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domingo, 18 de abril de 2021

'OS ARREPENDIDOS'' E ''PRESIDENTE'' SÃO OS VENCEDORES DO É TUDO VERDADE 2021

'OS ARREPENDIDOS'' E ''PRESIDENTE'' SÃO OS VENCEDORES DO É TUDO VERDADE 2021

 


Principal festival dedicado ao audiovisual não-ficcional da América Latina, o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários divulgou na tarde deste domingo, 18 de abril, os vencedores da sua 26ª edição. Os vencedores dos prêmios de Melhor Longa-Metragem Internacional e Melhor Longa-Metragem Brasileiro terão novas exibições no dia 20 de abril, às 19h e às 21h, respectivamente, na plataforma É Tudo Verdade/Looke. A entrega dos troféus e certificados para os premiados brasileiros acontecerá em cerimônia seguida da projeção dos vencedores em local e data a ser divulgado, no segundo semestre, tão logo arrefeça a emergência sanitária pela Covid-19.

 

Dirigido por Armando Antenore e Ricardo Calil, Os Arrependidos foi eleito o vencedor da Competição Brasileira de Longas ou Médias-Metragens e recebe como prêmio R$ 20.000,00 e Troféu É Tudo Verdade. O filme reconta a história pouco lembrada de ex-militantes presos que, muito jovens, largaram tudo para arriscar a vida por uma causa, foram presos e torturados, e viraram arma de propaganda da ditadura militar.

 

O júri das competições brasileiras foi formado pela cineasta e artista visual, Sandra Kogut (de Mutum, Campo Grande, Três Verões); pelo professor da Escola de Comunicações e Artes da USP e autor de “Humberto Mauro, Cinema, História” (2013), Eduardo Morettin, e pelo produtor, diretor e presidente da Associação Paulista de Cineastas – APACI, Daniel Solá Santiago. Na justificativa da premiação: “Emblemático, atual e desafiador, “Os Arrependidos” aceita e propõe o enfrentamento de um momento obscuro da história do país durante a ditadura militar. Este confronto com o passado, marcado por uma montagem que contrapõe imagens de arquivo em sua maioria produzidas pelo poder, é marcado pelo estranhamento, reconhecimento, adesão ou indiferença, não deixando testemunhas e espectadores impunes diante das imagens e sons revisitados.”.

 

Foi outorgada menção honrosa para Máquina do Desejo – 60 Anos de Teatro Oficina, ”por conseguir sintetizar neste fluxo de fotografias, depoimentos, registros de encenação e diversas imagens de arquivo a potência e a radicalidade do artista que, em tempos difíceis e obscuros, caracterizados ou pela violência do aparato repressivo ou pela voracidade destrutiva dos interesses financeiros, encontra caminhos para exercer e expressar a criação, sempre se reinventando a cada golpe, movimento de reinvenção que também é  próprio do documentário”, segundo o júri.

 

O melhor curta-metragem brasileiro,


eleito pelo mesmo júri, foi Yaõkwa: Imagem e Memória, de Rita Carelli e Vincent Carelli, que recebe como prêmio R$ 6.000,00 e o Troféu É Tudo Verdade. Para os jurados, o filme “celebra a importância do cinema no registro de práticas culturais, na disseminação e apropriação de sua técnica e no (re)encontro e atualização promovidos pela exibição de suas imagens a um público sempre interessado na descoberta de novos sentidos. Além disso, há outra dimensão a ser apontada: chama a atenção para a possibilidade de recuperar e preservar, por meio dos filmes, os cantos perdidos pelas gerações mais novas do povo Yaõkwa”.

 

Ser Feliz no Vão, curta-metragem dirigido por Lucas H. Rossi dos Santos, recebeu uma menção honrosa, pelo “Trabalho com imagens de arquivo que articulam diferentes contextos espaço-temporais. Neles, a presença e a voz da "maioria absoluta",  para ficarmos em uma das referências trazidas pelo filme, atestam, através do cinema, a permanência ao longo de décadas das diferenças sociais e a necessidade de afirmação de um outro ponto de vista.”, segundo o júri.

 

Para as competições internacionais, o júri foi formado pela premiada realizadora e diretora criativa da Just Vision, Julia Bacha; pelo head da plataforma Cannes Docs, Pierre-Alexis Chevit, e pelo cineasta, curador de cinema e documentarista iraniano, radicado em Londres, Ehsan Khoshbakht.

