segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Canal Like elege as dez melhores séries e os dez melhores filmes internacionais e nacionais da última década


Para fechar o ano e encerrar o ciclo desta década, o Canal Like (530 da Net/Claro) preparou três programas especiais elegendo as dez melhores séries, os dez melhores filmes internacionais e os dez melhores filmes nacionais dos últimos dez anos. Depois de muito debate e saudosismo, e equipe do Like chegou a um acordo para eleger os destaques de 2010 a 2019. Aproveite as festa de fim de ano para maratonar caso não tenha assistido – ou queira rever – algumas dessas produções. Será que você vai concordar com os nossos escolhidos?

DEZ MELHORES SÉRIES DA DÉCADA
10º lugar – The Good Wife
A décima posição fica com o drama criminal assinado pelo casal Michelle e Robert King, os mesmos criadores de “In Justice”. “The Good Wife” se baseou nos escândalos sexuais envolvendo personalidades importantes do cenário político dos Estados Unidos. A personagem principal é Alicia Florrick (Julianna Margulies), esposa de um figurão preso em um desses rebuliços que sempre misturam prostituas e corrupção.

9º lugar - Big Little Lies
A nona melhor série da década reuniu um casting com várias estrelas superpoderosas: Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Laura Dern, Shailene Woolley e Zoe Kravitz. “Big Little Lies” segue a vida de cinco mulheres que moram na cidade costeira de Monterey, na Califórnia, e guardam segredos inconfessáveis por trás das aparências.

8º lugar - Rick e Morty
O oitavo lugar é de uma animação adulta que surgiu de um curta-metragem parodiando o clássico De Volta para o Futuro. Depois os personagens que representavam Doutor Brown e Marty McFly foram substituídos por Rick e Morty, que dão nome a série.

7º lugar - Sob Pressão
No sétimo lugar temos uma série brasileira sobre o drama da equipe de emergência de um hospital público. A criação é de Renato Fagundes e Jorge Furtado com direção de Andrucha Waddington. “Sob Pressão” é derivada do filme que tem um título igual e é baseada no livro do médico Marcio Maranhão. Dois mundos se encontram nos corredores do hospital - o do cético Doutor Evandro e o da religiosa Doutora Carolina. Eles precisam encontrar o equilíbrio para enfrentarem a rotina caótica da emergência de um hospital no subúrbio do Rio de Janeiro.

6º lugar - Chernobyl
A sexta posição relembra um dos dias mais trágicos do século XX, quando um acidente nuclear de grandes proporções afetou milhões de pessoas na antiga União Soviética. Até hoje os impactos do desastre são sentidos pela população da Ucrânia. “Chernobyl”, a minissérie criada por Craig Mazin, tenta esclarecer o que teria acontecido na tragédia.

5º lugar – Game of Thrones
O quinto lugar pertence a uma das séries mais icônicas da década e foi carro-chefe da HBO enquanto esteve no ar. Claro que estamos falando de “Game of Thrones”. Na trama medieval de fantasia, sete reinados e diferentes personagens competem entre si para saber quem vai sentar no Trono de Ferro. Sobram conflitos entre as famílias na busca incansável pelo poder, romance, vingança, sobrevivência ou simplesmente pela aventura.

4º lugar - Mad Men
O quarto lugar é outra produção de época impecável no figurino, interpretação e autenticidade. “Mad Men” é uma criação do roteirista Matthew Weiner, que ficou engavetada por sete anos até encontrar uma porta aberta na AMC. A narrativa acontece durante os anos 1960, numa agência de publicidade de Nova Iorque, que tem clientes do naipe da Kodak, Heineken, Pampers, Chevrolet, Avon e Sheraton. Além das referências visuais, “Mad Man” trouxe um leque de temas em alta no período, como o tabagismo, feminismo, adultério e anti-semitismo.

