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sábado, 7 de setembro de 2019

Programação Cine Arte UFF: 05 a 11 de setembro

Programação Cine Arte UFF: 05 a 11 de setembro




05 a 11 de setembro de 2019 – quinta a quarta

Dia 05 quinta
14h
DOR E GLÓRIA
16h20
BACURAU
19h
Cineclube Laerte – Exibição + debate – Entrada franca
06 a 09 sexta a segunda
14h
DOR E GLÓRIA
16h20
BACURAU
19h
CINEFOOT – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL – Entrada franca
21h10
RAFIKI
Dia 10 terça
14h
DOR E GLÓRIA
16h20
BACURAU
19h
LIVRES – Exibição seguida de debate – Entrada franca
Dia 11 quarta
14h
DOR E GLÓRIA
16h20
BACURAU
19h
EL CREDO – Entrada franca
20h50
BACURAU

14h > DOR E GLÓRIA
Dolor y gloria, Espanha, 2019, 114´, 16 anos
De Pedro Almodóvar
Com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia, Penélope Cruz

Salvador Mallo é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960. Melhor Ator (Antonio Banderas) e Trilha Sonora (Alberto Iglesias) no Festival de Cannes 2019.




16h20 > BACURAU (dia 11, quarta, também às 20h50)
Brasil/França, 2019, 132´, 16 anos
De Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Com Sônia Braga, Udo Kier, Thomas Aquino, Barbara Colen, Silvero Pereira

Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a cidade não aparece mais no mapa. Outras coisas estranhas começam a acontecer, gerando um clima de crescente tensão. Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, Melhor Filme no Festival de Munique 2019 e Melhor Filme, Prêmio da Crítica e Melhor Direção no Festival de Lima 2019.






Dia 05, quinta, 19h, entrada franca
CURTAS GAYS – Cineclube Laerte – 16 anos
Sessão seguida de bate papo com o diretor e roterista Daniel Nolasco

MAIS OU MENOS
Brasil, 2010, 15’
De Alexander Antunes Siqueira
Com Jholl Bauer, Kyel Lima

Ivo e Sandro estudam juntos em um colégio de Florianópolis. Os colegas de classe mantêm uma relação difícil, um caso de bullying que já chegou até a diretoria. Mas um encontro inesperado promete mudar tudo. 

AFRONTE
Brasil, 2017, 16’
De Bruno Victor e Marcus Azevedo

Ficção e documentário se cruzam para mostrar o processo de transformação e empoderamento de Victor Hugo, um jovem negro e gay, morador da periferia do Distrito Federal. Seu relato se mistura aos depoimentos de outros jovens, cujas histórias revelam diferentes formas de resistência, encontradas em discursos de valorização do negro gay. 

HOMEM COMPLETO
Brasil, 2013, 15’
De Rui Calvo
Com Eduardo Gomes, Germano Melo, Gilda Nomacce

Durante uma noite, Marcelo parte em uma busca obsessiva por um homem que satisfaça os seus desejos. 

NETUNO
Brasil, 2017, 18’
De Daniel Nolasco 
Com Norval Berbari, Leandro José, Delcides Neto

Durante o inverno a baixa umidade do ar resseca a pele dos moradores de Catalão. Nas quartas-feiras, antes do trabalho, Sandro nada em uma piscina de um clube cidade. Foi à beira da piscina que conheceu Maicon. Sandro deseja Maicon, mas seus olhares nunca se cruzaram. 


