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domingo, 7 de outubro de 2018

‘A SOMBRA DO PAI’ FOI SELECIONADO PARA O FESTIVAL DO RIO




“A SOMBRA DO PAI”, da diretora Gabriela Amaral Almeida, é um dos selecionados para mostra competitiva da Première Brasil do Festival do Rio, que acontece de 1º a 11 de novembro, no Rio de Janeiro. O longa concorrerá ao Troféu Redentor ao lado de outros oito filmes brasileiros.

Protagonizado por Júlio Machado (Joaquim) e Nina Medeiros (As Boas Maneiras), A SOMBRA DO PAI conta a história de Dalva, uma menina de nove anos às voltas com o silêncio do pai, o pedreiro Jorge (Júlio Machado), que fica mais e mais triste após perder o melhor amigo em um acidente. A irmã de Jorge, Cristina (Luciana Paes, de O Animal Cordial), administrava a vida de pai e filha desde a morte da mãe da menina, há três anos. Quando Cristina deixa a casa do irmão para se casar, Jorge e Dalva precisam enfrentar a distância que os separa.
Fã de filmes de terror, Dalva acredita ter poderes sobrenaturais e ser capaz de trazer a mãe de volta à vida. À medida que Jorge se torna mais e mais ausente – e eventualmente perigoso –, a Dalva resta a esperança de que sim, sua mãe há de voltar.
O filme aborda as consequências da inversão de papéis entre um pai e uma filha, que enfrentam uma situação de exceção, através de uma narração realista, com toques de horror e fantasia, marcas registradas da diretora.
Ainda sem data de lançamento, A SOMBRA DO PAI teve estreia mundial no  51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em setembro, e levou os troféus Candango de Melhor Som (Daniel Turini), Melhor Montagem (Karen Arkeman) e Melhor Atriz Coadjuvante ( Luciana Paes). O filme é uma produção da Acere em coprodução com a RT Features.
SINOPSE
Quando uma criança é obrigada a virar o “adulto da casa” porque seu pai está doente e a sua mãe, morta, há uma inversão na ordem natural das coisas. A infância se transforma em saga. E a paternidade frustrada, em condenação.
FICHA TÉCNICA
Direção e roteiro: Gabriela Amaral Almeida
Argumento: Gabriela Amaral Almeida
Elenco: Júlio Machado, Nina Medeiros, Luciana Paes
Produção: Acere
Coprodução: RT Features
Produção: Rodrigo Sarti Werthein, Rune Tavares e Rodrigo Teixeira
Produção Executiva: Rodrigo Sarti Werthein e Rune Tavares
Direção de Fotografia: Bárbara Álvarez
Direção de Arte: Valdy Lopes Jn.
Montador: Karen Akerman
Trilha Sonora: Rafael Cavalcanti
Idioma: Português
Gênero: Drama / Fantasia / Horror
Ano: 2018
País: Brasil
Classificação: 16 anos
SOBRE A DIRETORA
A SOMBRA DO PAI é o segundo projeto de longa-metragem de Gabriela Amaral Almeida, e estreia em Festivais quase simultaneamente à estreia comercial de seu primeiro filme, O ANIMAL CORDIAL (em cartaz nos cinemas brasileiros a partir do dia 9 de agosto). Diretora, roteirista e dramaturga, Gabriela é Mestre em literatura e cinema de horror pela UFBA (Brasil) com especialização em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba. Escreveu (e escreve) para outros diretores, como Walter Salles, Cao Hamburger e Sérgio Machado. Como diretora, realizou os curtas “Náufragos” (2010, co-dirigido com Matheus Rocha), “Uma Primavera” (2011), “A Mão que Afaga” (2012), “Terno” (2013, co-dirigido com Luana Demange) e “Estátua” (2014). O conjunto de seus curtas foi selecionado para mais de cem festivais nacionais e internacionais, tais como o Festival de Cinema de Brasília, o Festival Internacional de Cinema de Roterdã, o Festival de Curtas de Nova York, dentre outros.
São destaque os prêmios recebidos por algumas destas obras, como os prêmios de melhor roteiro, melhor atriz (para Luciana Paes) e prêmio da crítica no 45o Festival de Cinema de Brasília para “A Mão que Afaga”, e os prêmios de melhor atriz (para Maeve Jinkings) e melhor roteiro para “Estátua!”, no mesmo festival, dois anos depois. Com o seu projeto de longa-metragem “A Sombra do Pai”, foi selecionada para os laboratórios de Roteiro, Direção e Música e Desenho de Som do Sundance Institute. O projeto contou com a assessoria de Quentin Tarantino (“Pulp Fiction”), Marjane Satrapi (“Persépolis”), Robert Redford (“Butch Cassidy and the Sundance Kid”), dentre outros.
Seu mais recente trabalho como roteirista foi para o média-metragem “A Terra Treme”, drama ambientado na tragédia ambiental ocorrida em Mariana, Minas Gerais. Dirigido por Walter Salles, o curta integra uma antologia composta por cinco curtas, dirigidos por outros quatro diretores além de Salles: Aleksey Ferdochenko (Rússia), Madhur Bhandarkar (Índia), Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul) e Jia Zhangke (China). O filme coletivo estreia no Festival de cinema BRICS, em Chengdu, na China, em junho deste ano (2017).
Atualmente, trabalha no desenvolvimento de seu próximo longa-metragem, uma fábula de exorcismo (ainda sem título), a ser produzida também pela RT Features. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME.
Sobre a ACERE
A ACERE é uma produtora audiovisual, fundada em 2007, focada na criação e desenvolvimento de conteúdos originais. Em 2016 a produtora lançou o longa “Entre idas e vindas” de José Eduardo Belmonte, com Ingrid Guimarães, Fabio Assunção e Alice Braga. Em 2017, a produtora finalizou aprodução do longa “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida, com lançamento comercial programado para o primeiro semestre de 2019. Também em 2017 estrutura-se seu Núcleo Criativo com parcerias artísticas com realizadores e autores como José Eduardo Belmonte, Pablo Stoll, Luiz Eduardo Soares, Ismail Xavier, Aarón Fernandez, Pedro Freire, Marcos Faustini, Jorge Saad Jafet, Maíra Bühler., entre outros. Em 2018, a produtora está em produção do longa "O Homem Cordial" de Iberê Carvalho com Paulo Miklos e Thaíde no elenco. Para 2019 prepara-se para filmar, “A Fúria”, de Ruy Guerra, e “Os Bacaninhas”, produção infanto-juvenil com direção de Alexandre Boury.

