrushka, uma nova criação do Bolshoi pelo coreógrafo contemporâneo Edward Clug, em uma noite que captura a alma do balé russo.






SERVIÇO
Ballet Bolshoi nos cinemas – Temporada 2018-2019
Valor: R$: 40,00 (salas convencionais) e R$: 50,00 (salas vips).
Horários: Quintas e domingos, às 19h e 14h, respectivamente.
Classificação: Livre
Locais de exibição na rede UCI: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Ribeirão Preto, Juiz de Fora, Campo Grande, Belém e Canoas.
Para mais informações: http://www.ucicinemas.com.br 

Fonte: Tatiana Garritano 
UCI CINEMAS/ Palavra Assessoria em Comunicação.