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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Longa-metragem ‘Delicadeza é Azul’ estreia nos cinemas no dia 14 de janeiro

Longa-metragem ‘Delicadeza é Azul’ estreia nos cinemas no dia 14 de janeiro

 


Documentário dirigido por Yasmin Garcez e Sandro Arieta conta com convidados especiais como o artista Ney Matogrosso e o fotógrafo Bob Wolfenson


"Não existe em lugar nenhum onde esteja determinado que uma coisa seja normal e outra coisa seja anormal. Eu sempre fui transgressor”. São com essas palavras, entre outras, que o artista Ney Matogrosso dá a sua opinião sobre o que é considerado “normal” e “anormal” no documentário “Delicadeza é Azul”, que estreia nos cinemas de diversas capitais do Brasil no dia 14 de janeiro (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Fortaleza, Palmas, Porto Alegre, Salvador e Goiânia). O longa-metragem, dirigido por Yasmin Garcez e Sandro Arieta, traz um panorama sobre o autismo e promove uma reflexão através de depoimentos com famílias que convivem com o Transtorno do Espectro Autista, professores, terapeutas, médicos e artistas.

O filme mostra também os desafios, tanto dos familiares, quanto de especialistas, em busca do melhor tratamento, como também questões que abordam a inclusão escolar e na sociedade como um todo. “Quis fazer este filme porque acho que no Brasil temos poucos produtos audiovisuais que abordam esta questão e sabemos que o quanto antes o diagnóstico for dado para as crianças, melhores chances de desenvolvimento elas terão no decorrer da sua vida”, afirma a diretora Yasmin Garcez.


‘Delicadeza é Azul’ questiona, de forma lúdica, o que significa no mundo de hoje uma comunicação relevante através dos cinco sentidos humanos. Na construção dessa narrativa, artistas convidados explicam sobre o que seria o valor funcional e poético de cada um deles: o cantor Ney Matogrosso fala sobre a audição, Bob Wolfenson, fotógrafo, sobre a visão, Roberta Sudbrack, chef, sobre paladar, a perfumista Veronika Kato sobre olfato e, por fim, a artista plástica Suzana Queirosa conversa sobre o tato.

Com muita poesia e emoção, o roteiro vai além das dificuldades práticas da síndrome e chama para uma conscientização cada vez mais urgente de que ser diferente é normal. “O filme nasceu em 2015, em uma época que eu comecei a assistir alguns documentários estrangeiros sobre o autismo. É um tema que sempre me chamou a atenção. São pessoas que colocam uma lente de aumento sobre os cinco sentidos e isso é muito forte. Pode ser muito potente e, ao mesmo tempo, pouco funcional para quem vive o Transtorno", diz Yasmin. Produzido pela Ubuntu Filmes e coproduzido pela Afinal Filmes, o documentário terá lançamento nos cinemas no dia 14 de janeiro e também conta com direção de Sandro Arieta. A distribuição é da Pipa Pictures.


SINOPSE

"Delicadeza é Azul" sensibiliza o público para um novo olhar sobre o Transtorno do Espectro Autista. Através de entrevistas com crianças de diferentes níveis do espectro, seus familiares, terapeutas, professores e artistas, o filme questiona ludicamente, o que significa no mundo de hoje, uma comunicação relevante através dos cinco sentidos humanos. Cheio de poesia e emoção, o filme vai além das dificuldades práticas da síndrome, gerando reflexão sobre o valor do respeito, do amor e da delicadeza como elementos transformadores de uma realidade que nos chama para uma conscientização cada vez mais urgente de que ser diferente é normal.



