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terça-feira, 19 de julho de 2016

Confira a programação de filmes da TV Brasil (19 e 24 de julho de 2016).


Uma seleção de filmes premiados, nacionais e internacionais, como o drama iraniano "Tempo de Cavalos Bêbados", do cineasta Bahman Ghobadi, vencedor da Câmera de Ouro no Festival de Cannes.


Nesta terça (19), às 23h, o documentário "Kamatemba da Humpatatraça um histórico do grupo que tem representado o canto e a dança tradicionais de Angola por mais de três décadas.

Nesta quarta (20), às 22h, o longa "Centro de Gravidade" trata de questões universais sobre o amor e as expectativas em relação ao amado.

Já nesta quinta (21), às 19h30, a emissora traz a produção "A Luta Continua – um documentário em 12 rounds" que mostra a trajetória olímpica do boxeador Servílio de Oliveira. Na madrugada para sexta (22), às 2h30, o documentário inglês "Fato ou Ficção?" recorda histórias como a do programa de rádio "A Guerra dos Mundos" e a publicação dos falsos diários de Hitler.

No sábado (23), às 15h, vai ao ar o documentário nacional "Ippon - A Superação Olímpica de Rogério Sampaio". Às 22h30, a atração é o clássico "São Bernardo", dirigido por Leon Hirszman, inspirado no livro homônimo de Graciliano Ramos. Em seguida, à 0h30, entra no ar o longa mexicano "A Nação Interior". Mais tarde, às 3h30, a emissora exibe o documentário "Na Trilha do Bonde".

Por fim, neste domingo (24), às 16h30, a TV Brasil apresenta a comédia "O Jeca e a Égua Milagrosa", último filme do saudoso comediante Amácio Mazzaropi. À meia-noite, o destaque é o drama iraniano "Tempo de Cavalos Bêbados", do cineasta Bahman Ghobadi. Com o filme, o diretor conquistou a Câmera de Ouro no Festival de Cannes. Já às 2h30, o documentário "O Fim do Sem Fim" tem como pano de fundo o iminente desaparecimento de certos ofícios e profissões no Brasil.

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Filmes da TV Brasil 19 a 24 de julho de 2016

Terça-feira, 19 de julho

Kamatemba da Humpata
23h00, na TV Brasil

Título original: Kamatemba da Humpata. País de origem: Angola. Ano: 2015. Gênero: documentário. Direção: Luiz Garrido LisboaProdução: TPA.

Na cultura africana tradicional, de transmissão oral, as lições são passadas às novas gerações primordialmente pelo canto e pela dança. Fundado em 1976, após a independência, o grupo de dança Kamatemba da Humpata é integrado por artistas locais conhecedores de técnicas e tradições, com as quais mantêm a originalidade e a peculiaridade da dança e canção Nyaneka Humbi.

O documentário retrata a representatividade folclórica do Kamatemba da Humpata, um retrato da cultura Nianeka Humbi em palcos nacionais e internacionais. Suas apresentações abordam situações do cotidiano: o gado, a caça, a colheita, as festas com os rituais sagrados da puberdade e outros.

O filme angolano faz uma viagem pelas danças, cantos, vestuário e adereços, pelos instrumentos e seus significados, pela música e suas mensagens, com imagens registradas desde as origens do grupo, hoje na terceira geração de integrantes. A proposta é transmitir a enorme dimensão que todos esses fatores exercem no resgate e na preservação da cultura Angolana.

Inédito. 58 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 23h00


Quarta-feira, 20 de julho

Centro de Gravidade
22h00, na TV Brasil

Ano: 2011. Gênero: romance. Direção: Steven Richter, com Ana Carolina Lima, Julio Machado, Carolina Fauquemont, Erick Krominski, Thaís Coury, Thadeu Peronne e Andrés Pérez.

Um casal desafia os limites da privacidade e o poder da influência em seu relacionamento ao aceitar seus papéis num jogo que não se mostra tão destrutivo quanto parece. Na verdade, é bem o oposto.

Baseado no conto “Pity for the World”, do escritor americano David Plante, e ambientado no Brasil, o longa “Centro de Gravidade” aborda questões universais sobre o amor e as expectativas em relação ao amado, a linha tênue que simultaneamente divide e une um ao outro.

Com roteiro e direção de Steven Richter, a produção tem trilha sonora original de Erik Blood e é protagonizado por Julio Machado e Ana Carolina Lima. O filme, de baixo orçamento, foi rodado em seis dias em São Paulo, com duas câmeras e equipe mínima, seguido por um minucioso trabalho de pós-produção.