3º lugar - Black Mirror
Vamos avançar uns anos no tempo para falar do terceiro lugar na lista, que vai para uma série britânica de ficção científica no formato de antologia. Ou seja, a cada episódio mudam o elenco, os cenários e o contexto. “Black Mirror” explora um futuro próximo, onde a natureza humana e a tecnologia de ponta entram em conflito. A criação de Charlie Brooker tem episódios independentes um do outro, que você pode assistir na ordem que quiser. Todos eles fazem o público refletir sobre as consequências perversas da sociedade do espetáculo, onde os mundos físico e virtual se confundem.

2º lugar - Twin Peaks: O Retorno
A vice-liderança fica com a continuação de uma série dramática criada por Mark Frost e David Lynch que revolucionou a televisão nos anos 1990. Muitos atores do elenco original retornaram para reviverem os seus papéis em “Twin Peaks: O Retorno”. Na série original o foco está na investigação do agente do FBI Dale Cooper sobre o assassinato da estudante Laura Palmer. Até então, os telespectadores estavam acostumados com histórias lineares em que o assassinato misterioso do início era resolvido no encerramento do episódio. No final da segunda temporada, Laura Palmer prometia ao agente Cooper que eles iriam voltar a ser ver em 25 anos. É exatamente o que acontece em Twin Peaks: O Retorno, que se passa 25 anos depois.

1º lugar - Breaking Bad
O último episódio da série número 1 da lista foi um dos programas de televisão mais assistidos da história da tevê a cabo norte-americana. Em 2014, entrou para o Livro dos Records como o seriado mais bem avaliado pela crítica de todos os tempos. Estamos falando de “Breaking Bad”. A narrativa acompanha a história do professor de química desiludido que se junta ao seu estudante mais desinteressado nas aulas e se transforma no maior fabricante de metanfetamina do mercado.

DEZ MELHORES FILMES INTERNACIONAIS DA DÉCADA
10º lugar - A Árvore da Vida
Em pouco mais de duas horas, o filme nos leva do começo do universo até um pai traumatizado por ter perdido o filho de apenas 19 anos. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2011, “A Árvore de Vida” revolucionou o jeito que cineastas modernos filmam a intimidade familiar: a câmera na mão, os momentos espontâneos capturados com precisão e a luz natural vindo através das cortinas.

9º lugar - Relatos Selvagens
Quando “Relatos Selvagens” estreou, não havia quem falasse mal. Era um filme fácil de recomendar porque todo mundo se identificava com o que os personagem estavam passando. O longa de Ricardo Darín é uma coleção de contos que levam algumas das situações inusitadas do nosso cotidianos às consequências mais extremas como discussões no trânsito, casamentos que dão errado e dívidas antigas que não foram pagas.

8º lugar - Era Uma Vez Em Hollywood
Poucos filmes capturam essa ressaca de fim de década como "Era Uma Vez Em Hollywyood", o nono filme do de Quentin Tarantino. É a história de Rick Dalton, ex-galã de filmes de faroeste, e de seu dublê Cliff Booth. O ano é 1969 e parece que não há mais espaço para cowboys que nem Rick Dalton em Hollywood. O longa explora as opções que restam para um cowboy e seu dublê na dita "cidade dos sonhos".
Mas se fosse só por isso, não ganhava um lugar na nossa lista. Tarantino gosta de uma boa catarse. Em "Era Uma Vez" ele faz isso, mas as razões por trás da sua revisão histórica nunca foram tão interpretativas ou reflexivas quanto neste ou qualquer outro filme do diretor.

7º lugar – Divertida Mente
Se você viu "Divertida Mente" você sabe do que a gente tá falando - daquela lagrimazinha que você secou do sua bochecha no escurinho do cinema sem ninguém ver. Essa animação, feita pelos feras da Pixar, é um ponto alto de um estúdio que praticamente só tem pontos altos.
Se você não viu - a gente explica o conceito do filme rapidinho: a história e se passa quase toda na cabeça de uma menina de 11 anos, aonde as suas cinco emoções primárias - Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho - lutam para ter controle do estado mental da menina. Além das emoções serem absurdamente fofinhas, o filme utiliza um conceito brilhante pra dar uma aula de humanidade e empatia para um público de todas as idades.