FICHA TÉCNICA

Doc 72 min. Brasil

Classificação Indicativa: livre

Um filme de Yasmin Garcez e Sandro Arieta

IDEALIZAÇÃO Yasmin Garcez

MONTAGEM Sandro Arieta

TRILHA SONORA Felipe Puppi, Mario Wamser e Mari Blue

EDIÇÃO DE ÁUDIO Bernardo Gebara

OPERADORES DE ÁUDIO Jorge Florencio e Zoatha David

STILL Marcelo Tabach

TRADUÇÃO Daniel Sanches

APOIO INSTITUCIONAL Fiocruz - Fundação Oswaldo Cruz IFF - Instituto Fernandes Figueira

FINALIZAÇÃO Afinal Filmes

ROTEIRO Yasmin Garcez e Sandro Arieta

UMA COPRODUÇÃO Ubunto Filmes e Afinal Filmes

DISTRIBUIÇÃO Pipa Pictures

Este filme contou com recursos geridos pelo BRDE + FSA

Sobre a distribuidora Pipa Pictures

Criada em 2002, a Pipa é uma empresa pioneira na promoção, distribuição e lançamento de filmes brasileiros independentes de forma criativa. A análise individual de cada produto sempre foi o grande diferencial da sua proposta e a distribuidora sempre procura identificar ações customizadas para o lançamento comercial de seus diversos títulos. Buscando de forma objetiva atingir o público, a cada filme trabalhado, a Pipa desenha uma estratégia ligada ao perfil do público espectador que se visa alcançar na divulgação e promoção dos filmes e sua exibição em todo o país - seja em salas comerciais e grandes complexos de cinema, bem se apoia no circuito independente no Brasil.

A Pipa tem como meta lançar filmes de valor cultural agregado, reforçando a formação de público e levando produção cinematográfica nacional às telas de cinema. Na sua trajetória no mercado de distribuição estão filmes aclamados em festivais nacionais e internacionais e sucessos de crítica, apostando na força do cinema brasileiro. Entre os principais: "Elvis & Madona", de Marcelo Laffite; "Filhos de João, de Henrique Dantas; o doc "Oscar Niemeyer – A Vida é Um Sopro, de Fabiano Maciel"; Trampolim do Forte, de João Rodrigo Mattos; "Celeste e Estrela", da cineasta Betse de Paula; Outra Memória, de Chico Faganello; Belair, de Bruno Safadi e Noa Bressane e ainda, "Ritos de Passagem" filme de Animação de Chico Liberato.

Recentemente a empresa passou por uma reformulação, somando à seu line up projetos com mais apelo comercial que possibilitem grandes bilheterias, sem abandonar os filmes e o público que prefere obras de relevância artística. Esta nova visão consolidou parcerias em projetos audiovisuais, com destaque para: "Lima Barreto, ao Terceiro Dia" com direção de Luiz Pilar e coprodução com a Globo Filmes; "Um Dia Qualquer" dirigido por Pedro Von Kruger, com produção da Elixir Entretenimento e Canal Space; "Intruso", de Paulo Fontenelle, numa parceria de produção do Canal Imaginário e Canal Brasil; "Noites de Alface" filme de Zeca Ferreira, produzido pela Afinal Filmes, entre outros.


FONTE: 

Michelle Antelo - Palavra Assessoria e Comunicação

‘Unidas pela esperança’, estreia nesta quinta, dia 14 de janeiro

‘Unidas pela esperança’, estreia nesta quinta, dia 14 de janeiro

 


Unidas Pela Esperança, chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 14 de janeiro, nas cidades de São Paulo, Fortaleza, São Luis, Natal, Recife, João Pessoa, Belém, Aracaju, Brasília, Porto Alegre, Alphaville, Guarulhos, São José dos Campos, Campinas, Jundiaí e Santos, com distribuição da Califórnia Filmes.


Sobre o filme

Estrelado por Kristin Scott Thomas e Sharon Horgan, Unidas Pela Esperança, de Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), conta a história de um grupo de mulheres de diferentes origens, cujos parceiros estão servindo no Afeganistão. Diante das ausências de seus maridos, namorados e familiares, elas se reúnem para formar o primeiro coral de esposas militares, ajudando umas às outras neste que é um dos momentos mais difíceis de suas vidas. O projeto dá tão certo, que as levam rapidamente ao estrelato internacional. Mas as diferenças em suas personalidades podem colocar tudo a perder.