O resultado é um longa que sobrepõe qualidades literárias e cinemáticas de duas culturas de forma bem intrínseca: uma história com base americana recontada em língua portuguesa numa das maiores metrópoles do mundo, pontuada pela poética de um músico americano e a sensibilidade técnica do fotógrafo, do editor e do engenheiro de som brasileiros.

Com um roteiro intimista, uma linguagem cheia nuances, uma fotografia fluida e uma atuação impecável, o filme chamou a atenção da crítica durante o Raindance Film Festival, em Londres, onde foi exibido, em 2012, tendo entrado para a lista de destaques do festival por membros do staff, indicado como “uma obra-de-arte em atuação e em direção de atores”.

Reprise. 70 min.
Classificação Indicativa: 16 anos
Horário: 22h00


Quinta-feira, 21 de julho

A Luta Continua – um documentário em 12 rounds
19h30, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Renata Sette Aguilar.

O Brasil conquistou sua primeira medalha olímpica no boxe em 1968. O autor da façanha foi o pugilista Servílio de Oliveira, ganhador do bronze. A produção traça um panorama sobre a trajetória do boxeador que traz um discurso repleto de jabbings e esquivas.

Organizado em 12 minicapítulos, como os 12 rounds de uma luta, o documentário apresenta vida própria em cada parte, com começo, meio e fim. Essas sessões contam uma história, um conflito, uma solução, uma vitória ou uma derrota. O boxe imita a vida e a produção dirigida por Renata Sette Aguilar imita o boxe.

O filme “A Luta Continua – um documentário em 12 rounds” procura desvendar o homem por trás da medalha e mostrar toda a sua emocionante saga para disputar os Jogos Olímpicos do México. O documentário entrevista personalidades do esporte como o ex-boxeador Éder Jofre.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h30



Quinta-feira, 21 de julho (madrugada de quinta para sexta-feira)

Fato ou ficção?
02h30, na TV Brasil

Ano: 2005. Título original: Fact or Fiction?. País de origem: Inglaterra. Gênero: documentário. Produção executiva: David Upshal, Colin Cameron.

O documentário aborda a linha tênue entre realidade e ficção que muitas vezes é turva. O filme examina dois casos famosos. Primeiro, a inovadora produção de rádio de “A Guerra dos Mundos”, em 1938, que convenceu muitos ouvintes de que os EUA estavam sob ataque de alienígenas. Em seguida, a publicação dos falsos Diários de Hitler, em 1983, que destruiu carreiras e arruinou reputações.

Reprise. 50 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 02h30


Sábado, 23 de julho

Ippon – A Superação Olímpica de Rogério Sampaio
15h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Cavi Borges e Leonardo Mataruna.

A história do judoca Rogério Sampaio rumo à conquista olímpica distingue-se pelo seu forte componente de superação. Ausente por quase três anos de competições oficiais e logo após ter sofrido com a morte trágica do irmão Ricardo, seu mentor e companheiro de treinos, o atleta teve que driblar a desconfiança geral.

O documentário o documentário “Ippon – A Superação Olímpica de Rogério Sampaio” conta a saga de Rogério Sampaio para conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. Na categoria de até 65 kg de judô, o atleta foi o único a ganhar um ouro em provas individuais naquela edição para o Brasil.

A direção do cineasta Cavi Borges, ex-atleta com enorme relação com o judô, cortado às vésperas das Olimpíadas de Atlanta 1996 e Sidney 2000, confere um caráter intimista à produção.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00



Sábado, 23 de julho

São Bernardo
22h30, na TV Brasil

Ano: 1972. Gênero: drama. Direção: Leon Hirszman, com Othon Bastos, Isabel Ribeiro, Vanda Lacerda, Nildo Parente, Mário Lago, Josef Guerreiro, Rodolfo Arena, Jofre Soares, José Labanca, José Policena, Andrey Salvador.

Determinado a ascender socialmente, Paulo Honório é um sertanejo de origem humilde que faz fortuna como caixeiro-viajante e agiota. Numa manobra financeira, assume a decadente propriedade São Bernardo, fazenda tradicional do município de Viçosa, Alagoas.

Ele recupera a fazenda, expande a sua cultura, introduz máquinas para tratamento do algodão, entra na sociedade local. Desejando um herdeiro para um dia assumir o fruto da acumulação do capital, estabelece um contrato de casamento com a professora da cidade, Madalena.

O casamento se consuma, mas gradativamente as diferenças entre eles se acentuam. Paulo Honório é brutal no trato com os empregados, cujo trabalho explora impiedosamente; Madalena tem consciência social e se solidariza com os oprimidos.

O fazendeiro torna-se paranoico e passa a imaginar que a mulher o trai. Persegue-a em busca de provas da traição. Madalena não suporta a pressão e se suicida. Paulo Honório penosamente tenta assumir a consciência de seus atos.