6 a 9, sexta a segunda, 19h, entrada franca
CINEFOOT – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL
A emoção do futebol e a magia do cinema na terceira edição do CINEFOOT em Niterói
(ver programação abaixo)

6 a 9, sexta a segunda, 21h10
RAFIKI
África do Sul/Quê/Fra, 2018, 82’, 14 anos
De Wanuri Kahiu
Com Samantha Mugatsia, Sheila Munyiva, Jimmi Gathu

Kena e Ziki são grandes amigas e, embora suas famílias sejam rivais políticas, as duas continuaram juntas ao longo dos anos, apoiando uma a outra na batalha pela conquista de seus sonhos. A relação de amizade transforma-se em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade conservadora em que vivem. As jovens terão que escolher entre experienciar o amor que partilham, ou se distanciar em função de uma vida segura. Melhor Filme no Festival de Cinema LGBT de Madrid 2018, Melhor Filme no Festival de Cinema Queer de Seattle 2018 e outros quatorze prêmios internacionais.




Dia 10, terça, 19h, entrada franca
Exibição seguida de debate com o delegado Orlando Zaccone, o diretor Patrick Granja e o cineasta Arthur Moura
LIVRES
Brasil, 2019, 80´, 14 anos
De Patrick Granja
Com Bagalá, Gilson da Maia, Fábio Gregorio, Fábio Gomes, Renee, Márcio Souza, Ellan Lustosa

Seis homens com um ideal: usar o cinema como instrumento de denúncia e visibilidade para as mazelas das prisões brasileiras. A vida na cadeia fez a imaginação desses ex-presos voar para fora das grades e usar a arte como potencial ferramenta de reconstrução humana. Livres é um docudrama que fala sobre racismo, prisão, tortura e violações de direitos, mas também grita sobre liberdade, sonhos e justiça.




Dia 11, quarta, 19h, entrada franca
EL CREDO
Argentina, 2019, 87’, 14 anos
De Alan R. Sasiain

O filme relata a ascensão e queda de grupos fascistas autoproclamados na cidade litorânea de Mar del Plata. Em uma comunidade marcada pelo desemprego e pela precariedade dos jovens, uma organização neonazista caminha violentamente até encontrar uma sociedade mobilizada que enfrenta o ódio, o racismo, a xenofobia e a discriminação.





CINEFOOT – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL
A emoção do futebol e a magia do cinema na terceira edição do CINEFOOT em Niterói
6 a 9 de setembro | 19h | entrada franca

Uma seleção mundial de renomados filmes internacionais e uma premiere brasileira sobre as origens do futebol feminino. Todos inéditos em Niterói.
O CINEFOOT, único festival de cinema de futebol do Brasil e pioneiro na América Latina, dá o pontapé inicial no dia 6 de setembro para a sua terceira edição em Niterói apresentando uma seleção inédita na cidade, que terá entrada franca em todas as sessões no CINE ARTE UFF.
Ao longo da sua trajetória o CINEFOOT transformou-se numa das mais importantes plataformas de exibição da cinematografia mundial de futebol e chega pela terceira vez em Niterói apresentando uma programação com 8 filmes. Trata-se de uma seleção internacional de primeira linha, com filmes da Colômbia, Itália, França, Peru, Estados Unidos, Venezuela e uma coprodução México/Peru, além do Brasil.

Dia 06, sexta, 19h

TRIUNFO
Triumph, EUA, 2017, 88’, 12 anos
De Charlie Askew e Kreshnik Jonuzi

Em relação ao futebol, a Albânia dificilmente está no mapa e quando se classifica para a UEFA Euro 2016 em um jogo contra a Sérvia, seus torcedores estão em êxtase. No entanto, as tensões étnicas fazem surgir conflitos acalorados e um drone sobrevoa o estádio com uma bandeira que ilustra a Grande Albânia. Este contexto político toca o futebol intensamente e vice-versa. Prêmio do Público no Festival Internacional de Documentários e Curtas Metragens Dokufest 2018.

Dia 07, sábado, 19h, 12 anos, 108‘

RADAR, UM TIME! UMA NAÇÃO!
Brasil, 2019, 25’, 12 anos
De Douglas Lima e Jefferson Rodrigues

Quando o futebol feminino foi autorizado no Brasil em 1979, um clube saiu da praia para dominar os campos e a modalidade na década de 80. O Radar E.C. foi o precursor do futebol feminino no Brasil, encheu o Maracanã e foi responsável pela formação da primeira Seleção Brasileira. Uma história apaixonante de um clube que representou uma nação.