Fonte:

Sinny Assessoria e Comunicação

'LOS SILENCIOS', DE BEATRIZ SEIGNER, É SELECIONADO PARA O FESTIVAL DO RIO

Longa com Enrique Diaz e Marleyda Soto terá exibição Hors Concours na Première Brasil

"Los Silencios", de Beatriz Seigner ("Bollywood Dream - O Sonho Bollywoodiano") foi selecionado para o Festival do Rio e terá exibição Hors Concours na Première Brasil. O longa conquistou os prêmios de melhor roteiro, melhor fotografia e melhor som na Mostra Internacional de Cinema de São Luís e melhor direção (Beatriz Seigner) e melhor filme pela crítica da Abraccine no 51º Festival de Brasília. O filme segue também para os festivais de cinema de San Sebastián, Biarritz, Haifa (Israel), Vancouver, Noruega, China e Índia. A estreia mundial aconteceu na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes.

O filme conta a história de Amparo (Marleyda Soto), que tem que lidar com o desaparecimento da filha e do marido (Enrique Diaz), enquanto espera seus documentos para passar pela fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru, fugindo dos conflitos armados na região. Para o roteiro do filme, que também é assinado por Beatriz, a diretora conversou com cerca de 80 famílias colombianas vivendo no Brasil e na região da fronteira. Com uma equipe formada majoritariamente por mulheres, Sofia Oggioni assina a direção de fotografia, Renata Maria foi responsável pela montagem, a direção de arte ficou a cargo de Marcela Gómez, Ana María Acosta assina o figurino, e Mari Figueiredo, a maquiagem.

A Miríade Filmes e a Enquadramento Produções assinam a produção junto com a conceituada produtora francesa Ciné-Sud Promotion e a colombiana DíaFragma Fábrica de Películas. O filme foi destacado como uma das cinco produções brasileiras para se ficar de olho pela revista do Marché du Film do Festival de Cannes. O Canal Brasil assina a coprodução. “Los Silencios” é uma codistribuição da Descoloniza Filmes com a Vitrine Filmes.

SINOPSE:
Nuria, Fábio e sua mãe Amparo (Marleyda Soto) chegam a uma pequena ilha no meio da Amazônia, na fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. Eles fugiram do conflito armado colombiano onde o pai (Enrique Diaz) desapareceu. Certo dia, ele reaparece na nova casa de palafitas. A família é assombrada por esse estranho segredo e descobre que a ilha é povoada por fantasmas.