6º lugar - Corra!
O primeiro longa-metragem de Jordan Peele foi feito com U$ 5 milhões e lucrou U$ 250 milhões nas bilheterias internacionais. O filme utiliza a linguagem do terror para abordar de um assunto que, infelizmente, ainda está presente na nossa sociedade: o racismo. "Corra!" mostra de maneira bem desenhada e divertida como o racismo ainda é estrutural, institucional e está nos lugares que a gente menos espera.

5º lugar – O Lobo de Wall Street
Esse épico de Martin Scorsese sobre a ascensão e a queda de um malandro do mercado financeiro americano tem gênero quase inclassificável. Tem gente que considera o filme até uma comédia. "O Lobo de Wall Street" consegue fazer algo que poucos conseguem. No começo do filme, você está torcendo para que toda a ousadia e cara-de-pau do protagonista dê certo. E no final, você está contando com a sua derrocada. E rindo com ela. Do céu ao inferno em três horas, "O Lobo de Wall Street" é um filme sobre como a justiça funciona, tanto a cósmica quanto a judiciária. E a atuação de Leonardo DiCaprio está demais!

4º lugar – Boyhood   
O próximo filme da lista foi lançado em 2014, mas começou a ser filmado doze anos antes. Um filme de ficção que usa as texturas da vida real para contar a sua história. "Boyhood" é um filme-experimento que acompanha a vida de um menino americano crescendo nos Estados Unidos, dos seis aos 18 anos. O espectador pode ver o menino crescer com seus próprios olhos.
O diretor Richard Linklater não se deu por satisfeito e quis ir além. O processo de fazer o filme era muito mais sobre escutar os atores e criar junto com eles. No total, só foram 39 dias de filmagem (três ou quatro por ano). "Boyhood" fala sobre convívio familiar e aborda como um jovem americano lida com o divórcio dos pais e como aprende a trilhar o seu próprio caminho.

3º lugar – Coringa  
Um filme ácido e de visual sujo, "Coringa" é a história de como o homem que iria se tornar o vilão do Batman chegou ao fundo do poço e encontrou o seu alter ego. E se o Coringa é o protagonista do momento, o grande vilão aqui é a sociedade: Gotham nunca foi tão caótica e violenta. Será que podemos dizer que ela nunca foi tão real? É por essa assimilação com a realidade que "Coringa" bateu tão forte. O filme ganhou o Festival de Veneza e bateu um bilhão de dólares na bilheteria.

2º lugar – A Rede Social  
Lançado no finalzinho de 2010, "A Rede Social" conta a conturbada história de como surgiu o então novo fenômeno da internet, o Facebook. O longa de David Fincher é o filme que melhor captura esse momento particular da ambição sem limites dos Estados Unidos. Antes dos coaches do Youtube, dos empreendedores do Linkedin e até das influencers do Instagram, existia Mark Zuckerberg e o seu Facebook, que ele "roubou" dos seus colegas da faculdade.

1º lugar - Parasita
Se “A Rede Social” apontava para aonde nós estávamos indo, o filme escolhido para o primeiro lugar mostra perfeitamente aonde chegamos. “Parasita” é um sul-coreano sobre a história de duas famílias: uma mora em um porão apertado e sujo. A outra, mora em uma casa gigantesca e luxuosa. Mas, para a família rica continuar a ter a vida protegida e sem esforços que tem ela precisa de funcionários que estejam dispostos a lidar com a sujeira do dia-a-dia, não importa quão suja ela seja. E para isso, a família rica, obrigatoriamente, tem que abrir as portas da sua casa.