NOS CHAMAM GUERREIRAS
Nos llaman guerreras, Venezuela, 2018, 83’, 12 anos
De Jennifer Socorro e Edwin Corona Ramos

Em um país dilacerado pela agitação política e econômica, uma equipe de mulheres jovens refugia-se em um esporte que se eleva acima de sua pobreza pessoal e do status social de gênero. Quando a equipe Sub-17 fica invicta em toda a América do Sul, essas mulheres estão em posição de ganhar nova aceitação e voz. Melhor documentário no Festival de Cinema de Atlanta 2018.

Dia 08, domingo, 19h, 12 anos, 107‘

O TORCEDOR
El Hincha, México, Peru, 2018, 7’, 12 anos
De Chriss Porras Quintanilla

Inti, de sete anos, vive a pior tarde da sua curta vida, como seu ídolo Paolo Guerrero, quando perde a partida que poderia levar a Seleção do Peru para a Copa do Mundo depois de 36 anos, tendo como único aliado a sua mãe-avó Lu, que parece ter uma enfermidade diante das jogadas da Nova Zelândia.

CONTIGO PERU
Contigo Perú, Peru, 2018, 100’, 12 anos
De Eduardo Mendoza

A classificação histórica da seleção peruana para a Copa do Mundo de 2018 na Rússia e sua participação no olhar intimista dos jogadores, do comando técnico e dos torcedores peruanos que, com seu incessante e incondicional incentivo, se tornaram a melhor torcida do mundo.

Dia 09, segunda, 19h, 12 anos, 87‘

3 PÉS
3 piés, Colômbia, 2018, 14’, 12 anos
De Giselle Geney

A história de Gonzalo, um menino de dez anos que mora numa cidade no campo colombiano e tem que chegar com os sapatos limpos na sua escola para evitar o pior castigo do mundo: que seu professor tire a sua bola até o final do ano.

YASMINA
França, 2018, 21’, 12 anos
De Claire Cahen e Ali Esmili

Yasmina, de quinze anos, do Marrocos, é apaixonada pelo portão do clube de futebol Saint-Étienne. Porém um drama familiar pode interromper seu sonho.

PELÉ, O ÚLTIMO SHOW
L'ultimo spettacolo di Pelè  Itália, 2018, 52’, 12 anos
De Emanuela Audisio e Matteo Patrono

Em 1977 o Rei do Futebol deixou seu trono vago. Uma viagem pelo último jogo de Pelé. Portland, Oregon, diante de mais de 35.000 pessoas, Pelé faz sua última partida como profissional no final de uma carreira prodigiosa.


Ingressos
Inteira – R$ 16,00 | Meia – R$ 8,00 (exceto segundas-feiras)
Segunda-feira – Promoção “Meia-entrada para todos” – R$ 5,00

Rua Miguel de Frias 9 Icaraí Niterói RJ (21) 3674-7511 | 3674-7512 www.centrodeartes.uff.br


'Babenco', filme de Bárbara Paz ganha o prêmio da crítica independentente em Veneza

'Babenco', filme de Bárbara Paz ganha o prêmio da crítica independentente em Veneza


“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, conquistou o Prêmio da Crítica Independente no 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza.  O filme é produzido por Bárbara Paz, Myra Babenco e os irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane.

Para Bárbara a justificativa do júri (“porque o cinema está filmando a memória, porque o cinema está contando a história daqueles que vivem, daqueles que viveram, porque o cinema está comemorando o amor, porque o cinema é amor”) representa o que ela pensa do filme e do cinema: “Eles entenderam tudo isso e estou muito emocionada. O cinema é amor”, comenta a diretora.

O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.



