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sábado, 22 de outubro de 2016

Estreias de documentários brasileiros na programação de filmes da TV BRASIL (22 a 30 de Outubro)

Entre os destaques, a estreia do filme nacional "Pássaro Preto", documentário representante do Brasil na sessão DOCTV Latinoamérica V, que será exibido neste domingo (23) à meia-noite 

No sábado (22), às 12h30, o documentário nacional "O samurai brasileiro – a história de Chiaki Ishii" mostra a trajetória do primeiro medalhista olímpico do judô para o país. Às 18h30, a emissora estreia o filme "Claun - Os dias aventurosos de Ayana". Ainda apresenta, à meia-noite, a produção "A campanha do caju", e, às 4h, o longa mexicano "O ocaso das deusas".

Neste domingo (23),  às 14h, o canal traz a segunda parte do telefilme "As Colheitas do Futuro", documentário francês de Marie-Monique Robin sobre soluções para a crise de alimentos no mundo. 

O destaque de domingo (23) à meia-noite, é a estreia do filme nacional "Pássaro Preto", documentário representante do Brasil na sessão DOCTV Latinoamérica V. Já à 1h, vai ao ar o longa iraniano "Gosto de Cereja", considerado a obra prima da filmografia do saudoso diretor Abbas Kiarostami.

Nesta segunda (24), às 23h20, a atração é o documentário "Bissau D'Isabel", de Guiné-Bissau.

Nesta terça (25), às 22h20, o longa brasileiro "Favela on Blast" aborda o universo do funk carioca.

Nesta quarta (26), às 22h20, o filme "O Rei do Samba" traça um panorama sobre a vida e a obra sobre o compositor Geraldo Pereira.

Já na quinta (27), às 22h20, a TV Brasil estreia o documentário nacional "Deixa que eu falo", sobre a vida e a obra do diretor de cinema Leon Hirszman, com direção do cineasta Eduardo Escorel.

Na sexta (28), às 22h20, o premiado drama nacional "Avanti Popolo" revela as dificuldades no reencontro e no convívio de pai e filho.

TV Brasil estreia o documentário nacional "Reidy, a Construção da Utopia", da diretora Ana Maria Magalhães, sobre o urbanista Affonso Eduardo Reidy.

No sábado (29), às 12h30,  vai ao ar o documentário "Padilha, uma vida olímpica". Já à meia-noite, entra em cartaz o documentário "Bissau D'Isabel", de Guiné-Bissau e, às 4h, o brasileiro "Pássaro Preto".

Por fim, no domingo (30), às 21h, o canal estreia o documentário "Brasil, Brasil", do cineasta francês Pascal Vasselin. À meia noite, a atração é o longa boliviano "Uma banda de Oruro".

Filmes da TV Brasil 22 a 30 de outubro de 2016

Sábado, 22 de outubro

O samurai brasileiro – a história de Chiaki Ishii
12h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Bruno Tinoco e Eduardo Levy.

Poucos são os atletas que competem em altíssimo nível. Alguns chegam ao pódio; pouquíssimos se tornam campeões. Talvez até conquistem fama. Raros, no entanto, são aqueles que transcendem essas conquistas e alcançam uma glória maior: o respeito e a admiração unânimes daqueles que vivem e amam seu esporte.

Assim é com Chiaki Ishii, dono da primeira das 19 medalhas olímpicas do judô brasileiro. O ídolo de todos os ídolos desse esporte. Um homem que se colocou atrás dos holofotes e passou a iluminar o caminho daqueles que viriam depois dele.

Dirigido por Bruno Tinoco e Eduardo Levy, o documentário “O samurai brasileiro – a história de Chiaki Ishii” é sobre sua fantástica jornada como homem e atleta. Hoje com 73 anos e no 9° Dan, Ishii entrou para história do esporte após conquistar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, o primeiro pódio do Brasil no judô.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 12h30


Sábado, 22 de outubro

Claun - Os dias aventurosos de Ayana
18h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: aventura/fantasia. Direção: Felipe Bragança, com Jennifer Melo, Márcio Vito, Remo Trajano, Eduardo Speroni, Júnior Moura, Carolina Lavigne, André de Souza.