Há dez anos, um grupo de mulheres prometeu dar apoio umas às outras através da música - e assim foi formado o primeiro Coral de Esposas de Militares, na base do exército de Catterick, no norte de York - Reino Unido. Inspirado pela popularidade do Coral, o longa-metragem de Peter Cattaneo Unidas Pela Esperança (Military Wives) é baseado na história real desse pequeno grupo de mulheres que se uniram e provocaram um movimento mundial - que agora atende a mais de 2300 pessoas em todo o Reino Unido e em suas bases militares no exterior.

O produtor Rory Aitken foi apresentado a este fenômeno através do radialista Gareth Malone, com a popular série de televisão da BBC "The Choir: Military Wives”, que documentou a criação do segundo coro de esposas de militares, em 2011. “Isso me emocionou de uma forma totalmente  inesperada”, diz Aitken. “Causou em mim o que os melhores filmes causam. Foi um soco no estômago, o que eles fizeram naquele documentário foi descobrir uma pequena parte da sociedade sobre a qual nunca poderia imaginar, e que realmente passa por um período difícil de suas vidas. E elas aproveitam o poder da música para se erguer. É realmente extraordinário”.

O produtor Ben Pugh recebeu o documentário de Aitken e imediatamente sentiu que o material era perfeito para o cinema. “A combinação da vida real e da luta dessas esposas e namoradas, que ganham voz através do coro, é completamente universal, um pedaço do país que ressoa tanto de forma local como em outros países”, diz.

Peter Cattaneo, indicado ao Oscar® de Melhor Diretor em 1998, por Ou Tudo ou Nada (The Full Monty), admite que chegou ao projeto sem saber quase nada sobre as vidas das famílias dos militares em serviço. “Fiquei empolgado com um conceito que me permitia explorar um modo de vida que raramente foi visto na tela grande, além de fazer um filme com música e canto em sua essência", lembra. Era essencial para os cineastas que o filme retratasse com precisão o cotidiano dessas mulheres, cujos parceiros estão no exterior arriscando suas vidas a serviço de seu país. "Nossa roteirista Rachel Tunnard se encontrou e conviveu com um grupo de esposas para obter detalhes e histórias sobre o mundo delas”, diz Cattaneo. “Ela teve algumas trocas bastante intensas e comoventes com elas e isso trouxe muita realidade ao roteiro".

Quando Cattaneo começou a conhecer as verdadeiras esposas de militares, ele descobriu dois temas ricos no coração da narrativa: um grupo improvável de pessoas que se uniu através da música e a idéia que se espera de que essas mulheres “mantenham a calma e continuem” encontra ali suas vozes. “Nós conhecemos algumas esposas de militares muito corajosas e sinceras, que compartilharam histórias pessoais muito humildes, às vezes angustiantes e muitas vezes hilárias”, diz ele. "Fiquei impressionado com o seu humor honesto e ‘pé no chão’ e fiquei determinado a rechear o filme com esse tipo de comédia”.

Quando várias das mulheres reais pediram para fazer parte do filme como figurantes, a satisfação delas com o roteiro final ficou evidente. “Temos uma cena em que todos os soldados estão indo para a guerra, na qual nós usamos o maior número possível delas. Então, quando você assistir à essa cena, lembre-se de que são famílias reais de soldados dizendo adeus”. Embora os personagens e grande parte da história sejam ficcionalizados, foram feitos todos os esforços para honrar os enormes sacrifícios que as famílias reais de militares fazem todos os dias, diz o produtor Piers Tempest. "Eu acho que os melhores filmes têm uma verdade profunda neles e é isso que sentimos sobre essa história. Ninguém fala assim sobre elas, mas as esposas dos militares em serviço são as heroínas desconhecidas das Forças Armadas. ”

SINOPSE LONGA


A vida na Base Militar de Flitcroft muda drasticamente quando um grupo de soldados em serviço ativo é enviado para o Afeganistão, devastado pela guerra. Enfrentando seis meses de separação e incerteza, as mulheres que ficam em casa buscam procurar consolo e sororidade entre si.