 

O grande vencedor da Competição Internacional de Longas ou Médias-Metragens foi Presidente, (Dinamarca/ EUA/ Noruega), dirigido por Camilla Nielsson. O filme fala sobre a missão do jovem e carismático líder Nelson Chamisa, no Zimbábue, para enfrentar nas eleições a velha guarda de Emmerson Mnangagwa, “O Crocodilo”, e as maneiras como seus respectivos partidos interpretaram os princípios democráticos no discurso e na prática.

 

A justificativa da premiação sustenta que: “Com uma onda de imagens relevantes, impecavelmente montadas para nos levar a um país que parece estar a caminho de sua primeira eleição democrática após anos de ditadura, o filme transforma uma manchete do Noticiário das 8 em uma realidade sentida e vivida pelo povo zimbabuano.”.  O longa recebe R$ 12.000 e o Troféu É Tudo Verdade.

 

 

O júri concedeu menção honrosa a Vicenta, de Darío Doria (Argentina): “Em um ano no qual o mundo viu as mulheres argentinas celebrarem alegremente a vitória ao acesso legal ao aborto seguro, “Vicenta” é um testamento visceral do motivo pelo qual esse direito é tão urgente e básico à experiência feminina.”.

 

A Montanha Lembra (Puede una Montaña Recordar), dirigido por Delfina Carlota Vazquez (Argentina/ México), foi eleito o melhor curta-metragem internacional, e recebe R$ 6.000,00 e o Troféu É Tudo Verdade. O filme aborda as atividades do vulcão Popocatépetl, a partir dos diferentes pontos de vista que apontam para ele: dos camponeses, dos centros de controle de catástrofes e da câmera da diretora.

 

Segundo o júri oficial, “Através de uma narrativa não linear e de um estilo visual atmosférico e magnético, o filme evoca os conceitos das relações mágicas e mitológicas entre um terreno geográfico e seus habitantes. Além disso, explora as ressonâncias entre a História e a Natureza e, por fim, a ideia da vida e da espiritualidade em todas as coisas, em uma peça cinematográfica bastante panteística e animista.”.

 

Reconhecido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA como um festival classificatório para o Oscar®, o É Tudo Verdade qualifica automaticamente as produções vencedoras nas competições brasileira e internacional de Longas/Médias-Metragens e de Curtas-Metragens para inscrição direta visando a disputa dos Oscars® para melhor documentário de longa-metragem e de documentário de curta-metragem.

 

“Esta segunda edição extraordinária, limitada ao universo do streaming, reafirmou o interesse do público por documentários de formas, temas e origens as mais variadas”, resume em seu balanço Amir Labaki, diretor-fundador do É Tudo Verdade. “Da mesma forma, os júris contemplaram a excelência e a diversidade da produção contemporânea brasileira e internacional”.

 

 

Prêmios Paralelos

 

Na cerimônia também foram anunciados os seguintes prêmios paralelos:

 

- Prêmio Aquisição Canal Brasil de Incentivo ao Curta-Metragem, para o filme brasileiro Yaõkwa: Imagem e Memória, de Rita Carelli e Vicente Carelli, que recebe R$ 15.000,00 e o Troféu Canal Brasil;

- Prêmio Mistika, no valor de R$ 8.000,00 em serviços de pós-produção digital, anunciado junto ao prêmio oficial de melhor curta-metragem brasileiro para Yaõkwa: Imagem e Memória, de Rita Carelli e Vicente Carelli.

- Prêmio EDT (Associação de Profissionais de Edição Audiovisual), para a melhor montagem de um curta e um longa-metragem, concedidos, respectivamente, para Ser Feliz no Vão, montado por Lucas H. Rossi dos Santos, e para Máquina do Desejo – 60 Anos do Teatro Oficina, com montagem de Joaquim Castro e Lucas Weglinski.

 


 

70 Títulos

 

O festival exibiu, de 8 a 18 de abril, um total de 70 longas e curtas-metragens em competição e hors-concours, de forma gratuita, em plataformas de streaming disponíveis em todo o território brasileiro. Até 8 de maio, é possível ainda acompanhar a programação especial desta edição, na plataforma Spcine Play.

 

 

2022

A 27ª edição do festival acontece entre 31 de março e 10 de abril de 2022.

 

26ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários conta com patrocínio do ITAÚ, parceria do SESC - SÃO PAULO e com o apoio cultural da SPCINE, ITAÚ CULTURAL e CANAL BRASIL. Realização: Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo e Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.