ELENCO:
Marleyda Soto (Amparo)
Enrique Diaz (Adão)
María Paula Tabares Peña (Núria)
Adolfo Savinvino (Fábio)
Astrid Fernanda López Martínez (Exlendy)
Doña Albina (Abuelita)
Yerson Castellanos (Coyote)
Heider Sanchez (Presidente da Ilha)
Leidy Prieto Echeverry (Vendedora de Arepas)
Alida Pandurro (Maria)
José Manuel Ortega (Señor Sisisi)

FICHA TÉCNICA:
Roteiro e Direção: Beatriz Seigner
Produção: Beatriz Seigner, Leonardo Mecchi, Thierry Lenouvel, Daniel Garcia
Produção Executiva: Leonardo Mecchi
Direção de Produção: Sidney Medina, Maria Fernanda Henao
Direção de Fotografia: Sofia Oggioni
Direção de Arte: Marcela Gómez
Figurino: Ana María Acosta
Maquiagem: Mari Figueiredo
Técnico de Som: Gustavo Nascimento
Montagem: Renata Maria
Still/Making Of: Juliana Vasconcelos
Empresas produtoras: Miríade Filmes, Enquadramento Produções, Ciné-Sud Promotion, DíaFragma Fábrica de Películas
Coprodução: Canal Brasil
Distribuidora: Descoloniza Filmes e Vitrine Filmes

COPRODUÇÃO / CANAL BRASIL:
Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2018, o canal atinge a marca de 300 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos uma importância imensurável dentro do cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas recém coproduzidos estão “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor; “Canastra Suja” de Caio Soh; “Tungstênio” de Heitor Dhalia e “Berenice Procura” de Allan Fiterman.

DISTRIBUIDORA / VITRINE FILMES:
Em oito anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 120 filmes. Entre seus maiores sucessos estão "Aquarius" e "O Som ao Redor", de Kleber Mendonça Filho, "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho", de Daniel Ribeiro e o americano "Frances Ha", dirigido por Noah Baumbach, indicado ao Globo de Ouro em 2014.
Em 2017, a Vitrine lançou "O Filme da Minha Vida", terceiro longa como diretor de Selton Mello, e "Divinas Divas", dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto no ano.
Alguns dos mais importantes lançamentos deste ano da Vitrine foram "Paraíso Perdido", de Monique Gardenberg, "O Processo", de Maria Augusta Ramos, que já está entre os 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional e "Benzinho", dirigido por Gustavo Pizzi e protagonizado por Karine Teles, exibido no Festival de Sundance.

DISTRIBUIDORA / DESCOLONIZA FILMES:
Fundada em 2017 por Ibirá Machado, em sociedade com a cineasta Beatriz Seigner, a Descoloniza Filmes nasceu com o propósito de equiparar a distribuição de filmes dirigidos por mulheres e que tragam novas propostas narrativas e temáticas, contribuindo com a construção de uma nova forma de pensar.
Em 2018, a Descoloniza lançou o filme argentino "Minha Amiga do Parque", de Ana Katz, vencedor do prêmio de melhor roteiro no Festival de Sundance, "Híbridos - Os Espíritos do Brasil", de Priscilla Telmon e Vincent Moon, o chileno "Rei", de Niles Attalah, vencedor do grande prêmio do júri no Festival de Roterdã, e "Como Fotografei os Yanomami", de Otavio Cury.

Fonte: Julia Moura/ Primeiro Plano Assessoria de Imprensa

CCBB exibe mostra 'O cinema interior de Phillippe Garrel'


"À Sombra de Duas Mulheres" e "Amante por um dia" serão exibidos na Mostra “O cinema interior de Philippe Garrel”, respectivamente, nas cidades do Rio de Janeiro e Brasília


Uma retrospectiva completa da obra de Philippe Garrel será apresentada nos CCBB Rio de Janeiro – de 17 de outubro a 5 de novembro –  e Brasília – de 30 de outubro a 18 de novembro.  A mostra “O cinema interior de Philippe Garrel” com curadoria de Maria Chiaretti e Mateus Araújo, exibirá 24 filmes realizados por Garrel - um passeio pelos 53 anos de carreira do artista, partindo do primeiro aos seus trabalhos mais recentes, como: "À sombra de duas mulheres" (2015) e "Amante por um dia" (2017), ambos com distribuição da Fênix Filmes.

Nascido em Paris e um dos mais importantes cineastas afluentes da Nouvelle Vague, Philippe Garrel é produtor, roteirista, editor, diretor e, ainda, ator em alguns de seus filmes e de outros cineastas. Com 70 anos completos em 2018, Garrel teve a sua estreia no cinema aos 16 anos, com o curta ‘Os jovens desajustados’, filme que marca o prenúncio do seu estilo de fazer cinema.  O cineasta continua a filmar em 35mm, formato que será privilegiado na mostra.