Kate (Kristin Scott Thomas), esposa do comandante, propõe um calendário de atividades para distrair as mulheres, chamando a atenção de Lisa (Sharon Horgan), a nova diretora do Comitê Social da base, que é a favor de manhãs informais com café e noites regadas a vinho. Quando uma jovem recém-chegada sugere que elas iniciem um coral, Kate e Lisa imediatamente tomam as rédeas da ideia, desde a escolha do material (clássico ou pop) até suas idéias sobre os ensaios. Ainda assim, as mulheres de Flitcroft - incluindo uma jovem recém-casada, uma cabeleireira cuja voz desafia os padrões e uma mãe que traz uma voz inesperadamente doce - aprendem a apoiar uma à outra, à medida que gradualmente desenvolvem uma paixão por cantarem juntas.

Um convite surpresa para se apresentarem no famoso Royal Albert Hall de Londres é a chance de estender a vida do coral, mas à medida que a data se aproxima, uma tragédia inesperada e a inevitável colisão dos estilos de Kate e Lisa ameaçam inviabilizar todo o projeto. Uma celebração à vida do diretor Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), Unidas Pela Esperança é inspirado na verdadeira história do primeiro Coro de Esposas de Militares.

O filme é estrelado por Kristin Scott Thomas (O Paciente Inglês, Quatro Casamentos e um Funeral), Sharon Horgan ("Catástrofe", A Noite do Jogo). No elenco estão Jason Flemyng ("Jamestown"; Jogos, Trapaças e Dois Canos FumegantesO Curioso Caso de Benjamin Button) e Greg Wise (Razão e Sensibilidade, "The Crown"). A direção é de Peter Cattaneo, com roteiro de Rachel Tunnard (Adult Life SkillsEmotional Fusebox) e Rosanne Flynn (‘The Labyrinth’).


SINOPSE

Um grupo de mulheres casadas com oficiais militares decide se unir para formar um coral. À medida que a inesperada amizade entre elas se desenvolve, a música e o riso transformam suas vidas, enquanto elas ajudam uma a outra a superar o medo pelos entes queridos em combate.

FICHA TÉCNICA 

Direção: Peter Cattaneo

Elenco: Kristin Scott Thomas, Sharon Horgan, Lara Rossi

Gênero: Comédia

País: Reino Unido

Ano: 2020

Duração: 112 min

Classificação: 12 anos


fonte: Paula C Ferraz - Assessora de Imprensa/ Califórnia Filmes

Filmes da TV Brasil - 13 a 17 de janeiro de 2021

Filmes da TV Brasil - 13 a 17 de janeiro de 2021





 Quarta (13) – 22h30 / 02h30 – Festival de Cinema"Histórias que só existem quando lembradas" (2011) –drama

- Quarta (13) – 04h00 – Sessão Retrô"No Paraíso das Solteironas" (1969) – comédia

- Quinta (14) – 22h30 / 02h30 – Cine Retrô"Na Corda Bamba" (1957) – comédia musical

- Sexta (15) – 22h30 / 02h30 – Cine Nacional"Sobre Rodas" (2017) – drama

- Sexta (15) – 04h00 – Sessão Retrô"Chofer de Praça" (1958) – comédia

- Sábado (16) – 18h00 – Cine Retrô"O Grande Xerife" (1972) – comédia

- Sábado (16) – 22h00 – DOC Especial"Alma Sonora" (2017) – documentário

- Domingo (17) – 14h00 – Sessão Família"Michel Strogoff" (2004) – animação

- Domingo (17) – 04h00 – Sessão Retrô"Jeca e seu Filho Preto" (1978) – comédia

 


Filmes da TV Brasil - 13 a 17 de janeiro de 2021

 

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Quarta-feira, 13 de janeiro

 

Festival de Cinema – Histórias que só existem quando lembradas

22h30, na TV Brasil

02h30, na TV Brasil (madrugada de quarta, dia 13/1, para quinta-feira, dia 14/1)

 

País: Brasil, Argentina e França. Ano: 2011. Gênero: drama. Direção: Julia Murat. Elenco: Sonia Guedes, Lisa Fávero, Luiz Serra, Ricardo Merkin, Antônio dos Santos, Nelson Justiniano, Maria Aparecida Campos, Manoelina dos Santos, Evanilde Souza, Julião Rosa, Elias dos Santos, Pedro Igreja.