O filme “Claun - Os dias aventurosos de Ayana” é uma fábula sobre a cultura dos mascarados do carnaval carioca.

A trama narra a história de Ayana, uma menina de 13 anos, que se envolve no universo dos bate-bolas e clóvis do carnaval do Rio de Janeiro, e embarca em uma jornada de aventura, mistério e fantasia.

A produção dirigida por Felipe Bragança é a parte um do projeto transmídia homônimo. O cineasta também é o responsável pelos filmes “A Fuga da Mulher Gorila”, “Desassossego” e “A Alegria”.

Inédito. 70 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 18h30



Sábado, 22 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

A campanha do caju
00h00, na TV Brasil

País de origem: Guiné-Bissau. Ano: 2007. Gênero: documentário. Direção: Paulo Silva Costa.

O documentário “A campanha do caju” retrata uma Guiné-Bissau devastada por sucessivas trocas de governo, onde só há trabalho certo durante três meses por ano, com a safra do caju cuja castanha é vendida em bruto, com estradas esburacadas que dificultam e encarecem o escoamento da produção.

Ao apresentar a saga desse povo, o longa apresenta um retrato audiovisual da situação socioeconômica que se vive na Guiné-Bissau contemporânea.

Até 1974, o país foi a ex-colonia portuguesa em que a luta anticolonial foi mais violenta. Depois, foi um dos jovens países africanos mais acarinhados pela cooperação internacional. Mas o que se viveu foi a instabilidade provocada por sucessivas crises políticas e golpes de Estado. É sobre a forma como se vive no meio de toda esta devastação que o documentário revela.

O caju, fruto tropical, trazido do Brasil nos anos 1950 e plantado ao longo das estradas forma hoje uma verdadeira floresta nativa de cajueiros que poderia por si só garantir a prosperidade econômica da Guiné-Bissau. O país se tornou o quinto maior produtor e o maior exportador mundial de castanha em bruto.

Quase toda a produção de castanha é vendida em bruto para a Índia, e só aí tratada e aproveitada. Desse modo quase nada dessa riqueza regressa à África. Quase três quartos da população de Guiné-Bissau vivem da coleta do caju, após o fruto cair no chão.

Reprise. 54 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00


Sábado, 22 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

O ocaso das deusas
04h00, na TV Brasil

Título original: El ocaso de las diosas. País de origem: México. Ano: 2016. Gênero: documentário. Direção: Carlos Mignon.

As irmãs Mignon tentam se aproximar e reconstruir sua relação entre velhas mágoas e um câncer terminal. Silvia, a mais velha, compreende que a memória não é estática e, para sarar velhas feridas, é necessário começar no presente. Silvia acompanha em todo o momento Judith, sua irmã mais nova, enquanto ela combate sua doença.

Dirigido por Carlos Mignon, o longa mexicano “O ocaso das deusas” é um retrato de duas irmãs que confrontam os conceitos de irmandade e mortalidade.

Reprise. 54 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 04h00



Domingo, 23 de outubro

As Colheitas do Futuro
14h00, na TV Brasil

Ano: 2012. Título Original: Les Moissons du Futur. País de Origem: França. Gênero: Documentário. Direção: Marie-Monique Robin.

Alimentar o planeta Terra sem pesticidas é possível, segundo a jornalista francesa Marie-Monique Robin, que defende a agroecologia no telefilme “As Colheitas do Futuro” (2012) organizado em dois episódios. O documentário aponta soluções possíveis para a crise de alimentos no mundo.

Com um sexto da população mundial passando fome, segundo estatísticas da ONU, é urgente que ocorra uma mudança de paradigma na agricultura. Em busca de alternativas, a produção viajou a diversos continentes encontrando agricultores, especialistas, economistas e militantes, em busca de experiências bem-sucedidas em relação à agricultura tradicional.