À sombra de duas mulheres | L’Ombre des femmes, 2015, França/Suíça, p&b, 73’, digital, CI: 14 anos

Com Stanislas Merhar, Clotilde Courau, Léna Paugam, Vimala Pons, Mounir Margoum, Jean Pommier, Thérèse Quentin, Antoinette Moya
Pierre e Manon, um casal de documentaristas, sobrevive fazendo bicos. Pierre se apaixona por uma estagiária, enquanto Manon tem um caso paralelo com outro homem. Quando Pierre descobre a infidelidade da companheira, ambos se veem obrigados a encarar difíceis decisões.

Amante por um dia | L’Amant d’un jour, 2017, França, p&b, 90’, digital, CI: 14 anos
Com Esther Garrel, Louise Chevillotte, Éric Caravaca
Um professor de filosofia tem um caso com uma aluna, Ariane. Jeanne, sua filha, tem a mesma idade de sua amante e acaba se mudando para a casa do pai após o término de um namoro. A partir daí nasce uma surpreendente amizade entre as duas jovens.

Serviço: Informações da Mostra
“O cinema interior de Philippe Garrel”  
Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro CEP: 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)(21) 3808-2020
ccbbrio@bb.com.br Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21 horas

Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
SCES, Trecho 02, lote 22 CEP: 70200-002 | Brasília (DF)(61) 3108-7600
ccbbdf@bb.com.br Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21 hora

Fonte: Narda Stael Gracine/ Assessoria de Imprensa
Fênix Distribuidora de Filmes.



'Venon' estreia nos cinemas


Novo filme inspirado no personagem da Marvel, protagonizado por Tom Hardy, estreia em 1450 salas  em todo o país

Um misto de vilão e herói, assim é Venom, um monstro parasita que utiliza o corpo do jornalista Eddie Brock (Tom Hardy) como hospedeiro. Fundido ao corpo de Eddie, o alienígena simbiótico confere ao jornalista superpoderes, enquanto este vai influenciando o modo como àquele vê o nosso mundo. Assustador, implacável e, ao mesmo tempo, engraçado, Venom é um anti-herói carismático. Ele interfere na vida de Eddie Brock, quando o jornalista começa a investigar as atividades do notório fundador da Fundação Vida, Carlton Drake (Riz Ahmed). E, inclusive, em seu relacionamento com a namorada Anne Weying (Michelle Williams).


O personagem surgiu há trinta anos, na edição em HQ The Amazing Spider-Man#300,  e se tornou um dos mais populares da Marvel. Com presas enormes, dentes afiados e uma língua longa e sinuosa, Venom é assustador, espirituoso e possui umas tiradas muito engraçadas, mostrando certa empatia pelo seu hospedeiro Eddie. O produtor Avid Arad afirma que o filme vira o avesso as convenções de super-heróis:"Eddie Brock e Venom são dois indivíduos muito diferentes que, juntos, mudam as vidas um do outro. (...) Essa história é assustadora, intensa e engraçada pra caramba. Ela parece dura, sombria, mas também é leve e otimista, e se distancia de muitos filmes de super-heróis com uma história única. O  Eddie desperta o lado bom de Venom. E o Venom se torna a consciência do Eddie. É preciso que o mocinho e o vilão exerçam sua influência mútua um sobre o outro para que possam salvar todos nós."

O diretor Rubem Fleischer sabia que precisava de um ator talentoso que soubesse dar vidas às personalidades de Eddie e Venom. A escolha de Tom Hardy, indicado ao Oscar por O Regresso (2016), e Dunkirk (2017),  foi mais que acertada. Hardy é um dos atores mais versáteis e talentosos da atualidade, vencedor do  Critics Choice Awards como melhor ator de filme de ação por Mad Max: Estrada da Fúria (2015), além de premiado como melhor ator no British Independent Film por Legend (2015), um drama policial dirigido por Brian Helgeland. De acordo com Fleischer sobre Tom Hardy: "Ele é realmente inspirador. E acho que todos da equipe confiam plenamente na maneira como ele criou Eddie Brock. E além de tudo isso, o Tom é hilário, e era exatamente isso que precisávamos para trazer o Venom à vida para os espectadores".