 


Como todos os dias, Madalena (Sonia Guedes) faz pão para o armazém do Antônio (Luiz Serra). Depois, ela segue sua rotina: atravessa o trilho onde o trem já não passa há anos, limpa o portão do cemitério trancado, ouve o sermão do padre Josias (Ricardo Merkin) e almoça junto com os outros velhos habitantes da cidade.

 

Vivendo da memória do marido morto, Madalena é acordada por Rita (Lisa Fávero), uma jovem fotógrafa que chega na cidade fantasma de Jotuomba, onde o tempo parece ter parado. A região fica no Vale do Paraíba, no estado do Rio de Janeiro onde, nos anos 1930, as até então ricas fazendas de café foram à falência, derrubando a economia local.

 

Primeira trama de ficção dirigida pela cineasta Julia Murat, filha da renomada diretora Lucia Murat, o drama "Histórias que só existem quando lembradas" participou de mais de 80 eventos no circuito internacional da sétima arte.

 

A produção conquistou aproximadamente 30 prêmios em sua trajetória em festivais no exterior. Com roteiro de Julia Murat, Maria Clara Escobar e Felipe Sholl, a coprodução de Brasil, Argentina e França foi inspirada no realismo fantástico latino-americano, em especial na obra de autores como Gabriel García Márquez e Juan Rulfo.

 

Reprise. 97 min.

Classificação Indicativa: 10 anos

Horário: 22h30

Horário: 02h30 (madrugada de quarta, dia 13/1, para quinta-feira, dia 14/1)

 

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Quarta-feira, 13 de janeiro

 

Sessão Retrô – No Paraíso das Solteironas

04h00, na TV Brasil (madrugada de quarta, dia 13/1, para quinta-feira, dia 14/1)

 

País: Brasil. Ano de estreia: 1969. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Átila Iório, Carlos Garcia, Elizabeth Hartman.

 


Amácio Mazzaropi interpreta o matuto Joaquim Kabrito, caboclo acostumado com a vida do interior. O protagonista não poderia imaginar que ao tentar a sorte na cidade grande seria alvo dos olhares de desejo de uma turma de solteironas loucas por um "tipão" assim como ele.

 

Na bagunça, Joaquim Kabrito ainda tem tempo para se envolver em confusões com a dona do hotel e é colocado às voltas com uma quadrilha e um grupo de ciganos.

 

Reprise. 95 min.

Classificação Indicativa: 12 anos

Horário: 04h00 (madrugada de quarta, dia 13/1, para quinta-feira, dia 14/1)

 

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Quinta-feira, 14 de janeiro

 

Cine Retrô – Na Corda Bamba

22h30, na TV Brasil

02h30, na TV Brasil (madrugada de quinta, dia 14/1, para sexta-feira, dia 15/1)

 

País: Brasil. Ano de estreia: 1957. Gênero: comédia musical. Direção: Eurides Ramos. Elenco: Arrelia, Zé Trindade, Ema D'Avila, Teresinha Amayo, Roberto Duval, Solange França, Moacyr Deriquém, Wilson Grey, Marilene Silva, Íris Delmar.

 


Um afinador de pianos e seu folgado sobrinho de criação tentam devolver o colar de uma baronesa cigana, mas são ameaçados por um príncipe e sua irmã que ambicionam, com a posse do objeto, conquistar o trono do seu país de origem.

 

A baronesa Zaíra (Ema D'Avila) chama o afinador de pianos Arrelia (o próprio) para consertar o instrumento que tem em casa. Enquanto trabalha, ele encontra um valioso colar dentro do piano e distraidamente o coloca no pescoço durante o serviço.