A diretora Marie-Monique Robin encontrou várias alternativas à agricultura industrial, que é baseada no largo uso de pesticidas químicos ou em alimentos geneticamente modificados. Ela exemplifica a agricultura familiar e a agroecologia, mostrando como muitos agricultores ao redor do mundo são capazes de obter as suas colheitas sem pesticidas, sem poluir a água, o ar e o solo e sem prejudicar as pessoas.

"Os estudos demonstram que os sistemas agrícolas mais produtivos são os que apresentam uma densidade importante de árvores", destaca a jornalista Marie-Monique Robin ao ressaltar que o modelo agroindustrial não conseguiu alimentar o planeta.

Em duas partes, o documentário mostra, no México e nos Estados Unidos, o legado da agricultura tradicional ameaçado por um tratado comercial injusto e, no Malawi, na Alemanha e no Quênia, a sofisticação e a eficácia das técnicas de cultivo bio.

Também faz um balanço do modelo agroindustrial, que, depois de meio século, não é capaz de alimentar o mundo, enquanto aumenta o aquecimento global, esgota os solos, os recursos hídricos e a biodiversidade, e empurra para as favelas milhões de camponeses.

O filme “As Colheitas do Futuro” destaca que é possível buscar alternativas para a questão da alimentação de uma forma ambientalmente sustentável. Com este documentário, a jornalista Marie-Monique Robin encerra a trilogia sobre a contaminação alimentar que começou em 2008 com "O mundo segundo Monsanto", sobre a gigante agroquímica americana Monsanto, e "Nosso veneno cotidiano" (2010).

Reprise. 50 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 14h00


Domingo, 23 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Pássaro Preto
00h00, na TV Brasil

Título original: Pássaro Preto. País de origem: Brasil. Ano: 2016. Gênero: documentário. Direção: Maria Pereira. Produção: Maria Pereira e Julia Bernstein. Direção de fotografia: Camila Freitas. Edição: Julia Bernstein. Produtora: Praga conexões.

Atrás das grades de centros penitenciários do Brasil, há menores de idade. Muitos deles contam como mantêm vivos os sonhos e aspirações, apesar da vida de encarceramento.

O documentário “Pássaro Preto” acompanha o dia a dia das crianças que cumprem sentença nos centros penitenciários do país.

Com máscaras feitas por suas próprias mãos, num processo criativo provocado pela equipe de filmagem, para garantir e preservar sua identidade, as crianças contam suas histórias de vida e seus sonhos.

Eles relatam abertamente sua história com o rosto escondido por máscaras de aves, o que sugere uma metáfora para seu desejo de liberdade, de voar além da prisão.

Dirigido por Maria Pereira, o filme busca contribuir para o debate sobre a mudança da lei de maioridade penal no Brasil.

Inédito. 54 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00



Domingo, 23 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Gosto de Cereja
01h00, na TV Brasil

Título original: Ta'm e guilass. País de origem: Irã. Ano: 1997. Gênero: drama. Direção: Abbas Kiarostami, com Homayoun Ershadi, Abdolrahman Bagheri, Afshin Khorshid Bakhtiari.

Sr. Badii é um homem de meia idade amargurado que deseja morrer, mas vive em uma sociedade onde o suicídio é considerado uma abominação. Ele busca conhecer alguém que possa enterrá-lo em buraco e confirmar se ele está mesmo morto.

Dirigindo pelas colinas acima de Teerã, ele conhece diversos personagens: afegãos, curdos, turcos, prisioneiros do deserto, um soldado, um estudante seminarista e o empregado de um museu.

Essas pessoas também vivem mais ou menos à margem da sociedade e recebem a proposta de Badii com reações variadas. Cada um apresenta suas razões para rejeitar a proposta de ajudá-lo nessa atitude: medo, escrúpulos religiosos e repulsa humanista por uma vida deliberadamente desperdiçada.

