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quarta-feira, 8 de maio de 2019

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

‘Era Uma Vez Brasília’, de Adirley Queirós, e ‘Travessia’, de Safira Moreira, foram os grandes vencedores da 9ª Semana

‘Era Uma Vez Brasília’, de Adirley Queirós, e ‘Travessia’, de Safira Moreira, foram os grandes vencedores da 9ª Semana


Responsável por abrir espaço ao cinema brasileiro contemporâneo, a Semana anunciou nesta quarta-feira, dia 22 no novembro, os vencedores de sua Mostra Competitiva. Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós, e Travessia, de Safira Moreira, foram os grandes vencedores de sua 9ª edição. Em 2017, quatro júris foram responsáveis por assistir, debater e definir os destaques da programação: Júri Oficial — composto por Mariana Nunes, Paula Gaitán e Philipp Hartmann —; Júri De Estudantes de Audiovisual — integrado por Bia Praça, Milena Manfredini e Pedro Rena —; Júri da Crítica pelo Coletivo Elviras — representadas por Andrea Ormond, Ana Paula Alves Ribeiro e Taiani Mendes —; e o Júri Edt. — composto por Eva Randolph, Fernando Vidor e Karen Harley.

Produzida pela Jurubeba Produções e patrocinada pela RioFilme e a SEC-RJ, a 9ª Semana reúne curtas, médias e longas-metragens, que competem em pé de igualdade e disputam as mesmas premiações. Ao todo, foram 7 dias, 56 filmes, 22 sessões e 3 debates com foco do que há de mais potente e inovador no cinema contemporâneo – sobretudo, o produzido no Brasil. 

VENCEDORES DA 9ª SEMANA:

JÚRI OFICIAL
Este júri indicou cinco destaques entre os longas, curtas e médias-metragens em competição. Dois prêmios fixos – os de Melhor Filme e o Grande Prêmio do Júri, que são obrigatoriamente destinados a obras de formatos diferentes (um longa e um curta ou média-metragem). Os outros três prêmios foram indicados de acordo com sua avaliação, destacando aspectos técnicos ou estéticos que se sobressaiam no conjunto das obras apresentadas.

Melhor Filme: Era Uma Vez Brasília, direção de Adirley Queirós - “Pela sua linguagem radical da escrita cinematográfica; filme essencial neste momento – no cinema, no Brasil e no mundo.”

Glenda Nicácio (Café com canela) e Safira Moreira (Travessia)
Grande Prêmio do Júri: Travessia, direção de Safira Moreira - “Pela potência cinematográfica de um gesto de resistência.”

Prêmio pela Inovação da Narrativa Fotográfica: Ava Yvy Vera – Terra do Povo do Raio, direção de Genito Gomes, Valmir Gonçalves Cabreira, Johnaton Gomes, Joilson Brites, Johnn Nara Gomes, Sarah Brites, Dulcídio Gomes e Edna Ximenes;

Prêmio pela Força Libertária da Palavra e da Poesia: Poesia na Guerra direção de Fernando Salinas;

Prêmio pela Experiência e Embate entre Som e Imagem: Resiliência, direção de Marcellvs L;

Menção Honrosa pelo Imaginário do Caos e sua Reinvenção Apocalíptica: Pazucus – A Ilha do Desarrego, direção de Gurcius Gewdner

* JÚRI DE ESTUDANTES DE AUDIOVISUAL
Pelo segundo ano, o festival contou com Júri de Estudantes de Audiovisual. Abrimos convocatória para que alunos de escolas diversas – universitárias ou não – se candidatassem a fazer parte de um grupo que assistiu, debateu e definiu os destaques da 9ª Semana de acordo com seu olhar.

Melhor Longa-metragem:
Café com Canela, direção de Ary Rosa e Glenda Nicácio. “Pela potência de criação de novas narrativas e de novas formas de representação da mulher e do homem negro no Cinema Brasileiro. Pela sensibilidade aguçada em promover o processo de cura dos personagens negros e daqueles que os assistem.”

Melhor Curta-metragem:
Travessia, direção de Safira Moreira. “Pela reflexão que o filme propõe acerca da ausência de imagens de famílias negras na história do Brasil e pela ação-manifesto que o filme realiza ao começar a produzir essa iconografia em sua própria escritura.”