 

A situação se complica quando a empregada doméstica Sofia (Marilene Silva) descobre o destino da joia. Ela trabalha para uma dupla de nobres ladrões estrangeiros do mesmo país da baronesa. A moça conta para os comparsas que querem roubar o colar. Eles começam a perseguir e assustar Arrelia para conseguirem pegar o objeto.

 

O colar acaba sendo achado por Zé Trindade (o próprio), sobrinho de criação que mora com Arrelia. Sem saber, ele dá o colar de presente para uma sambista. A valiosa peça de adorno vai passando de mão em mão para desespero de Arrelia.

 

O afinador de pianos e seu sobrinho buscam encontrar o colar de todas as formas. Numa trama com muita confusão, eles querem recuperar o objeto para devolvê-lo à baronesa e se livrar dos ladrões que estão em perseguição para obter a preciosa joia.

 

Dirigida por Eurides Ramos, a comédia foi produzida por Oswaldo Massaini e Alípio Ramos. O filme tem roteiro de Victor Lima e música de Radamés Gnattali. Os números musicais com direção de Hélio Barroso foram executados por Elizete Cardoso, Monsueto Menezes, Walter d'Ávila e as Melindrosas e Arrelia. O fundo musical e a orquestração são de Radamés Gnatalli.

 

Inédito. 84 min.

Classificação Indicativa: 12 anos

Horário: 22h30

Horário: 02h30 (madrugada de quinta, dia 14/1, para sexta-feira, dia 15/1)

 

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Sexta-feira, 15 de janeiro

                 

Cine Nacional – Sobre Rodas

22h30, na TV Brasil

02h30, na TV Brasil (madrugada de sexta-feira, dia 15/1, para sábado, dia 16/1)

 

País: Brasil. Ano: 2017. Gênero: drama, aventura, infantil. Direção e roteiro: Mauro D’Addio. Elenco: Cauã Martins, Georgina Castro, Lara Boldorini.

 


A trama acompanha a história de Lucas (Cauã Martins), um menino de 13 anos que perde os movimentos das pernas após um acidente. Ele passa a depender de uma cadeira de rodas e assim que se recupera volta aos estudos. O rapaz chega a uma nova escola e faz amizade com Laís (Lara Boldorini).

 

A garota de 13 anos ajuda sua mãe na barraca de café da manhã numa parada de caminhões na pequena cidade em que vivem. A jovem sonha em conhecer o pai, um caminhoneiro que a abandonou ainda na infância.

 

Quando Lara descobre o possível paradeiro do pai, os dois amigos do colégio iniciam uma jornada inesperada e partem em uma viagem pelas estradas do interior do país. Durante a aventura, eles acabam conhecendo melhor um ao outro.

 


Primeiro longa do diretor e roteirista Mauro D’Addio, "Sobre Rodas" foi reconhecido como o Melhor Filme pelo público no TIFF Kids (Canadá). A produção nacional ainda foi agraciada no Chicago International Children’s Film Festival (EUA) e na Mostra Geração, no Festival do Rio, como Melhor Filme.

 

Reprise. 82 min.

Classificação Indicativa: Livre.

Horário: 22h30

Horário: 02h30 (madrugada de sexta-feira, dia 15/1, para sábado, dia 16/1)

 

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Sexta-feira, 15 de janeiro

 

Sessão Retrô – Chofer de Praça

04h00, na TV Brasil (madrugada de sexta-feira, dia 15/1, para sábado, dia 16/1)

 

País: Brasil. Ano de estreia: 1958. Gênero: comédia. Direção: Milton Amaral. Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Celso Faria, Ana Maria Nabuco, Carmen Morales, Maria Helena Dias, Roberto Duval, Elk Alves, Benedito Liendo. Participação especial: Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol.

 


No filme "Chofer de Praça" (1958), o saudoso ator e cineasta Amácio Mazzaropi é o protagonista da trama e também acumula as funções de produtor e roteirista. A partir dessa obra, o humorista passa a colaborar frequentemente com os diretores.