 

REPRISE VENCEDORES:

 

20 de abril, terça-feira

 

19h – PRESIDENTE, de Camilla Nielsson

 

21h – OS ARREPENDIDOS, de Ricardo Calil e Armando Antenore


 

É Tudo Verdade 2021 – 26º Festival Internacional de Documentários


Fonte: Patrícia Rabello Assessoria

'A Última Floresta' estreia hoje (18/04), na noite de encerramento do Festival 'É Tudo Verdade'

'A Última Floresta' estreia hoje (18/04), na noite de encerramento do Festival 'É Tudo Verdade'

 



O documentário 'A última floresta', dirigido por Luis Bolognesi, mostra o cotidiano de uma comunidade Yanomami vivendo em reserva indígena na floresta amazônica, lutando contra a invasão dos garimpeiros. O longa, que participou da mostra Panorama do Festival de Berlim 2021, foi escolhido para a sessão de encerramento do Festival É Tudo Verdade, que acontece hoje, dia 18/04, às 19h, com exibição online e gratuita via plataforma É Tudo Verdade/ Looke.


Realizado em idioma Yanomami, com legendas em português, o filme revela um pouco da cultura desse povo: suas lendas, sonhos, crenças e o modo de vida. Misturando ficção e realidade, o documentário mergulha na luta dos Yanomami para preservar seu território e seu povo. Também mostra a história de resistência dos indígenas contra os desmatamentos, as queimadas e os conflitos com os garimpeiros, resultando em assassinatos de indígenas, mortes por doenças devido ao envenenamento dos rios com mercurio e, mais recentemente, a contaminação por covid-19. O longa chama atenção para a atual política governamental, que a partir de 2019. tenta legalizar a invasão dos garimpeiros em território indígena. 


Elisabete Estumano Freire 




'A Última Floresta' promove debate com lideranças indígenas na segunda, 19/04

'A Última Floresta' promove debate com lideranças indígenas na segunda, 19/04



No dia 19 do Abril Indígena “A Última Floresta” promove debate com  

Davi Kopenawa, Sonia Guajajara, Ailton Krenak e o diretor Luiz Bolognesi. Produção Gullane e Buriti Filmes 

estreia no Brasil no domingo (18/04) no É Tudo Verdade 


 A Última Floresta”, longa-metragem dirigido por Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”, “Uma História de Amor e Fúria”) e escrito em parceria com Davi Kopenawa Yanomami, terá debate nesta segunda-feira, 19 de abril, às 19h30, no Youtube do Instituto Socioambiental (ISA)no Twitter do @GreenpeaceBR e no Facebook da GullaneLuiz Bolognesi participa do bate-papo com três lideranças indígenas: o xamã e escritor Davi KopenawaYanomami, autor do livro “A queda do céu: Palavras de um xamã yanomami”, coordenadora executiva da APIB e cofundadora da ANMIGA, mestra em Cultura e Sociedade Sonia Guajajara e ambientalista, filósofo, poeta e escritor Ailton Krenak, autor de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”, um dos livros mais vendidos da FLIP 2019. A mediação será feita pela antropóloga Lídia Montanha Castroconsultora do Instituto Socioambiental (ISA). 

 

A ação é produzida pela Gullane (dos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane) e Buriti Filmes (Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi), em parceria com o Instituto Socioambiental (ISA), Hutukara Associação Yanomami, Amazon WatchGreepeaceRainforest Foundation US, Rainforest Foundation Norway e Survival International.  

 

O longa-metragem fará sua estreia no Brasil neste domingo, 18 de abril, a partir das 19h, no 26º É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários. Para assistir ao filme é necessário se cadastrar gratuitamente na plataforma Looke. Há limite de 2 mil visualizações. 

 


A Última Floresta retrata o cotidiano de um grupo Yanomami isolado, que vive em um território ao norte do Brasil e ao sul da Venezuela há mais de mil anos. O xamã Davi Kopenawa Yanomami busca proteger as tradições de sua comunidade e contá-las para o homem branco que, segundo ele, nunca os viu, nem os ouviu. Enquanto Kopenawa tenta manter vivos os espíritos da floresta, ele e os demais indígenas lutam para que a lei seja cumprida e os invasores do garimpo retirados do território legalmente demarcado. Mais de 10 mil garimpeiros ilegais, que invadiram o local em 2020, derrubam a floresta, envenenam os rios e espalham Covid e outras doenças entre os indígenas. 