O ator ficou empolgado em interpretar o personagem de HQ: "Venom é legal, cara - ele é foda. Meu filho estava me contando tudo sobre ele - ele ama o Venom. É um ótimo personagem para se interpretar, porque o Venom é implacável e, basicamente, não tem regras. Ele é muito complexo". De acordo com Hardy, a ideia da simbiose entre os personagens de Venom e Eddie Brocks proporciona uma riqueza psicológica a ser explorada na interpretação: "Havia muito espaço a ser explorado dentro da dinâmica psicológica desse filme de super-herói. E acho isso emocionante, porque trata-se de uma personalidade múltipla: um é um personagem humano e o outro é um alienígena. Eu contraceno com uma criatura de 2m de altura. E Eddie Brock tem que lidar com isso vivendo dentro dele. Os dois se fundem num só. 'Nós somos Venom' é o seu mantra."

Para interpretar o inimigo de Venom foi escalado o ator, rapper e ativista britânico, ganhador do Globo de Ouro, Riz Ahmed. Na pele do imoral Carlton Drake, o diretor da Fundação Vida, Ahmed interpreta um vilão sofisticado, que posa de cientista filantropo, mas na verdade é um criminoso complexo, um visionário sem escrúpulos. Para o ator, o personagem é o retrato de um pensador ambicioso, com recursos, fascinado com a exploração do mundo atual, mas que não vê limites para conseguir seu intento. 

Segundo Ahmed: "Carlton Drake é alguém que está olhando para a realidade da vida na terra e o que a sociedade humana fez ao planeta" (...) "Para ele, o futuro envolve a exploração espacial. Envolve tentar explorar formas de vida alienígena para que os humanos possam encontrar uma casa no espaço". (...) "Ele fica muito frustrado ao ver que Eddie Brock, um jornalista que tentou derrubá-lo, consegue se fundir com essas criaturas alienígenas divinas, conhecidas como simbiontes. Ele não considera Eddie digno, e o Carlton acha que ele deve ser o escolhido para nos levar ao próximo estágio da espécie humana. Ele está tentando encontrar um futuro para todos nós, mas, como sempre, resta a pergunta: quantos ovos você está disposto a quebrar para fazer uma omelete?"


A atriz Michelle Williams interpreta a ex-namorada de Eddie, a advogada Anne Weying. A atriz vibrou em contracenar com Tom Hardy. Segundo Wiiliams, "Não há nada que o Tom não possa fazer. Ele é absolutamente talentoso, mas é maravilhoso trabalhar com ele, porque ele é capaz de dar saltos ilógicos. É capaz de dar saltos que, de repente, levam você para um lugar dentro da cena totalmente diferente do que você jamais teria imaginado logicamente. É tão divertido e é tão libertador". 

O relacionamento entre Anne Weying e Eddie Brocks é marcado pela decepção, mas o amor ainda está ali, apesar da tensão constante entre os personagens. Segundo Williams: "Embora o ame, ela não pode mais suportar seu péssimo comportamento. Mas o amor realmente não acabou, e é isso que os conecta ao longo do filme". Conforme o produtor Avid Arad, sobre a personagem: "Anne está no cerne da nossa história. Ela não vai ceder nem desistir e vai fazer o que for preciso. Ela desejaria poder recuperar o Eddie não danificado e vê sinais disso acontecer". 

Outra personagem feminina de destaque na trama é a cientista Dora Skirth, interpretada por Jenny Slate. A personagem é a informante que denuncia Drake para Eddie. 


Venom é uma combinação de humano e alienígena, realizado totalmente em computação gráfica. Durante as filmagens, a equipe contou com um substituto de 2m de altura para usar um capacete com uma esfera de referência para que o elenco pudesse interagir com o personagem. No set, um ponto foi colocado no ouvido de Hardy para que somente ele pudesse ouvir as falas de Venom.

Com muitas cenas eletrizantes de ação, o longa diverte e chega a ser romântico, revelando algumas surpresas até o último minuto. O espectador deve esperar na sala de cinema até o final dos créditos para não perder nada do filme.

VENOM é uma realização da Sony Pictures, Columbia Pictures, em Associação com Marvel e Tencent Pictures, com produção de Avi Arad, Matt Tolmach e Pascal Pictures.  Estrelado por Tom Hardy, Michelle Williams, Riz Ahmed, Scott Haze e Reid Scott, com direção de Ruben Fleischer. Roteiro de Jeff Pinkner, Scott Rosenberg e Kelly Marcel. 

* Trechos de entrevista com diretor, produção e elenco foram extraídas do Pressbook do filme, disponibilizado pela Primeiro Plano Assessoria de Imprensa. 