Prêmio Especial Cinema Compartilhado:

Ava Yvy Vera – Terra do Povo do Raio, direção de Genito Gomes, Valmir Gonçalves Cabreira, Johnaton Gomes, Joilson Brites, Johnn Nara Gomes, Sarah Brites, Dulcídio Gomes e Edna Ximenes. “Pelo processo cinematográfico, político e social que envolve o filme para além de sua exibição em uma sala de cinema. Pelo compartilhamento de mundos, ideias, técnicas, olhares, afetos e existências que o encontro entre a universidade, o cinema e o universo indígena pode proporcionar.”

Prêmio Juninho de Cinema Cultural:
Aristides de Souza: “Pela importância da inclusão de novos sujeitos históricos e sociais nos processos de criação e pensamento do Cinema Cultural.”

 JÚRI DA CRÍTICA pelo COLETIVO ELVIRAS
O Coletivo Elviras, fundado em 2016, reúne mulheres que escrevem críticas cinematográficas e/ou produzem reflexão teórica sobre o audiovisual. Este é o primeiro júri do coletivo em festivais, momento que representa um marco para todas e todos que atuam na área.

Melhor Filme:
Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava, direção de Fernanda Pessoa. “Por analisar e desconstruir preconceitos do passado, contribuindo para a compreensão da mulher em uma sociedade complexa e cheia de camadas.”

Prêmio Especial do Júri:
Travessia, direção de Safira Moreira. “Pela beleza do argumento e pelo poder de síntese ao abordar o processo de apagamento histórico da população afro-brasileira, construindo memórias repletas de afeto e significado.”

Menção Honrosa:
O Peixe, direção de Jonathas de Andrade. “Pela concepção fílmica, experimentando os limites da vida e da morte na invenção de um ritual carregado de erotismo e sensibilidade.”

Prêmio Revelação:
Ary Rosa e Glenda Nicácio, por Café com Canela. “Pelo trabalho com as dimensões cotidianas e a apresentação de personagens plurais, dialogando em diferentes planos de tempo.”

JÚRI EDT. – PRÊMIO RICARDO MIRANDA DE MONTAGEM DE INVENÇÃO
Pelo quarto ano consecutivo, a edt. – Associação de Profissionais de Edição Audiovisual do Rio de Janeiro  premiou a montagem de filmes da Semana dos Realizadores. O prêmio foi criado em 2014 em homenagem à Ricardo Miranda que, além de grande montador e professor, foi mestre de inúmeros profissionais que atualmente dão continuidade às suas ideias sobre montagem cinematográfica. Os vencedores foram Germano Oliveira, por Música Para Quando as Luzes se Apagam, e Juliana Antunes e Affonso Uchôa, por Baronesa.

PRÊMIO INDIELISBOA

Quinto ano como parceiro da Semana, o IndieLisboa irá exibir, em sua programação, um dos filmes em competição, escolhido por sua equipe de curadoria. Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava, direção de Fernanda Pessoa

PRÊMIO AQUISIÇÃO CineBrasilTV
Pela primeira vez, o CINEBRASILTV oferecerá um prêmio-aquisição no valor de R$ 4.000,00 para curtas ou R$ 15.000,00 para longas. Vencedor: Ava Yvy Vera – Terra do Povo do Raio, direção de Genito Gomes, Valmir Gonçalves Cabreira, Johnaton Gomes, Joilson Brites, Johnn Nara Gomes, Sarah Brites, Dulcídio Gomes e Edna Ximenes.

Semana
Semana foi criada em 2009, com o nome Semana dos Realizadores, tendo o objetivo de dar mais espaço aos filmes de uma nova geração de realizadores brasileiros, com a organização de exibições e debates. Hoje a Semana aposta em obras que estejam em sintonia com questões contemporâneas, que provoquem discussões sociais, políticas e estéticas, e também se arrisquem na linguagem cinematográfica. Em todas as suas edições, o evento já exibiu mais de 320 filmes, de cerca de 22 estados brasileiros.