 

O longa teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim, sendo o único filme brasileiro presente na mostra Panorama. Em 2018, o premiado “Ex-Pajé” esteve na mesma seleção do evento. “A Última Floresta” também foi selecionado para os festivais Visions du Réel, em Nyon, na Suíça, e para o Hot Docs, em Toronto, no CanadáO filme é produzido pela Gullane e Buriti Filmes em associação com a Hutukara Associação Yanomami e Instituto Socioambiental (ISA). A estreia no Brasil está prevista para o segundo semestre de 2021, com distribuição da Gullane.   


 

Sinopse:  

Em um territórioYanomani isolado na Amazônia, o xamã Davi KopenawaYanomani tenta manter vivos os espíritos da floresta e as tradições, enquanto a chegada de garimpeiros traz morte e doenças para a comunidade. Os jovens ficam encantados com os bens trazidos pelos brancos; e Ehuana, que vê seu marido desaparecer, tenta entender o que aconteceu em seus sonhos. 

 

Elenco:   

Davi Kopenawa Yanomami, EhuanaYaira Yanomami, Pedrinho Yanomami, Joselino Yanomami, Nilson Wakari Yanomami, Júnior Wakari Yanomami, Roseane Yanomami, Daucirene Yanomami, Genésio Yanomami e Justino Yanomami   








 

Ficha Técnica: 

Diretor: Luiz Bolognesi 

Roteiristas: Davi Kopenawa Yanomami, Luiz Bolognesi 

Diretor de Fotografia: Pedro J. Márquez 

Montagem: Rodrigo Macedo 

Direção de Produção e Assistente de Direção: Carolina Fernandes 

Som Direto: Rodrigo Macedo 

Trilha Sonora: Talita delCollado 

Mixagem: Armando Torres Jr., ABC, Caio Guerin 

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Caio Guerin, Rosana Stefanoni 

Supervisão de Imagem: LuisaCavanagh 

Supervisão de Efeitos Visuais: Eduardo Schaal 

Produção Executiva: Daniela Antonelli Aun, Ana Saito, Pablo Torrecillas 

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Lais Bodanzky e Luiz Bolognesi 

Produtora: Gullane e Buriti Filmes  

Produção Associada: HutukaraAssociação Yanomami e Instituto Socioambiental (ISA) 

Apoio: Amazon Watch, Greenpeace, Rainforest Foundation US, Rainforest Foundation Norway, Survival International 

Distribuidora: Gullane 

 

Sobre Luiz Bolognesi: 

Roteirista premiado, escreveu e dirigiu o longa-metragem de animação Uma História de Amor e Fúria (2013), vencedor do prêmio Cristal de Melhor Longa Metragem em Annecy. O filme foi exibido nos cinemas de seis continentes e premiado nos festivais de Tóquio, Shangai, Atenas, Bordeaux, Strasbourg, Buenos Aires e pela Academia Brasileira de Cinema. Foi exibido na América Latina pela HBO e TV Globo.  

O documentário Ex-pajé, onde assina o roteiro e a direção, recebeu o prêmio especial do júri nos festivais de Berlim e Chicago, prêmio da Crítica no Festival É tudo Verdade, além de outros prêmios nacionais e internacionais. 

Também fazem parte de seu currículo como diretor e co-diretor, obras como o curta Pedro e o Senhor, Cine Mambembe, O Cinema Descobre o Brasil, A Guerra dos Paulistas, Lutas.doc, Educação.doc, Juventude Conectada e Guerras do Brasil.doc.  

Assina os roteiros dos filmes Bicho de Sete Cabeças, O Mundo em Duas Voltas, Chega de Saudade, Terra Vermelha, As Melhores Coisas do Mundo, Amazônia, Planeta Verde, Elis e Bingo - O Rei das Manhãs. Seus trabalhos receberam prêmios nacionais e internacionais e foram exibidas em países dos cinco continentes. 

 

Sobre Davi Kopenawa Yanomami: 

Davi Kopenawa Yanomami é xamã e porta-voz do povo Yanomami.  Por 25 anos, ele liderou incansavelmente a longa campanha nacional e internacional para garantir os direitos à terra dos Yanomami, pela qual ganhou reconhecimento em todo o mundo e em seu país natal, o Brasil. 
Davi nasceu por volta de 1956 em Marakana, uma comunidade Yanomami no norte da Amazônia.  Em 1983, Davi começou a lutar pelo reconhecimento da vasta área habitada pelos Yanomami.  A área Yanomami foi oficialmente reconhecida pelo governo brasileiro pouco antes de sediar a primeira Cúpula da Terra da ONU no Rio de Janeiro, em 1992. 
Durante os anos 1990 e início dos anos 2000, Davi fez muitas viagens ao exterior para se reunir com órgãos governamentais e ONGs para arrecadar fundos para projetos vitais de saúde e educação com os Yanomami, bem como para expor as ameaças contínuas de garimpeiros, colonos e fazendeiros. 