Vencedor da Palma de Ouro no Festival da Cannes, o drama “Gosto de Cereja” é considerado a obra prima do cineasta iraniano Abbas Kiarostami e um dos filmes mais importantes da década de 1990. A narrativa do road movie estimula a reflexão enquanto o protagonista circula pelas paisagens áridas de Teerã.

Reprise. 98 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 01h00



Segunda-feira, 24 de outubro

Bissau D'Isabel
23h20, na TV Brasil

País de origem: Guiné-Bissau. Ano: 2005. Gênero: documentário. Direção: Sana Na N’Hada.

O documentário “Bissau D'Isabel” segue o cotidiano de Isabel Nabalí Nhaga para contar a história de Guiné-Bissau, primeira colônia no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal em 1974.

Com um histórico de instabilidade política, o país, desde então, não conseguiu que nenhum presidente eleito completasse com sucesso um mandato de cinco anos. Isso gerou um quadro de enormes dificuldades, atraso e subdesenvolvimento. O produto interno bruto per capita da nação é um dos mais baixos do mundo.

Bissau é a capital da Guiné onde se aglutina e funde o mosaico étnico-cultural do país. Mais de 21 etnias com culturas e línguas por vezes totalmente distintas se reúnem na cidade. Quase metade da população fala kriol, uma língua crioula baseada no português, enquanto o restante dos habitantes fala uma variedade de línguas africanas nativas.

A personagem Isabel Nabalí Nhaga começou como auxiliar de enfermagem durante a luta armada de libertação nacional em 1966 e foi posteriormente em 1968 enviada a Cuba para ser formada como enfermeira instrumentista.

Casada, mãe de sete filhos, cinco rapazes e duas moças, ela trabalha no Bloco Operatório dos Cuidados Intensivos no Hospital Nacional Simão Mendes em Bissau enquanto o marido atua em uma organização não governamental de conscientização sobre educação sexual e as doenças sexualmente transmissíveis.

Isabel se desdobra entre o trabalho no hospital e o cultivo de hortaliças e frutos que produz com o marido e os filhos numa horta no terreno onde residem no subúrbio da capital. A família trabalha e se mantém unida pela mão firme e segura de Isabel.

A partir da rotina de Isabel, o documentário dirigido por Sana Na N’Hada apresenta Bissau e sua realidade de imensas dificuldades. O longa traça um contundente painel sobre a vida na efervescente e ruidosa cidade em que as pessoas, especialmente as mulheres, se reinventam e se desdobram para encontrar possíveis formas de sobreviver.

O filme foi reconhecido com o Prémio RTP África de melhor documentário no Festival Imagens.

Inédito. 53 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 23h20


Terça-feira, 25 de outubro

Favela on Blast
22h20, na TV Brasil

Ano: 2008. Gênero: documentário. Direção: Leandro HBL e Wesley Pentz (DJ Diplo), com Mr Catra, Deise Tigrona, Mc Leleco, Mc Duda, Dj Sany Pitbull, Dj Jorginho, Mc Ju. Mc Colibri, Biruleibe, Mc Pé de Pano, Mcs Júnior e Leonardo, Mcs Gorila e Preto, Gaiola das Popozudas, Mc Frank, Dj Cabide, Dj Wally, Dj Grandmaster Rafael, Dj Carlos Machado, Dj Sandrinho, Mc Pana, Mc Serginho, Dj Marlboro e Mc Galo.

O documentário mostra a cultura em torno do funk carioca, ritmo musical que mescla o funk eletrônico americano da década de 1980 com as diversas influências da música brasileira. O baile funk é provavelmente um dos movimentos musicais mais interessantes no mundo. No Rio de Janeiro, é frequente nas favelas da Cidade Maravilhosa.

O funk carioca personaliza o cru, bombásticos ritmos do Miami bass americano, loops e samples de batidas de sambas unidos a poderosos vocais de rap no linguajar brasileiro. É música desenhada para ser tocada e ouvida o mais alto possível, com o baixo rasgando a brisa das noites tropicais cariocas.