Fonte: Rachel Almeida/ Racca Comunicação

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

II FESTIVAL IMPERIAL DE CINEMA DE PETRÓPOLIS COMEÇA DIA 18 DE OUTUBRO

II FESTIVAL IMPERIAL DE CINEMA DE PETRÓPOLIS COMEÇA DIA 18 DE OUTUBRO

           

Festival é gratuito e vai até dia 22 de outubro na cidade serrana

 Sucesso absoluto de público em sua primeira edição, o II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis volta à cena cultural em 2017 ampliado e cheio de novidades. O festival acontece de 18 a 22 de outubro e a programação gratuita. O festival conta com apoio do Palácio de Cristal, Museu Imperial, UCP e Cervejaria Bohemia. 
            O festival contará com exibição de filmes nacionais e estrangeiros, documentários, workshops, oficinas e debates com painéis sobre os destinos do cinema nacional, trilhas sonoras e adaptações literárias.
          
  O II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis agrega este ano uma ação social que beneficia 130 crianças do Ensino Fundamental da rede pública municipal, com a doação de óculos de grau. A parceria é das idealizadoras e diretoras Luciana Pacheco e Daniela Brescianini com a Prefeitura de Petrópolis por meio do Instituto Municipal de Cultura e Esportes, Secretarias de Saúde, Educação, Assistência Social e empresas privadas como a Carl Zeiss, Óticas Carol e Ofaltmo Clínica de Petrópolis.
            “Conseguir promover a melhoria da visão para tantas crianças da rede pública, é mágico! Elas já irão assistir ao filme “As Aventuras do Pequeno Colombo” sob essa nova perspectiva, numa sessão especial do Festival no dia 21, quando receberão os óculos. Tem sido uma parceria de boas e profícuas atitudes que promete render muitos frutos” –diz empolgada a diretora Luciana Pacheco.
          
  “Nosso objetivo ao idealizarmos o festival, foi consolidar Petrópolis como sede de um espaço democrático e definitivo para o cinema brasileiro. Englobando cultura, arte, entretenimento e intercâmbio, o Festival incentiva tudo isso e o turismo, além da grande confraternização do cinema” –encerra a diretora Daniela Brescianini.
            O evento também conta com outros parceiros como Locanda Della Mimosa, InterTV, Maesa, Bohemia, Certisign,Tangível, também agregam valor às ações, com o Patrocínio da Águas do Imperador.






PROGRAMAÇÃO
            A abertura será no Theatro D. Pedro com exibição do filme “João, O Maestro”, de Mauro Lima. O filme conta a vida de João Carlos Martins. Encerrando a noite haverá o tradicional Baile de Máscaras no Palácio de Cristal, para os convidados.
O II Festival Imperial de Cinema de Petrópolis contará com 7 longa metragens atuais, de perfil autoral e comercial, filmes tais como: “O Filme da Minha Vida”, de Selton Melo; e “Não Devore Meu Coração”, de Felipe Bragança. Esse ano o festival conta com o apoio da Globo Filmes.
Em parceria com a Cinemateca Francesa, a Mostra “Musas do Cinema Francês”, exibirá clássicos restaurados onde Bardot, Deneuve, Ana Karina e Jeanne Moreau e Danielle Darrieux, protagonizam a visão de Jean Luc Godard, Louis Malle Jacques Demy e Max Opuls. As sessões acontecem todo final de tarde, na Cervejaria Bohemia.
Dom Evaristo Arns
A Mostra GloboNews Documentários apresentará o retrato de personalidades como Antonio Callado, Gabeira, Pitanga e Dom Paulo Evaristo Arns, que representarão esse trabalho. Na mesma linha de parceria audiovisual, será exibida a série de documentários “Bravos!”, da TV Brasil, que retrata, com uma visão humana, histórias de superação, de brasileiros no seu dia a dia, com um Painel com os realizadores apresentando a série na Universidade Católica de Petrópolis.
Sessões Infantis com um Projeto Escola, que visam levar mais de mil crianças e jovens ao cinema com exibições de filmes comoSaltimbancos Trapalhões e o premiado O Menino e o Mundo.
A parte musical ganhou mais espaço com a criação do painel sobre Trilhas Sonoras, “A Música Original no Cinema”, com a presença de grandes músicos, autores de Trilhas. Na mesa de Literatura o tema será “A Arte da Adaptação Literária para o Cinema” tendo como exemplo as obras “Oeste, a Guerra do Jogo do Bicho” e “Dias Perfeitos”. Workshops de Direção para Atores, acontecerão durante 3 dias do evento no Museu  Imperial, com inscrições no site do Festival. 
A Oficina Infantil Audiovisual acontecerá no Palácio de Cristal, com suporte pedagógico, dois dias durante as manhãs, para crianças de 11 a 13 anos, com foco na produção de filmes para o Youtube. Os professores são Dostoiewski Champangnatte e Jeana Kamil.