DEZ MELHORES FILMES NACIONAIS DA DÉCADA
10º lugar – Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro
Esta seleção apresenta os filmes em ordem cronológica. Assim, vamos começar com aquela superprodução que entrou 2010 com o pé na porta: "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora é Outro". Sequência de um dos maiores fenômenos do cinema nacional - "Tropa de Elite" - dirigido por José Padilha, a segunda parte se passa treze anos depois e traz de volta Wagner Moura. O agora coronel Nascimento é afastado do BOPE por causa de uma operação que deu errado. Mas ele vai parar na inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado e descobrir que o sistema esconde muito mais podridão. Se, antes, Nascimento combatia traficantes, desta vez, a luta é contra a milícia.

9º lugar - O Som ao Redor
Esse drama de suspense marcou a estreia do pernambucano Kleber Mendonça Filho na direção de longas de ficção. Ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Roteiro Original, Kleber conta a história da instalação de uma milícia numa rua de classe média, na zona sul do Recife. Mas o que era pra dar um jeito na crescente onda de violência, aumenta a paranoia e a sensação de que algo ruim vai acontecer.

8º lugar - Tatuagem
"Tatuagem" também marca a estreia de Hilton Lacerda, outro pernambucano como diretor de longa de ficção. O filme se passa em 1978, na ditadura militar. Duas linhas narrativas se cruzam: uma é a do agitador cultural Clécio Wanderley, personagem do Irandhir Santos. Gay, ele tem ex-mulher, filho e lidera a trupe teatral "Chão de Estrelas", que chama de "Moulin Rouge do Subúrbio". A outra história é a do jovem soldado Fininha, papel de Jesuíta Barbosa. Militar e todo certinho, ele vai ter a vida transformada quando assiste a uma apresentação de Clécio no "Chão de Estrelas". Os dois se envolvem e há uma colisão entre os mundos da repressão e do anarquismo libertário.
"Tatuagem" levou quatro prêmios no Festival de Gramado, entre eles, o de melhor filme. E mais quatro no Festival do Rio, incluindo melhor filme pelo júri popular.

7º lugar – O Lobo Atrás da Porta
Com roteiro e direção do paulista Fernando Coimbra, o filme se baseia numa tragédia real, o caso da "Fera da Penha", que chocou o Brasil. Milhem Cortaz e Fabíula Nascimento formam o casal Bernardo e Sylvia. Quando a filha deles desaparece, vão à delegacia e são interrogados pelo delegado vivido por Juliano Cazarré. É aí que vem à tona um triângulo amoroso. E o outro vértice fica por conta de Rosa, personagem da premiada Leandra Leal.
Todos são interrogados separadamente, inclusive Rosa. Os depoimentos são contraditórios e a investigação vai desembaraçando uma teia de mentiras, paixões, ciúmes e vingança. "O Lobo Atrás da Porta" foi vencedor de oito categorias no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, incluindo Melhor Filme e Diretor.

6º lugar – Casa Grande
O drama explora a questão dos privilégios de classe de uma elite decadente do Rio de Janeiro. Suzana Pires e Marcelo Novaes interpretam um casal da alta burguesia carioca que está falindo, mas não perde a pose. Eles cortam gastos, tentam esconder a crise que estão vivendo, mas o aperto começa a afetar diretamente os seus filhos. E, quando a bolha estoura, os jovens vão se libertar da superproteção dos pais e conhecer uma nova realidade. "Casa Grande" ganhou o Prêmio do Público nos Festivais do Rio e no de Toulouse, na França.

5º lugar - Que Horas Ela Volta?
Outro longa da lista que também lida com o abismo social entre classes é "Que Horas Ela Volta?", escrito e dirigido pela paulistana Anna Muylaert. Na pele da pernambucana Val, Regina Casé se muda para São Paulo pra trabalhar em casa de família. Ela batalha uma vida melhor pra sua filha Jessica, papel de Camila Márdila. Passado algum tempo, Jessica liga dizendo que precisa prestar vestibular na cidade e vai ficar com a mãe.
Assim que chega, a jovem se revolta com a postura subserviente da mãe e questiona a ordem das coisas na casa dos patrões da Val. Os códigos de hierarquia entre a "casa grande" e a ala dos serviçais são demais para o orgulho e a ambição de Jéssica, o que provoca uma série de conflitos entre mãe e filha.