SINOPSE:
“Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre ela” – disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que não lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missão e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte.

Nesta imersão amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situações íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida.

Do primeiro câncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die é o primeiro filme de Bárbara Paz mas, também, de certa forma, a última obra de Hector - um filme sobre filmar para não morrer jamais.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Bárbara Paz
Elenco: Hector Babenco, Willem Dafoe, Bárbara Paz
Roteiro: Maria Camargo, Bárbara Paz
Direção de fotografia: Stefan Ciupek, Carolina Costa, Bárbara Paz
Montagem: Cao Guimarães e Bárbara Paz
Consultoria de montagem: Yael Bitton
Supervisão de Edição de Som: Miriam Biderman, ABC ; Rodrigo Ferrante
Trilha Sonora Original: O Grivo
Produtor associado: Willem Dafoe e Petra Costa
Produção: HB Filmes
Coprodução: Gullane e Ava Filmes, Lusco Fusco,  Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil
Produtores: Bárbara Paz, Myra Babenco, Caio Gullane e Fabiano Gullane
Distribuição Brasil: Imovision

SOBRE A DIRETORA
 Bárbara Paz é atriz, diretora e produtora. Brasileira, se formou pela Escola de Teatro Macunaíma e pelo Centro de Pesquisa Teatral CPT de Antunes filho e atualmente faz parte do grupo 'TAPA'. No teatro, trabalhou em mais de 25 peças, protagonizando espetáculos de Oscar Wilde a Tennessee Williams. Em 2013, pela sua trajetória como atriz, recebeu do Ministério da Cultura a Medalha Cavaleiro 2013, Honra ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura. Bárbara, que também é contratada da TV Globo, onde participou de diversas séries e novelas. Apresenta o programa A Arte do Encontro, no Canal Brasil, onde conversa com grandes nomes do cenário artístico brasileiro.
No cinema, como atriz participou de vários longas e curtas-metragens incluindo Meu amigo Hindu, último filme de Hector Babenco ao lado de Willem Dafoe, Como diretora adentrou o universo dos curtas-metragens, produzindo e dirigindo programas e filmes. O Documentário “Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” é seu primeiro longa-metragem.
SOBRE A HB FILMES

A HB Filmes é uma empresa de produção cinematográfica, fundada por Hector Babenco nos anos setenta. É internacionalmente conhecida, tendo produzido e sido consultora especial de inúmeras produções internacionais que foram realizadas no Brasil.

Desde sua fundação, a HB Filmes tem se dedicado à atividade, tendo em seu currículo a honra de ter um filme, “O Beijo da Mulher Aranha”, com quatro indicações ao prêmio máximo da indústria cinematográfica mundial, o OSCAR, inclusive tendo sido indicado à Categoria de Melhor Filme,  Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, vencendo na categoria de Melhor Ator (William Hurt). A empresa também produziu “Ironweed” indicado ao Oscar de Melhor Atriz e Melhor Ator e ao Globo de Ouro de Melhor Ator.

Também tem em seu currículo a produção de “Pixote, a Lei do Mais Fraco” que, entre inúmeros prêmios internacionais, é considerado “um dos dez melhores filmes da década de 80” numa enquete realiza pela revista norte-americana ‘Première’ .

O filme “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia”, teve mais de oito milhões de espectadores em salas de cinema no Brasil, um recorde raras vezes superado por ouras produções nacionais ou estrangeiras. HB produziu ainda “Brincando nos Campos do Senhor” com Kathy Bates, John lithgow, Tom Waits e Daryl Hannah .

Além destes filmes, a HB Filmes também produziu “O Rei da Noite” (1975), “Besame Mucho” (1986) e “O Passado”, com Gael Garcia Bernal. A empresa também produziu os filmes “Coração Iluminado” e ”Carandiru” ambos tiveram estreia mundial no Festival de Cannes.