 

A comédia "Chofer de Praça" foi o primeiro trabalho de Mazzaropi com a atriz Geny Prado. A artista foi seu par constante ao longo da carreira. Os números musicais do longa são apresentados por artistas como Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol que fazem participação especial na produção.

 

Na trama dirigida por Milton Amaral, Amácio Mazzaropi interpreta o humilde Zacarias, que se muda com a mulher Augusta para uma vila em São Paulo com o objetivo de arrumar um emprego e ajudar o filho Raul a pagar a faculdade de Medicina. O sonho do sujeito é ver o rapaz formado.

 

Disposto a fazer o possível e o impossível para ajudar a família, o protagonista consegue um trabalho como chofer de praça. Zacarias começa a dirigir um modelo de carro antigo, muito barulhento e fumacento, que rapidamente vira motivo de muitas piadas e de viagens repletas de trapalhadas.

 

Reprise. 97 min.

Classificação Indicativa: 10 anos

Horário: 04h00 (madrugada de sexta-feira, dia 15/1, para sábado, dia 16/1)

 

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Sábado, 16 de janeiro

                 

Cine Retrô – O Grande Xerife

18h00, na TV Brasil

 

País: Brasil. Ano de estreia: 1972. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Elenco: Amácio Mazzaropi, Patricia Mayo, Paulo Bonelli, Tony Cardi, Augusto César Ribeiro.

 


O humorista Amácio Mazzaropi interpreta o chefe dos correios, Inácio Poróroca, um viúvo que é pai de Mariazinha. Ele é o morador mais antigo de Vila do Céu onde vive cuidando da vida dos outros.

 

Um dia, chega na cidade, disfarçado de padre, o bandidão João Bigode. Em uma arruaça no bar da cidade, o maldoso mata o xerife e põe Poróroca em seu lugar. A confusão está armada e só o Grande Xerife pode proteger o povoado.

 

Reprise. 95 min.

Classificação Indicativa: 12 anos.

Horário: 18h00

 

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Sábado, 16 de janeiro

                 

DOC Especial – Alma Sonora

22h00, na TV Brasil

 

País: Brasil. Ano: 2017. Gênero: documentário. Direção, Fotografia e Edição: Daniel Choma. Direção de Pesquisa e Produção: Tati Costa e Sara Melo. Direção de Pesquisa e Trilha Musical Original: Domingos de Salvi.

 


O documentário registra personagens e bastidores da escola de Lutheria de Atibaia. O conteúdo audiovisual revela as minúcias na construção de violas, da escolha da madeira aos detalhes de acabamento.

 

Com 23 minutos, o curta é fruto dos processos gerados nas oficinas de documentário, viola e canção realizadas pelo projeto intergerações viola paulista em São Paulo. O filme tem direção, fotografia e edição de Daniel Choma. A obra nacional foi produzida pelo Instituto Câmara Clara.

 

Reprise. 23 min.

Classificação Indicativa: Livre.

Horário: 22h00

 

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Domingo, 17 de janeiro

 

Sessão Família – Michel Strogoff

14h00, na TV Brasil

 

Título original: Les Aventures Extraordinaires de Michel Strogoff. País: França. Ano: 2004. Gênero: animação. Direção: Hubert Chonzu e Alexandre Huchez. Produtores: Dargaud Marina e Rouge Citron. História original: Júlio Verne.

 


Inspirada no romance homônimo do escritor Júlio Verne, a animação francesa "Michel Strogoff" (2004) revela a épica odisseia do capitão Michel Strogoff em uma missão secreta pelo interior da Rússia.

 

Ameaçada por uma invasão tártara no século XIX, a Rússia continental é separada de seu território no extremo oriente. Isolado e cercado na Sibéria, o irmão do Czar lidera a última resistência com suas tropas.

 

O Czar confia ao capitão Michel Strogoff a missão de entregar uma mensagem vital a seu irmão, na Sibéria. Com valentia, ele deve cruzar todo o império para levar essa carta enquanto é perseguido por um traidor cooptado pelos tártaros.