4º lugar – Praça Paris
Qual é o limite da empatia? Essa é uma das questões levantadas em "Praça Paris", longa que traz outro choque de realidades. Trata-se de um drama com um toque de suspense dirigido pela carioca Lucia Murat, escrito por ela em parceria com Raphael Montes. Em uma interpretação luminosa, Grace Passô vive Glória, uma ascensorista da UERJ. Joana de Verona faz uma terapeuta portuguesa que faz uma pós-graduação sobre violência na UERJ.
Joana inicia uma relação de terapeuta e paciente com Glória. Durante as sessões fica sabendo que a moradora do Morro da Providência é filha de um pai que abusou dela na infância. Além disso, Glória tem um irmão que está na cadeia, mas é um perigoso chefe do tráfico que ainda exerce uma enorme influência sobre a vida de sua paciente. A estrangeira vai testar os limites da própria curiosidade antropológica diante de uma cidade tão desigual, hostil e em constante transformação.

3º lugar – O Animal Cordial
Do suspense vamos para o thriller de terror. O longa tem roteiro e direção da paulistana Gabriela Amaral Almeida e se passa em um restaurante de classe média em São Paulo. Ali, vemos a dinâmica entre a clientela heterogênea, o dono do estabelecimento e seus funcionários. Até que o lugar é invadido por dois ladrões armados e violentos.
Murilo Benício vive Inácio, o dono do restaurante, um chefe cordial. Só que, pressionado ao limite, ele vai mostrar o que se esconde por baixo daquele verniz de civilidade. Além de Benício, o elenco traz grandes desempenhos de Luciana Paes, Ernani Moraes, Camila Morgado e Irandhir Santos.

2º lugar – Benzinho
"Benzinho" foi dirigido pelo carioca Gustavo Pizzi, que escreveu o roteiro com sua ex-esposa e estrela do filme, Karine Teles. Ela faz Irene, que vive as alegrias e ansiedades típicas de uma mulher comum de classe média. O filho mais velho é convidado pra jogar handebol na Alemanha e isso lhe rende uma baita angústia. Mas ela ainda tem que dar força ao marido, personagem de Otavio Muller, que atravessa uma crise profissional.
Outra que conta com seu auxílio é a irmã, papel de Adriana Esteves, que sofre com uma relação violenta. Isso sem falar nos outros filhos pequenos. O detalhe é que os caçulas são filhos de Karine e Gustavo Pizzi. Ex-casal, eles agora são parceiros artísticos e venceram em seis categorias do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Incluindo Melhor Atriz, Direção, Filme e Roteiro Original.

1º lugar – Bacurau
"Bacurau" é um dos filmes mais falados do momento. Foi escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Os moradores de Bacurau descobrem que o seu pequeno povoado, localizado no sertão brasileiro, literalmente sumiu do mapa. E isso coincide com a chegada de estrangeiros misteriosos que parecem aficionados por um esporte radical que pode colocar em risco a vida naquele lugar.
Com um elenco bem eclético, que inclui o alemão Udo Kier e a diva brasileira Sônia Braga, "Bacurau" fez história por ser o primeiro filme nacional a ganhar o Prêmio do Júri no Festival de Cannes.

Serviço:
Dez Melhores Séries da Década
Canal Like: 530 da NET/Claro
No ar terça, dia 31 de dezembro, às 15h.
Assista também: quinta, dia 2/01, às 15h.

Dez Melhores Filmes Internacionais da Década
Canal Like: 530 da NET/Claro
No ar segunda, dia 30 de dezembro, às 20h.
Assista também: quarta, dia 1/01, e sexta, dia 3/01, às 20h.

Dez Melhores Filmes Nacionais da Década
Canal Like: 530 da NET/Claro
No ar de segunda para terça, dia 31 de dezembro, à 0h.
Assista também: quinta, dia 2/01, e sábado, dia 4/01, à 0h.

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Fonte: Eloah Bandeira/ Palavra!Assessoria em Comunicação

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