Favela on Blast” busca apresentar a diversidade em torno de uma cultura musical que é única em seus contrastes e misturas. O filme pretende avançar no perfil dos personagens que compõem a cultura funk e ser mais do que uma produção meramente observacional.

Dirigido por Leandro HBL e Wesley Pentz (DJ Diplo), o documentário pesquisa o universo particular do funk carioca, um mundo composto por artistas de marcante talento e notórias inadequações.

A produção entrevista e acompanha o trabalho de nomes como Mr Catra, Deise Tigrona, Biruleibe, Mc Pé de Pano, Mcs Gorila e Preto, Gaiola das Popozudas, Mc Frank, Dj Grandmaster Rafael, Mc Serginho e Dj Marlboro, entre tantos outros. Essa variedade possibilita conhecer o universo particular de cada um deles na medida que os eventos são revelados na tela.

Reprise. 80 min.
Classificação Indicativa: 16 anos.
Horário: 22h20


Quarta-feira, 26 de outubro

O Rei do Samba
22h20, na TV Brasil

Ano: 1999. Gênero: documentário. Direção: José Sette, com Gerson Rosa e Rosana Silva.

O documentário musical traça um panorama sobre a vida e a obra do compositor Geraldo Theodoro Pereira.

Com direção, roteiro e produção de José Sette, o filme resgata a trajetória de um dos maiores compositores do Brasil. Como tantos artistas nacionais, a obra de Geraldo Pereira é bem mais conhecida do que o próprio autor. São dele clássicos como “Falsa Baiana”, “Sem Compromisso”, “Escurinho”, “Acertei no Milhar” e “Bolinha de Papel”.

Mineiro de Juiz de Fora, o sambista tinha origem bastante humilde quando decidiu deixar Minas Gerais para morar no Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro. A exemplo de ícones do samba como Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, seus companheiros de rodadas de samba, Geraldo Pereira ganhou a admiração de gigantes da música brasileira como Chico Buarque, João Gilberto, Ciro Nogueira, Moreira da Silva e Zeca Pagodinho. Os artistas se encantavam com o estilo de samba sincopado e melodias sofisticadas.

Boêmio e com uma vida desregrada, Geraldo Pereira faleceu jovem, em 1955, aos 37 anos, após uma briga com o lendário malandro da Lapa “Madame Satã”, o que levantou especulações de que essa teria sido a causa da sua morte.

Reprise. 80 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 22h20



Quinta-feira, 27 de outubro

Deixa que eu falo
22h20, na TV Brasil

Ano: 2007. Gênero: documentário. Direção: Eduardo Escorel. Narração: Leon Hirszman.

O documentário “Deixa que eu falo” apresenta a biografia do cineasta Leon Hirszman, diretor do Cinema Novo que realizou 11 curtas e 5 longas-metragens entre 1962 e 1986.

Lançado em 2007, o filme refaz a trajetória de Leon Hirszman através de sua obra e de imagens de arquivo. Os depoimentos do próprio homenageado conduzem o ritmo da produção que traça a síntese das esperanças e das frustrações de toda uma geração.

A direção de “Deixa que eu falo” é de Eduardo Escorel. Amigo e parceiro de trabalho de Hirszman, ele montou três longas da importante filmografia deixada pelo ilustre cineasta: “Nelson Cavaquinho”, “São Bernardo” e “Eles Não Usam Black Tie”.

Inédito. 82 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 22h20



Sexta-feira, 28 de outubro

Avanti Popolo
22h20, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: drama. Direção: Michael Wahrmann Stein, com André Gatti, Carlos Reichenbach, Eduardo Valente, Marcos Bertoni, Paulo Rigazzi, Maria da Penha, Julio Martí, Michael Wahrmann.

Após separar-se da sua esposa, André (André Gatti) volta a morar com seu pai (Carlos Reichenbach). O reencontro dos dois revela uma relação difícil e distante, em função do desaparecimento do outro filho, 30 anos antes, na época da ditadura militar brasileira.

