quarta-feira, 24 de abril de 2019

PROGRAMAÇÃO CINE ARTE UFF (25 abril/ 01 maio)


25 de abril a 01 de maio de 2019 – quinta a quarta

Dia 25
Quinta
14h30
AYKA
16h30
BORDER
19h
VIAJO PORQUE PRECISO, VOLTO PORQUE TE AMO – Entrada franca
Dia 26
Sexta
14h
Minicurso Ñandereko e Cinema Indígena de Direção Coletiva (Teko Porã)
16h30
Minicurso Narrativa Visual Cinematográfica - A visão Guarani (Teko Porã)
18h30
O ÚLTIMO SONHO – Lançamento (Teko Porã)
20h
CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS (Teko Porã)
27 a 01
Sábado a quarta
14h30
AYKA
16h30
BORDER
18h40
CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS
20h50
LOS SILENCIOS

14h30 > AYKA (exceto dia 26, sexta)
Ayka, Rus/Pol/Ale/Cas/Chi, 2018, 100’, 14 anos
De Sergey Dvortsevoy
Com Samal Yeslyamova, Zhipara Abdilaeva, Sergey Mazur

Ayka acabou de dar à luz. Ela foge do hospital e abandona a criança. Imigrante do Quirguistão que vive ilegalmente em Moscou, Ayka tem um subemprego em um abatedouro de frangos, agiotas a perseguem para pagar uma antiga dívida e ela divide um quarto em uma pensão lotada. A câmera acompanha Ayka pelas ruas geladas de Moscou em busca do filho, de conseguir dinheiro e de se manter viva após as complicações do pós-parto. Melhor Atriz em Cannes 2018.




16h30 > BORDER (exceto dia 26, sexta)
Gräns, Suécia, 2018, 110’, 16 anos
De  Ali Abbasi
Com Eva Melander, Eero Milonoff, Jörgen Thorsson

Tina é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” pelo olhar e pelo odor. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore, seu único suspeito não legitimado. Vencedor da mostra Um Certo Olhar / Cannes 2018 e do Festival de Los Angeles 2018, Efeitos Especiais no Prêmio do Cinema Europeu e indicado ao Oscar de Maquiagem.


Dia 25, quinta, 19h, entrada franca - PROJETO CINEMAS EM REDE
Exibição seguida de debate em rede com a Diretora de Fotografia Heloísa Passos
VIAJO PORQUE PRECISO, VOLTO PORQUE TE AMO
Brasil, 2009, 75’, 14 anos
De Marcelo Gomes e Karim Aïnouz - Fotografia de Heloísa Passos
Com Irandhir Santos

José Renato tem 35 anos, é geólogo e foi enviado para realizar uma pesquisa, onde terá que atravessar todo o sertão nordestino. Sua missão é avaliar o possível percurso de um canal que será feito, desviando as águas do único rio caudaloso da região. À medida que a viagem ocorre ele percebe que possui muitas coisas em comum com os lugares por onde passa. Desde o vazio à sensação de abandono, até o isolamento, o que torna a viagem cada vez mais difícil. Melhor Fotografia e Melhor Direção no Festival do Rio 2009.





TEKÔ PORÃ
Cosmovisão e Expressividade Indígena

Em guarani Teko Porã, em quechua Kawsai, Suma qanaña, em aymara, todos estes termos se referem a ideias sobre o Bem Viver em comunidade, uma busca por equilíbrio nas relações entre as pessoas e o meio ambiente capaz de compreendê-lo como um ser vivo e ativo. Essas ideias e valores dos povos ameríndios têm sido retomadas e repensadas como proposta para a sociedade, uma alternativa ao aprofundamento das desigualdades sociais, a degradação da natureza e as perdas das dimensões empáticas e afetivas nas relações humanas.
O que pode a arte quando a sociedade é levada ao limite? Quais as potências nas formas expressivas dos povos ameríndios vem sendo invisibilizadas e colocadas à margem tanto social, quanto esteticamente?
O Centro de Artes UFF, na segunda edição do evento “Brasil: A margem”, se propõem a ser um espaço acolhedor, abrindo seus espaços dedicados à arte, para as ideias, visões e formas expressivas tradicionais e contemporâneas dos povos indígenas, colocando em questão as concepções de arte, suas linguagens e o próprio conceito do contemporâneo, historicamente determinados sobre critérios do ocidente.
O evento, de 24 a 30 de abril, trará a riqueza da cosmovisão e expressividade indígena, ocupando a galeria de arte, o espaço de fotografia, o Teatro e o Cine Arte UFF, bem como os espaços do jardim, com debates, oficinas, exposições, espetáculos, música e filmes.

CINE ARTE UFF – Dia 26, sexta

14h > Minicurso Ñandereko e Cinema Indígena de Direção Coletiva
Com realizadores da ASCURI (Associação de Realizadores Indígenas - MS)
Os realizadores de cinema da Ascuri abordarão a relação do modo de ser indígena e o modo de realizarem e ensinarem o audiovisual em aldeias, com ênfase na importância da direção coletiva.

16h30 > Minicurso Narrativa Visual Cinematográfica - A visão Guarani
Com Alberto Alvares
A partir de sua experiência, o cineasta falará da perspectiva guarani no cinema.

18h30 > Lançamento do filme O ÚLTIMO SONHO
De Alberto Alvares
No longa, a homenagem vem em forma de documentário sobre a memória do grande líder Guarani Wera Mirim. Guiado pelos sonhos, com orientação de Nhanderu, Wera Mirim, mesmo após seu passamento, continua a guiar seu povo através de sua sabedoria ancestral, para além da vida.

20h > CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS
Ingressos: R$ 14,00 | Meia – R$ 7,00


CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS
20h > Dia 26, sexta
18h40 > 27 a 01, sábado a quarta
Brasil, 2018, 114’, 12 anos
De João Salaviza e Renée Nader Messora
Com Henrique Ihjãc Krahô, Kôtô Krahô

Ihjãc é um jovem do povo Krahô, aldeia indígena localizada em Pedra Branca, no interior do Brasil. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da comunidade. Ao mesmo tempo, Ihjãc apresenta sinais de que está se tornando pajé, mas rejeita completamente a ideia. Prêmio do Júri na mostra Um certo olhar, no Festival de Cannes 2018.




20h50 > LOS SILENCIOS (27 a 01, sábado a quarta)
Brasil/Fra/Col, 2018, 89’, 12 anos
De Beatriz Seigner, com Enrique Diaz, Marleyda Soto, Adolfo Savinvino

Amparo é mãe de dois filhos pequenos e está fugindo dos conflitos armados da Colômbia. Na tríplice fronteira do país com o Peru e o Brasil, ela e os meninos se abrigam em uma pequena ilha com casas de palafita no Rio Amazonas. No local, eles encontram o pai, que supostamente estava morto. Melhor Direção e Prêmio da Crítica no Festival de Brasília 2018 e Melhor Contribuição Artística no Festival de Havana 2018.



 



Ingressos
Inteira – R$ 14,00 | Meia – R$ 7,00 (exceto segundas-feiras)
Segunda-feira – Promoção “Meia-entrada para todos” – R$ 4,00

Rua Miguel de Frias 9   Icaraí  Niterói  RJ  (21) 3674-7511 | 3674-7512      www.centrodeartes.uff.br

Fonte: Renata Cunha 
Comunicação - Centro de Artes UFF

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