Elisabete Estumano Freire.







quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Disney divulga conteúdo sobre universo da trilogia de M. Night Shyamalan


De autoria do jornalista Alexandre Matias, o conteúdo divulgado pela Disney explica a conexão de VIDRO, novo longa de M. Night Shyamalan, com os anteriores Corpo Fechado (2000) e Fragmentado (2016). O filme fecha a trilogia envolvendo personagens que vivem a ilusão de serem super heróis ou vilões, como no universo dos quadrinhos. O lançamento de VIDRO está previsto para 17 de janeiro de 2019. Abaixo, o texto na íntegra:

Cena de "O Sexto Sentido" (1999)
"Plot Twist" é um termo usado para designar uma mudança repentina e inesperada no roteiro de um filme, que transforma completamente o ponto de vista acompanhado até aquele momento. É literalmente uma reviravolta no enredo, que mexe com toda a história a ponto de transformar protagonistas em coadjuvantes, histórias menores na narrativa principal, detalhes em pontos cruciais da trama. Um dos principais defensores desta técnica literária no cinema é o cineasta norte-americano (de origem indiana) M. Night Shyamalan, que transformou este recurso em sua assinatura desde seu primeiro filme, o já clássico O Sexto Sentido. 

Cena de "Fragmentado" (2016)
E a reviravolta que ele está dando em sua carreira com seus filmes mais recentes parece ter saído do roteiro de uma de suas produções. Ao final de Fragmentado, sua obra de 2016 estrelada por um surpreendente James McAvoy, ele desvendou  um segredo que ninguém jamais imaginava que pudesse acontecer ( e pare de ler por aqui se ainda não tiver o visto, pois lá vem spoiler): que o filme era uma continuação de seu segundo filme, Corpo Fechado, lançado no ano 2000. Sim, os personagens dos dois filmes habitavam o mesmo universo - e, mais do que isso, Shyamalan havia construído um universo compartilhado, que tem um novo capítulo com Vidro em janeiro de 2019, de super heróis debaixo do nariz de todos nós. Afinal, a grande reviravolta de Corpo Fechado  (e lá vem mais spoiler, caso você não tenha visto esse filme) era a revelação de que tudo que acontecia com o personagem David Dunn (vivido por Bruce Willis) tinha uma origem fantástica: ele era um super-herói! Mas não um super-herói já conhecido de outras histórias em quadrinhos, que veste uniforme e tem superpoderes bem definidos.  Dunn era um herói sem retoques, cru e vivendo o dilema de ter habilidades sobrenaturais que poderiam ajudar pessoas indefesas numa sociedade que não vê isso com bons olhos. 

Cena de "Corpo Fechado" (2000)
Corpo Fechado foi lançado no mesmo ano que X-Men, o marco zero da atual era de ouro dos super-heróis, que permitiu que a Marvel pudesse alcançar o velho sonho de Stan-Lee - fazer filmes tão divertidos e rentáveis quanto as histórias em quadrinhos da editora que imortalizou ( e com os mesmos personagens!) . Shyamalan talvez nem tenha percebido o quão visionário foi em lançar um filme de super-heróis completamente avesso ao que se espera de um filme do tipo - por todo o percurso de seu segundo filme, o diretor não dava a mínima pista de que aquele filme pudesse ir para esse cenário improvável para o grande cinema, naquela época. 

E quando  menos esperava - mais uma vez -, Shyamalan descortinou Fragmentado,  que aparentemente parecia ser uma história sobre uma pessoa com múltiplas personalidades que, ao final, revelava-se uma espécie de continuação do filme do ano 2000, criando um arco de personagens que se encaixam na típica formação dos super-heróis em quadrinhos: um herói (Dunn), um vilão (Kevin Wendell Crumb, o personagem de mcAvoy), e um mentor.

Este último é o protagonista do próximo filme do diretor, que escreveu e dirigiu todos os filmes (outro feito único no mundo dos super-heróis no cinema). Vidro conta a história do personagem Elijah Price, vivido por Samuel L. Jackson em Corpo Fechado,  que amarra o universo de personagens em uma trilogia de filmes de super-heróis autoral e que, ao contrário da imensa maioria das produções atuais, não é uma adaptação dos quadrinhos, apesar de reverenciar a estética deste formato, quase como um agradecimento do diretor. 