Para maiores informações acesse o site do festival: www.festivaldepetropolis.com 

Fonte: Marcela Salgueiro/ Primeiro Plano Assessoria de Imprensa.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O polêmico 'Copa 181' sobre amor gay estreia no Festival do Rio

O polêmico 'Copa 181' sobre amor gay estreia no Festival do Rio

Primeiro longa do diretor Dannon Lacerda apresenta ousadas cenas de sexo gay. 
o filme estreia dia 07 de outubro (sábado) na Premiere Brasil/ Novos Rumos/ Prêmio Félix

Filmado em junho do ano passado, o primeiro longa do diretor sul-matogrossense Dannon Lacerda, radicado desde 2006 no Rio, estreia no Festival do Rio, na mostra competitiva Première Brasil/Novos Rumos, dia 7 de outubro, às 20h15. Copa 181 retrata a vida do casal Taná (Carlos Takeshi) e sua esposa Eros (Simone Mazzer) em Copacabana, no Rio de Janeiro. Enquanto ele trabalha numa pequena loja de materiais de construção, ela dedica-se à carreira de cantora de ópera. Aparentemente a rotina do casal segue seu curso até que um espaço (a sauna Copa 181), onde trabalha a travesti Kika (Silvero Pereira), afeta gradualmente a vida dos protagonistas lançando novas possibilidades e refletindo, mesmo que subjetivamente, no futuro de cada um deles.

Copa 181, que também está competindo pelo Prêmio Felix/Festival do Rio, tem no elenco nomes como a atriz e cantora Simone Mazzer (revelação no Prêmio da Música Brasileira), Carlos Takeshi (que trabalha em Malhação), e Silvero Pereira (da novela A Força do Querer). Coincidentemente, a personagem de Silvero (Kika) parece com o papel que ele interpreta na novela das 21h, mas foi criado bem antes, inspirado nas experiências e pesquisas do ator no coletivo As Travestidas, fundado por ele em Fortaleza.

Seguindo a mesma poética dos curtas do diretor, selecionados e premiados em dezenas de festivais, Copa 181 não é uma obra fechada, permitindo diversas reflexões sobre as relações humanas, seus desejos e inquietações.  “Parto sempre do princípio que um filme é uma obra coletiva. Mesmo que o argumento tenha sido escrito por mim, deixo que o processo de construção com os atores afete constantemente o roteiro, permitindo ampliações e novos olhares sobre os temas propostos. No caso de Copa 181, estudamos o comportamento dos frequentadores das boates e saunas gays do Rio de Janeiro para compreendermos como esses espaços afetam a vida das pessoas e percebemos, no decorrer desse processo, que se tratavam de ambientes muito diferentes dos clichês geralmente divulgados. Penso que o cinema tem essa função de desvendar mundos desconhecidos, de buscar uma narrativa que humanize as pulsões do humano, tratando-as com naturalidade e sem julgá-las”, comenta o diretor que não cansa de elogiar o desempenho do elenco e da equipe que abraçou o projeto de maneira incondicional.

Em um cenário deprimente de retorno de pautas moralistas em nome da família ou da religião, com o Brasil detendo o triste recorde do país onde mais se mata travestis e transexuais em todo mundo,  o filme trata de temas polêmicos não se furtando a mostrar cenas de sexo com naturalidade, como acontecem nas saunas.