 A última produção foi “Meu Amigo Hindu”, estrelado por Willen Dafoe, que recebeu 5 indicações no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Após a morte de Hector, a filha Myra Babenco assumiu a direção da produtora, trabalhando nos restauros de seus filmes.

SOBRE A GULLANE  
Em 1996, os irmãos Caio e Fabiano Gullane fundaram a Gullane, hoje somando mais de 40 filmes com destaque no Brasil e no exterior, 25 séries de televisão, inúmeros especiais e documentários. “Carandiru”, “Bicho de sete cabeças”, “O ano em que meus pais saíram de férias”; a franquia “Até que a sorte nos separe”; “Que horas ela volta?”, "Como nossos pais”, "Bingo, O rei das manhãs”; as séries “Alice” (HBO), “Unidade Básica” (Universal) e “Carcereiros” (TV Globo) são algumas das obras realizadas pela Gullane nos últimos anos. Uma produtora ativa no crescimento do audiovisual brasileiro que compõe seus projetos com os melhores talentos e parceiros do entretenimento. Sua capacidade e empenho em todas as etapas de realização a garantiu importantes coproduções internacionais e a comercialização de suas obras para mais de mais de 60 países, levando a identidade do cinema nacional mundo a fora.  

Caracterizada por sensibilizar e movimentar reflexões através de suas histórias a Gullane já acumulou mais de 500 prêmios e nomeações em sua carreira, além de ter seus projetos reconhecidos nas seleções oficiais dos festivais mais importantes do mundo como: Oscar, Cannes, Berlim, Sundance, Toronto, Veneza e o prêmio Emmy.

SOBRE A GLOBONEWS / GLOBO FILMES: 
A associação entre a GloboNews e a Globo Filmes tem entre seus principais objetivos formar plateias para o documentário e, em consequência, ampliar o consumo desses filmes nas salas de cinema. A parceria tem contribuído para um importante estímulo ao documentário no Brasil, onde o gênero ainda tem pouca visibilidade quando comparado aos demais países. A iniciativa visa o fortalecimento e a promoção dentro do mercado audiovisual brasileiro, através da coprodução e da exibição desses longas.

O projeto completa cinco anos em 2019 e a parceria estimula a criação de longas-metragens que, após a exibição nas salas de cinema, vão ao ar na emissora. Ao longo desse período, os filmes foram vistos por mais de seis milhões de pessoas no canal por assinatura e o alcance médio das produções foi de 450 mil telespectadores por exibição.

Foram lançados filmes como Brasil: DNA ÁfricaCidades Fantasmas, vencedor do Festival É Tudo Verdade 2017, Slam: Voz de Levante e Pitanga, premiados respectivamente nos Festivais do Rio e de Tiradentes em 2017, e A Corrida do Doping até o momento, o filme mais visto na faixa da GloboNews.

Outros destaques foram o longa coletivo 5 x Chico – O Velho e Sua Gente, sobre comunidades banhadas pelo Rio São Francisco, selecionado para quatro festivais internacionais na França; Tim Lopes - Histórias de Arcanjo, sobre a trajetória do jornalista morto em 2002; Betinho - A Esperança Equilibrista, que narra a vida do sociólogo Herbert de Souza, Menino 23que acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, ambos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2016 e 2017, respectivamente; Setenta, de Emília Silveira, sobre a militância política nos anos 1970, que recebeu dois prêmios no 8º Festival Aruanda (Paraíba), incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular; e o premiado Meu nome é Jacque, de Angela Zoé, que enfoca a diversidade sexual a partir da experiência da transexual Jacqueline Rocha Cortês, eleito o Melhor Longa Nacional pelo júri do Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema 2016.

Entre 2018 e 2019, são mais de 65 filmes em produção, envolvendo mais de 60 produtoras de diferentes regiões do país, ajudando a fomentar o mercado.

FONTE: PRIMEIRO PLANO ASSESSORIA DE IMPRENSA.

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