*Alexandre Matias é jornalista e cobre cultura há mais de 20 anos a partir de seu site www.trabalhosujo.com.br

FONTE: cid:image008.jpg@01CF423F.7018CC80
cid:B9E848B4-EC7B-41BD-B394-F7BCC5A77EE1Bianca Araújo Santos 
The Walt Disney Company (Brasil)





quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Sala Baden Powell realiza 'Festival Domingos Clássicos'


Desde setembro, acontece no Rio de Janeiro, o Festival Domingos Clássicos que está reunindo na Sala Baden Powell – Casa da Bossa, em Copacabana, uma sequência de 16 espetáculos de música clássica com intérpretes, artistas de diferentes orientações musicais e com diferentes organizações instrumentais e/ou vocais. O Festival, com a pianista Fernanda Chaves Canaud, é um espaço aberto para novos compositores contemporâneos, bem como para grupos de câmera nacionais e estrangeiros, orquestras, coros, minióperas e solistas da música de concerto, sempre com cunho didático e de formação de plateia para todas as idades. A iniciativa é apresentada pelo Ministério da Cultura e Instituto CCR, por meio da Lei Rouanet.

Os concertos semanais nas tardes de domingo têm como objetivo proporcionar uma experiência ímpar para o público, que nem sempre conta com possibilidade de acesso à música clássica tocada ao vivo. E a oportunidade de um contato estreito com os músicos.

No domingo dia 07, às 15h, a apresentação será do TRIO Em Família com Paulo Sérgio Santos, Caio Márcio Santos e Fernanda Canaud.

O TRIO EM FAMÍLIA é um encontro no palco da família de músicos que têm trabalhos autorais e acadêmicos individuais. Formado por Paulo Sérgio Santos (clarinete), Caio Márcio Santos (violão) e Fernanda Canaud (piano), o trio apresentará obras de Guinga, Nazareth, Piazzola, entre outros mestres em programa emocionante.

Caio Márcio Violonista e compositor. Carioca nascido em 1982, Caio Márcio Santos é Bacharel em Violão Clássico sob a orientação de Paulo Pedrassoli Jr. e em Composição Erudita pelo Conservatório Brasileiro de Música. Participou de cursos complementares ligados à improvisação com Hélio Delmiro, Lula Galvão, Genil Castro e Nelson Faria e à composição com Antonio Guerreiro de Faria, Tim Rescala, Alexandre de Faria, David Tygel e Alexandre Negreiros. 

Caio já dividiu palco com nomes nacionais e internacionais, dentre os quais se destacam: Yamandú Costa, Quinteto Villa-Lobos, Hamilton de Holanda, Bebê Kramer, Lula Galvão, Nicolas Krassik, Zé da Velha e Silvério Pontes, Gabriel Improta, Chico Pinheiro, Kliff Korman, Guinga, Hélio Delmiro, Rogério Caetano, Durval Ferreira, Jacques Morelembaum, Maria Bethânia, Elza Soares, Chico Cesar, Fátima Guedes, Roberta Sá, Zélia Duncan e Joyce Moreno. 

Em 2012, lançou o disco "Rio em Vermelho e Azul", em parceria com o baixista Dinamarquês Morten Ankarfeldt. No ano seguinte, formou o Rio Jazz 4 com Christina Von Bullow (sax), Morten Ankarfeldt (contrabaixo) e Cassius Theperson (bateria), registrado em novo disco, intitulado "Rio Jazz 4". Em 2014, foi contemplado com o Prêmio Funarte de Composição Clássica pela peça "Variações livres para quinteto de sopros". 

Paulo Sérgio Santos Clarinetista. Iniciou seus estudos de clarineta na Escola Villa-Lobos com o professor José Botelho e na Universidade Federal do Rio de Janeiro com Jayoleno dos Santos e José Carlos de Castro.

Sua formação musical ficou marcada pelo ecletismo, tendo trilhado caminhos em diferentes bandas de música, rodas de choro e orquestras sinfônicas. Foi o primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, atuando entre os anos de 1977 a 1995. Formou-se na UFRJ. Venceu inúmeros concursos, como o "Sul-América"e o "Eldorado". 

Integrou várias orquestras filamônicas e sinfônicas. Pertenceu ao corpo docente da Uni-Rio, também lecionou no "Festival de Verão", de Brasília, em 2000. Lecionou clarineta durante cinco anos na Uni-Rio. 

Seu filho, Caio Márcio (Caio Márcio Ferreira Chaves dos Santos), também é músico, violonista (graduado pelo Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música), respeitado como um dos grandes virtuoses no instrumento, além de produtor musical de discos e projetos musicais, tais como o "Instrumental Sesc". Foi convidado para apresentação em congresso internacionais de clarinetistas e festivais de música como os de Lubock, Oklahoma, Porto, Caracas, Perugia e Atlanta, entre outros internacionais, além de festivais nacionais como os de Campos de Jordão, Brasília, Ouro Preto, João Pessoa, Recife, Fortaleza, Curitiba, Londrina, Tatuí, Natal, Caxias do Sul, Aracaju, Diamantina e Salvador, entre muitos outros.