A produção foi realizada de forma 100% independente e sem patrocínios. Selecionado no edital do CTAV (Centro Técnico do Audiovisual), que cedeu parte dos equipamentos para as filmagens, Copa 181 teve um orçamento modesto – viabilizado através de recursos próprios e crowdfunding.

 SERVIÇO: 

Exibições no Festival do Rio
07/10, 20h15, Cinépolis Lagoon (sessão para convidados)
08/10, 15h, Estação Net Rio, em Botafogo (sessão seguida de debate)
09/10, 14h, Museu da República

Fonte: Cláudia Machado de Oliveira.
AOS TEUS OLHOS, de Carolina Jabor com Daniel de Oliveira, terá première neste sábado no Festival do Rio

AOS TEUS OLHOS, de Carolina Jabor com Daniel de Oliveira, terá première neste sábado no Festival do Rio

                                Longa em competição lança cartaz hoje

“Aos Teus Olhos”, segundo longa-metragem de ficção de Carolina Jabor (“Boa Sorte”) terá sua première neste sábado, 7 de outubro, às 21h40 no Cinepolis Lagoon. A sessão terá a presença da diretora e dos atores Daniel de Oliveira e Malu Galli. E no domingo, será realizada uma sessão com debate, às 16h no Odeon, com a participação da cineasta, e dos roteiristas George Moura e Lucas Paraizo.
Na trama, Daniel de Oliveira é Rubens, professor de natação infantil que um dia é acusado pelos pais de um aluno de ter beijado o filho deles na boca no vestiário da escola. Quando a acusação viraliza nos grupos de mensagens e redes sociais, mesmo as pessoas mais próximas a Rubens, como a diretora da escola e um colega de trabalho, ficam em dúvida sobre suas ações e intenções.
“É uma história cheia de ambiguidades em todos os pontos. Nos dias de hoje, a rapidez das redes sociais e troca de mensagens não deixa tempo para reflexão, o que é muito perigoso em certas situações”, diz a diretora. “O Rubens não consegue se defender e de repente é engolido pelo que acontece. Hoje em dia não há tempo para a dúvida, tudo vira comunicação. Na internet as pessoas acham que estão invisíveis, mas é preciso ter responsabilidade com o que se diz”, afirma Daniel.
O elenco reúne Marco Ricca, Malu Galli, Luisa Arraes, Gustavo Falcão, Stella Rabello, Pedro Sol e Luiz Felipe Mello.
O roteiro de Lucas Paraizo (da série “Justiça” e “Sob Pressão”) com supervisão de George Moura (“Redemoinho” e a série “Amores Roubados”)​ é inspirado na peça ​original ​espanhola “O Princípio de Arquimedes”​ ​de Josep Maria ​Miró.​ O filme foi financiado com recursos públicos obtidos através da Chamada Pública BRDE/FSA PRODAV 06-2013/2014 e dos artigos 1 e 3-A da Lei do Audiovisual (Lei Federal nº 8.685/93)​ ​. O filme é também inspirado pelo filme ​​El Virus de la por” de Ventura Pons​ igualmente baseado na peça original.  A produção é da Conspiração​ Filmes com coprodução da Globo Filmes  e Canal Brasil.
SINOPSE
Rubens é um professor de natação infantil acusado pelos pais de um aluno de beijar o filho deles na boca no vestiário do clube. Quando a acusação viraliza nos grupos de mensagens e redes sociais da escola, começa um julgamento precipitado de Rubens sobre suas ações e intenções.
CAROLINA JABOR
Carolina Jabor lançou em 2014 seu primeiro longa-metragem de ficção, "Boa Sorte", estrelado por Deborah Secco e João Pedro Zappa, eleito melhor filme pelo júri popular do Festival de Paulínia e prêmio do público no Festival do Cinema Brasileiro de Paris.
Em 2008, em codireção com Lula Buarque de Hollanda, lançou o documentário “O Mistério do Samba”, sobre a Velha Guarda da Portela, selecionado para o Festival de Cannes e eleito melhor documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Na TV, assinou a direção de episódios da série “Magnífica 70” (HBO), sobre o universo da Boca do Lixo durante a ditadura. Produziu e dirigiu episódios da série “A Mulher Invisível” (Globo), ganhadora do Emmy Internacional na categoria série cômica. Dirigiu ainda “A sede do peixe”, especial sobre Milton Nascimento (HBO); e episódios das séries “Mandrake” e “Ó Pai Ó”.
Em 2017, vai assinar a direção de “Desnude”, série erótica de ficção baseada em depoimentos enviados pelo público, para o GNT. Também é uma das diretoras do "Free The Bid", iniciativa criada nos Estados Unidos com o intuito de ampliar o mercado de trabalho para as mulheres atuantes na área de direção de cena e produção.