Em 1989, Davi ganhou o prêmio UN Global 500.  Em 1999, Davi foi agraciado com a Ordem do Rio Branco pelo presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso.  Em 2008, o júri do prêmio espanhol Bartolomé de lasCasas concedeu a Davi uma Menção Honrosa.  Em 2012 a Câmara Municipal de Boa Vista (RR) premiou Davi com a Honra ao Mérito.  Em 2019, ele recebeu o prêmio RightLivelihood por seu trabalho na proteção do meio ambiente.  Em 2021, ele se tornou membro da Academia Brasileira de Ciências. 

 

Sobre a Gullane: 

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 50 filmes lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 30 séries para televisão e plataformas digitais.  

Entre os filmes e séries de destaque estão "Carandiru", “Bicho de Sete Cabeças”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, "Como Nossos Pais”, “Bingo - o Rei das Manhãs”; as séries “Alice” e "Hard" (HBO), "Unidade Básica - 1a e 2a temporada" (Universal Canal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e "Boca a Boca” (Netflix). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.  

 

Sobre a Buriti Filmes: 

A Buriti Filmes é uma produtora audiovisual independente fundada em 1997 por Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi. Ao longo desses anos, produziu cerca de dezesseis obras entre curtas, séries, documentários e longas-metragens. 

Na ficção teve sua estreia na competição oficial do Festival de Locarno com o filme Bicho de Sete Cabeças (coprodução Brasil/ Itália - 2001) - de Laís Bodanzky. Filme que projetou o ator Rodrigo Santoro para o mundo e que se tornou um clássico na cinematografia brasileira. 

Entre os filmes e séries de destaque estão Educação.doc, Cine Mambembe - O Cinema Descobre o Brasil, Mulheres Olímpicas, As Melhores Coisas do Mundo, Guerras do Brasil.doc, Chega de Saudade, As Melhores Coisas do Mundo, Uma História de Amor e Fúria, Como Nossos Pais e Ex-Pajé. 

Suas obras conquistaram prêmios nacionais e internacionais, incluindo o mais importante prêmio de animação mundial, em Annecy e melhor filme no Festival de Gramado. Também teve seus filmes exibidos em mais de 30 países. 

Durante 15 anos foi responsável pelos os projetos sociais Cine Tela Brasil de ensino e exibição de filmes nas periferias do Brasil, promovendo o encontro entre cinema e educação nas comunidades de baixa renda. O projeto levou mais de 1.3 milhões de pessoas ao cinema, a maioria pela primeira vez, em 759 bairros de todo o Brasil e produziu mais de 450 curtas de jovens moradores de periferias. 

Atualmente produz a animação Viajantes do Bosque Encantado, com direção de Alê Abreu ainda sem data prevista de estreia. O longa-metragem de ficção Pedro, com direção de Laís Bodanzky e coprodução Biônica Filmes está em fase de finalização, com previsão de estreia em 2021.   

 

Assessoria de imprensa: 

   

Anna Luiza Muller   

Julia Moura 

sábado, 17 de abril de 2021

Doc 'A história de um olhar' sobre o fotojornalista Gilles Caron, no Festival 'É tudo Verdade'

Doc 'A história de um olhar' sobre o fotojornalista Gilles Caron, no Festival 'É tudo Verdade'

 



A trajetória de um fotojornalista brilhante. O documentário "A história de um olhar", dirigido por Mariana Otero, narra a história do fotojornalista Gilles Caron, que desapareceu no Camboja, em 1970, aos 30 anos de idade. Indicado ao César® 2021 de Melhor Documentário, o longa será exibido neste sábado, dia 17/04, às 19hs, na programação do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, pela plataforma É tudo verdade/ Looke, online e gratuitamente para todo o país.




Presente nos principais acontecimentos de seu tempo, Caron era destemido e não media esforços para conseguir o melhor clique. Com um olhar aguçado e preciso, ele buscava não apenas registrar as situações conflituosas, mas a perspectiva de personagens reais, revelar sentimentos e sensações. Suas imagens icônicas estamparam as páginas dos principais veículos de comunicaçao impresso de sua época. Além da reunir depoimentos de personagens que conviveram com Gilles Caron, o filme busca revelar o percurso desse olhar, com uma narrativa que ficcionalmente dialoga com seu personagem principal. 


Elisabete Estumano Freire. 


 



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