 

Disfarçado de comerciante, o corajoso oficial faz uma longa e perigosa jornada por todo o país ao percorrer os confins da Rússia. As façanhas do homem encarregado de salvar a nação tem um dos ápices no encontro do mensageiro com a jovem Nádia, uma mulher obstinada que pode mudar suas prioridades.

 

A animação francesa retrata os bailes imperiais com valsas de Strauss, as melodias populares cantadas pelos barqueiros do rio Volga, as canções melancólicas dos cocheiros que cruzavam as áridas estepes da Ásia Central, as danças folclóricas e as composições românticas da Balalaika.

 

Escrita em 1876, a obra original de Júlio Verne tem uma narrativa inquietante fiel a eventos históricos. Com milhares de edições e reconhecimentos, o clássico "Michel Strogoff" redigido pelo autor francês traz grandes aventuras que foram adaptadas dezenas de vezes para produções do cinema e da televisão.

 

Reprise. 87 min.

Classificação Indicativa: Livre

Horário: 14h00

 

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Domingo, 17 de janeiro

 

Sessão Retrô – Jeca e seu Filho Preto

04h00, na TV Brasil (madrugada de domingo, dia 17/1, para segunda-feira, dia 18/1)

 

País: Brasil. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio. Elenco: Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção.

 


Em "Jeca e seu filho preto", o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro. O fato nunca pareceu o atormentar, mas os vizinhos se incomodam quando o rapaz se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.

 

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, abordou no cinema a questão do preconceito racial.

 

Reprise. 104 min.

Classificação Indicativa: 12 anos

Horário: 04h00 (madrugada de domingo, dia 17/1, para segunda-feira, dia 18/1)



FONTE:

Fernando Lima Barros Chaves/

/ TV BRASIL
Documentário 'BABENCO' inicia crowdfunding para campanha do Brasil no Oscar

Documentário 'BABENCO' inicia crowdfunding para campanha do Brasil no Oscar

 


“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, iniciou uma campanha de crowdfunding para sua campanha do Oscar. O filme é a indicação do Brasil para concorrer ao Prêmio da Academia de Melhor Filme Internacional, mas tem ainda que passar pela shortlist de 10 selecionados dia 09 de fevereiro e pela lista de 05 indicados dia 15 de março. Nessa primeira fase filmes de 92 países foram inscritos. O filme também está inscrito para concorrer na categoria de Melhor Documentário. 

A meta inicial da campanha é de R$200.000,00 até dia 31 de janeiro e a segunda é de R$350.000,000. Os coprodutores Globo Filmes e Canal Brasil e os apoiadores Globo, Itaú e SpCine também ajudam no investimento da campanha. Os produtores também pediram ajuda do Governo Federal (via Ancine) mas até agora não receberam uma aprovação. Diferente de outras categorias, a votação para Melhor Filme Internacional é aberta para todos os membros da Academia, independente da nacionalidade ou ramo do artista. É necessário, porém, que o membro se inscreva em uma comissão especial para poder ter acesso aos filmes concorrentes na plataforma da Academia. 



Os custos para participar de uma competição deste porte para uma forte campanha publicitária para o filme ser visto e ser votado sem um grande estúdio por trás, pode passar de 200 mil dólares na primeira fase.  

 

O filme estreou nos cinemas do Brasil dia 26 de novembro e atualmente está disponível nas plataformas de streaming NetNow, Looke, Vivo Play e Oi Play. O filme traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.  

 

O longa já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente). No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. Recentemente conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional de Documentários de Guangzhou, na China. O filme também já foi selecionado para festivais como o do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina, Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos. 

 

“BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” é uma produção HB Filmes e produzido por Bárbara Paz. A coprodução é da Gullane (pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane), BP, Lusco Fusco, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil. No Brasil a distribuição é da Imovision. 


Link da benfeitoria: https://benfeitoria.com/babenco 



Fonte: Assessoria de Imprensa 

PRIMEIRO PLANO 

Anna Luiza Muller  

Marcela Salgueiro

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