DANIEL DE OLIVEIRA
Um dos grandes atores de sua geração, Daniel de Oliveira foi aclamado por público e crítica ao viver o cantor Cazuza na cinebiografia “Cazuza – O Tempo Não Para” (2004). Vieram depois outros papéis fortes como em “Zuzu Angel” (2006), “Batismo de Sangue” (2007), “A Festa da Menina Morta” (2008), “400 Contra 1” (2010), “Sangue Azul” e “Estrada 47” (2015).
“Aos Teus Olhos” é o seu 14º longa-metragem. Na TV, entre outros trabalhos, participou das séries “O Rebu” e “Nada será como antes”, ambas da Globo. Atualmente, vive o Victor da série “Os dias eram assim”.

Produção - Conspiração Filmes
A Conspiração é uma das maiores e mais completas produtoras de audiovisual do país em Publicidade, TV, Branded Content, Digital e Art+Music. Com 34 filmes lançados no cinema, é a produtora independente com o maior número de lançamentos, responsável por vários destaques como “Vai que Cola – O Filme”, "Os Penetras", "A Mulher Invisível" e "2 Filhos de Francisco". No portfólio da TV conta com títulos que são sucessos de audiência, como as séries “(Sob Pressão” (Tv Globo), “Magnífica 70” (HBO), “1 Contra Todos” (Fox) e “Detetives do Prédio Azul” (Gloob) e programas como “Superbonita” (GNT) e “Bela Cozinha” (GNT). Se destaca ainda no mercado publicitário: são mais de 5 mil filmes para marcas e agências nacionais e internacionais. Conta ainda com a Conspira+, núcleo que desenvolve e produz projetos de branded content, como a websérie "Madrugada Desperada", (criada para a marca de cerveja Desperados, apresentada por Fernanda Young, cujos vídeos somam mais de 3 milhões de views no Youtube); o videoclipe “O Rolê é nosso” com quase 20 milhões de views, estrelado pela rapper karol Conka; a websérie "aBRAçando o BRAsil" (criada para o Bradesco, que acompanhou a Tocha Olímpica pelo país e ultrapassou 12 milhões de views só no Youtube); canais autorais no Youtube como “Canal da Bela” (da chef e apresentadora Bela Gil), e “Canal Sensacionalista” (do famoso site de notícias fictícias). A Conspiração tem cerca de 200 funcionários, e três unidades: Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

Coprodução - Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 200 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.
Coprodução Canal Brasil
O Canal Brasil foi ao ar pela primeira vez no dia 18 de setembro de 1998. Com quase 20 anos de idade, um assunto importante continua como norte: a necessidade de se entender um país através da sua cultura. Com o cinema como parte expressiva desse DNA, o Canal Brasil já exibiu mais de quatro mil filmes, entre longas e curtas-metragens, ficção e documentários, além de programas que abordam o tema e suas infinidades.

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com “Lóki – Arnaldo Baptista”, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostrou a vida do eterno mutante. Agora em 2017, o canal ultrapassa a marca de 250 filmes. Sair do campo da exibição e partir também para feitura fez com que o Canal Brasil atingisse em poucos anos grande importância no cenário do cinema brasileiro recente. Entre os longas coproduzidos estão “Aos Teu Olhos” de Carolina Jabor, “Animal Cordial” de Gabriela Almeida; “Divinas Divas”, de Leandra Leal; “Não Devore o Meu Coração” de Felipe Bragança, “Pendular” de Julia Murat, “Berenice Procura” de Allan Fiterman, entre outros.

Fonte: Aline Moura/ Primeiro Plano Assessoria de imprensa

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