O pai vive uma vida de espera e reclusão, amarrado afetivamente apenas a sua cachorra, Baleia. Ele passa o dia brincando com a cadela, que está mais concentrada nos acontecimentos da rua do que no seu dono.

Com a intenção de se aproximar do pai, André descobre uns velhos rolos de super-8mm, filmados pelo seu irmão antes dele desaparecer. Essas antigas imagens em película aparecem ao longo do filme, alimentando o espectador com indícios da história familiar e da presença fantasmagórica do irmão ausente.

André projeta para o pai o último filme do irmão antes de desaparecer. Ainda que emocionante, a tentativa fracassa, pois o pai se recusa a rever o seu passado. “Eu não vejo mais nada, esta’ tudo cinza” repete o pai para André.

Dirigido por Michael Wahrmann, o drama “Avanti Popolo” foi premiado em vários festivais de cinema no Brasil e no exterior. O longa conquistou o prêmio principal de Melhor Filme na Mostra CinemaXXI do Festival de Roma. Michael Wahrmann recebeu foi reconhecido ainda como Melhor Diretor no prestigiado FICUNAM no México. A produção também foi premiada no Festival de Lima.

No Festival de Brasília, o filme conquistou os candangos em quatro categorias: Melhor Direção, Prêmio da Crítica, Melhor Ator Coadjuvante (Carlos Reichenbach) e Prêmio Saruê. O drama ainda foi considerado o Melhor Filme na Semana dos Realizadores do Rio de Janerio e no Festival Vitoria Cine e Vídeo.

No Panorama de Cinema de Salvador, “Avanti Popolo” foi reconhecido com o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio de Melhor Filme do Júri Jovem. O longa também ganhou os prêmios de Melhor Direção de Arte no Festival Cinema e Vídeo dos Sertões (PI) e Melhor Som no Janela Internacional de Recife.

Reprise. 72 min.
Classificação Indicativa: 16 anos
Horário: 22h20


Sábado, 29 de outubro

Padilha, uma vida olímpica
12h30, na TV Brasil

Ano: 2014. Gênero: documentário. Direção: Marcelo Muller.

O documentário exalta a trajetória de Sylvio Padilha que dedicou sua vida ao olim­pismo no Brasil. Como atleta, ele foi a maior esperança do país nos anos 1930, che­gando à final olímpica dos 400 metros com barreiras nos Jogos de Berlim, 1936. Foi a primeira vez que um brasileiro se classificou para a final de uma prova olímpica de atletismo. Ele obteve a quinta colocação.

Apaixo­nado pelo esporte, o trabalho de Padilha como di­rigente esportivo foi tão marcante quanto a enorme coleção de troféus e medalhas conquistadas por ele dentro das pistas.

Em mais de 50 anos dedicados ao esporte, Padilha marcou seu tempo e pavimentou o futuro de um país olímpico.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 12h30


Sábado, 29 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

Bissau D'Isabel
00h00, na TV Brasil

País de origem: Guiné-Bissau. Ano: 2005. Gênero: documentário. Direção: Sana Na N’Hada.

O documentário “Bissau D'Isabel” segue o cotidiano de Isabel Nabalí Nhaga para contar a história de Guiné-Bissau, primeira colônia no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal em 1974.

Com um histórico de instabilidade política, o país, desde então, não conseguiu que nenhum presidente eleito completasse com sucesso um mandato de cinco anos. Isso gerou um quadro de enormes dificuldades, atraso e subdesenvolvimento. O produto interno bruto per capita da nação é um dos mais baixos do mundo.

Bissau é a capital da Guiné onde se aglutina e funde o mosaico étnico-cultural do país. Mais de 21 etnias com culturas e línguas por vezes totalmente distintas se reúnem na cidade. Quase metade da população fala kriol, uma língua crioula baseada no português, enquanto o restante dos habitantes fala uma variedade de línguas africanas nativas.

A personagem Isabel Nabalí Nhaga começou como auxiliar de enfermagem durante a luta armada de libertação nacional em 1966 e foi posteriormente em 1968 enviada a Cuba para ser formada como enfermeira instrumentista.