Ministrou aulas do instrumento no "Brazil Camp Festival", em Casader, na Califórnia. (EUA).

Possui uma vasta discografia como solista e camerista pelo selo Kuarup e ao lado de Guinga pela gravadora Biscoito Fino.

Fernanda Canaud, pianista brasileira, é Doutora em Música pela UNIRIO. Trabalhou na organização e fundação da Escola Superior de Música da Universidade Cândido Mendes (Nova Friburgo) e foi sua primeira diretora de 2001 até 2004. Lecionou piano nas universidades: UNIRIO (RJ) e UNINCOR em Leopoldina (MG). Desde 2000, é professora de piano e música de câmara nos cursos Técnico e Básico da Escola de Música Villa-Lobos (RJ). 

Paralelamente às suas atividades acadêmicas, atua intensamente, como solista, camerista e concertista, sempre interessada na divulgação da música brasileira clássica e popular. Como produtora, trabalhou na Sala Cecília Meireles e desde abril 2017 tem realizado a direção artística do Projeto de concertos DOMINGOS CLÁSSICOS da Sala Municipal Baden Powell.  

Realizou concertos com diversas orquestras brasileiras. No exterior apresentou recitais de piano em Paris, Amsterdã, Todi, Londres, Leeds, Lisboa, Alcobaça, Coimbra, Madrid, Bilbao, Bogotá e diversas cidades dos EUA. Tem 8 CDs lançados, por diversos selos, entre os quais três Cds com o selo Biscoito Fino. Em 2016 lançou um DVD nos Estados Unidos, com o selo Majestic Mews (EUA).
Em 2012, recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes (SP, 2012). 

Em 2018 estreou no cinema, tocando na trilha sonora do longa ANTES QUE EU ME ESQUEÇA de Tiago Arakilian, música original de Caio Márcio.

REPERTÓRIO:
VILLA-LOBOS 
GUINGA
PIXINGUINHA
PIAZZOLLA
RADAMÉS GNATTALI
CAIO MARCIO
ERNESTO NAZARETH

A Sala Baden Powell, onde acontece o Festival, disponibiliza a venda antecipada dos ingressos a preços populares (20% ingressos para o público em geral) e cobra valores convidativos na bilheteria da sala (50% dos ingressos por meio da bilheteria do teatro). 

Acessibilidade 
Quanto à acessibilidade física, a sala Baden Powell dispõe de elevador de acesso do 1º piso à sala e atende aos critérios de acessibilidade para facilitação de livre acesso a cadeirantes e pessoas idosas, oriundos de programas especiais de incentivo à cultura. 
Democratização de Acesso 

Para fins de formação de plateia aos alunos de escolas públicas de música e de Ongs parceiras da sala Baden Powell, será feita a divulgação dos concertos para o público interessado, na imprensa e nas mídias sociais, além de articular com as escolas de música para disponibilização de, no mínimo, 5% dos ingressos para seus alunos, em caso de lotação de sala. De acordo com a IN no.5 art 20 do MINC, acontecerá a distribuição gratuita dos ingressos para os alunos de escolas públicas de música e para ONGs locais para os assentos vagos e restantes, até 10 minutos antes da apresentação, mediante comprovação.

Sobre o Instituto CCR: O Instituto CCR, uma entidade privada sem fins lucrativos, nasceu em 2014 com o objetivo de estruturar a gestão de projetos sociais, culturais, ambientais e esportivos apoiados há mais de dez anos pelo Grupo CCR. Por meio do Instituto CCR são viabilizados projetos, com recursos próprios da companhia e oriundos de leis de incentivo, com foco prioritário em quatro áreas: Saúde e Qualidade de Vida; Educação e Cidadania; Cultura e Esporte; Meio Ambiente e Segurança Viária. Comprometido com o desenvolvimento sustentável, socioeconômico e cultural nas regiões onde atua, o Grupo CCR se orgulha de ter levado mais de 500 projetos para 130 cidades que, desde 2003, já beneficiaram cerca de 8 milhões de pessoas com investimentos de R$ 261 milhões em projetos estruturados.


Serviço:

Festival Domingos Clássicos 
TRIO Em Família com Paulo Sérgio Santos, Caio Márcio Santos e Fernanda Canaud

Sala Baden Powell
Av. Nossa Sra. de Copacabana, 360 - Copacabana, Rio de Janeiro
Data
Domingo, 07 de outubro, às 15h

Ingressos
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação 
Livre

Fonte: Luiz Cláudio de Almeida/Alessandra Lacet