Casada, mãe de sete filhos, cinco rapazes e duas moças, ela trabalha no Bloco Operatório dos Cuidados Intensivos no Hospital Nacional Simão Mendes em Bissau enquanto o marido atua em uma organização não governamental de conscientização sobre educação sexual e as doenças sexualmente transmissíveis.

Isabel se desdobra entre o trabalho no hospital e o cultivo de hortaliças e frutos que produz com o marido e os filhos numa horta no terreno onde residem no subúrbio da capital. A família trabalha e se mantém unida pela mão firme e segura de Isabel.

A partir da rotina de Isabel, o documentário dirigido por Sana Na N’Hada apresenta Bissau e sua realidade de imensas dificuldades. O longa traça um contundente painel sobre a vida na efervescente e ruidosa cidade em que as pessoas, especialmente as mulheres, se reinventam e se desdobram para encontrar possíveis formas de sobreviver.

O filme foi reconhecido com o Prémio RTP África de melhor documentário no Festival Imagens.

Reprise. 53 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00


Sábado, 29 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

Pássaro Preto
04h00, na TV Brasil

Título original: Pássaro Preto. País de origem: Brasil. Ano: 2016. Gênero: documentário. Direção: Maria Pereira. Produção: Maria Pereira e Julia Bernstein. Direção de fotografia: Camila Freitas. Edição: Julia Bernstein. Produtora: Praga conexões.

Atrás das grades de centros penitenciários do Brasil, há menores de idade. Muitos deles contam como mantêm vivos os sonhos e aspirações, apesar da vida de encarceramento.

O documentário “Pássaro Preto” acompanha o dia a dia das crianças que cumprem sentença nos centros penitenciários do país.

Com máscaras feitas por suas próprias mãos, num processo criativo provocado pela equipe de filmagem, para garantir e preservar sua identidade, as crianças contam suas histórias de vida e seus sonhos.

Eles relatam abertamente sua história com o rosto escondido por máscaras de aves, o que sugere uma metáfora para seu desejo de liberdade, de voar além da prisão.

Dirigido por Maria Pereira, o filme busca contribuir para o debate sobre a mudança da lei de maioridade penal no Brasil.

Reprise. 54 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 04h00



Domingo, 30 de outubro

Brasil, Brasil
21h00, na TV Brasil

Ano: 2015. Gênero: documentário. Direção: Pascal Vasselin.

Brasil, Brasil” é um filme que revisita a história recente do país através de memórias pessoais, reforçadas por arquivos de imagem e som.

A narrativa se desenvolve através de personagens de duas familias ao longo de várias gerações que partilham suas impressões, contam suas experiências e, sobretudo, transmitem suas emoções e diferenças ao longo da história.

Dirigido pelo cineasta francês Pascal Vasselin, o documentário “Brasil, Brasil” tem trilha sonora do percussionista pernambucano Naná Vasconcelos.

Inédito. 52 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 21h00


Domingo, 30 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Uma banda de Oruro
00h00, na TV Brasil

Título original: Una banda de Oruro. País de origem: Bolívia. Ano: 2016. Gênero: documentário. Direção: Carlos Mignon.

A pobreza e as dificuldades da vida diária fortalece o laço de união entre os integrantes da Banda Continental de Oruro, na Bolívia, que ganham a vida tocando em festas folclóricas.

Apesar da precariedade que os cerca, a banda e a música são o ponto de partida para as histórias inesquecíveis de amizade. O descontentamento dos artistas com sua situação econômica e com o regente do conjunto faz eles resistirem e debocharem dos dilemas de sua miséria.

O longa boliviano “Uma banda de Oruro” é dirigido por Soledad Domínguez.

Inédito. 54 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00

Fonte: Fernando Chaves
Coordenador de Comunicação
Gerência de Comunicação
Empresa Brasil de Comunicação | TV Brasil | Rádios Nacional e MEC

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