Inspirado no livro homônimo de Graciliano Ramos, o drama "São Bernardo", dirigido por Leon Hirszman, foi premiado em vários festivais de cinema. O filme conquistou o prêmio de Melhor Adaptação Literária da Embrafilme. O longa também foi reconhecido com a Margarida de Prata pela CNBB.

O drama ainda conquistou o Prêmio Air France nas categorias Melhor Filme Nacional, Melhor Diretor (Leon Hirszman), Melhor Atriz (Isabel Ribeiro) e Melhor Ator (Othon Bastos). São Bernardo ainda recebeu o Prêmio INC nas categorias troféu "Coruja de Ouro" de Melhor Direção (Leon Hirszman), Prêmio Adicional de Qualidade, Melhor Atriz Coadjuvante (Vanda Lacerda) e Melhor Cenógrafo e Figurinista (Luís Carlos Ripper)

No Festival de Gramado, o longa foi reconhecido nas categorias Melhor Fotografia (Lauro Escorel) e Melhor Ator (Othon Bastos). O filme ainda recebeu o Prêmio APCA nas categorias Melhor Diretor (Leon Hirszman), Melhor Roteiro, Melhor Atriz (Isabel Ribeiro), Melhor Figurinista (Luís Carlos Ripper) e Melhor Ator Coadjuvante (Nildo Parente).

O drama "São Bernardo" também participou da Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes, do FilmForum de Berlim e do Festival de Pesaro (Itália).

Reprise. 111 min.
Classificação Indicativa: 10 anos
Horário: 22h30



Sábado, 23 de julho (madrugada de sábado para domingo)

A Nação Interior
00h30, na TV Brasil

Título original: La nación interior. País de origem: México. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Bulmaro Osornio Morales.

O documentário explora uma nação em constante interrogação sobre sua identidade. A produção e a sensibilidade do pintor mexicano Daniel Lezama são o eixo de um relato de supervivência e reconciliação.

A produção é um ensaio confessional que transita para a região interior em que a história social, a nação mexicana, o território existencial e a esfera do corpo constituem a olhada e o pulso de um dos artistas mais importantes da cena plástica do país.

O filme realiza o seguimento de três personagens cujo espectro vital é o eco do imaginário de Lezama: Rebeca, empregada de uma pensão-prostíbulo; Fausto, velho derrotado e solitário; e Sofía, adolescente cantora de transporte público, símbolo daquela que dá consolo.

Dirigido por Bulmaro Osornio Morales, o longa “A Nação Interior” é a aproximação a um criador que escolheu um sistema artístico cuja relevância é encontrar uma promessa em que se supõe que já não existe.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30


Sábado, 23 de julho (madrugada de sábado para domingo)

Na Trilha do Bonde
03h30, na TV Brasil

Ano: 2009. Gênero: documentário. Direção: Virgínia Flores.

Imagens de uma cidade com elementos visuais e sonoros característicos de uma época - os anos 1940 no centro do Rio de Janeiro - situam o público em um espaço e tempo. A partir desta perspetiva, uma série de sequências revela o uso da relação entre a cidade e os bondes e trabalha os elementos audiovisuais de diversas formas.

Dirigido por Virgínia Flores, o documentário “Na Trilha do Bonde” resgata imagens inéditas do Rio de Janeiro entre as décadas de 1920 e 1940.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 03h30



Domingo, 24 de julho (madrugada de domingo para segunda-feira)

O Jeca e a Égua Milagrosa
16h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 1980. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner e Amácio Mazzaropi, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Turíbio Ruiz, Gilda Valença, Augusto César Ribeiro.

Dois fazendeiros, Libório e Afonso, disputam votos para ganharem a eleição para a prefeitura de uma cidade pequena. Os dois têm terreiros de umbanda e candomblé, utilizando os espaços para ganharem frequentadores e votos.

Amácio Mazzaropi interpreta Raimundo, amigo do coronel Afonso. O rival de Afonso, Libório, tem uma égua, à qual as pessoas atribuem poderes milagrosos de cura. Os milagres da égua indispõem os dois fazendeiros.

Raimundo gosta da égua, mas sua amizade com o coronel Afonso o afasta dele. Raimundo se envolve em tantas confusões enquanto as eleições se aproximam que é obrigado a casar com a égua de Libório.

O longa “O Jeca e a Égua Milagrosa” foi o último filme de Amácio Mazzaropi que protagoniza a trama, além de dirigir, produzir e escrever o roteiro da comédia. Mazzaropi planejava iniciar em seguida, ainda em 1980, a produção do filme “Maria Tomba Homem”, mas a obra sequer foi iniciada em virtude da doença que matou o saudoso artista no ano seguinte.

Reprise. 102 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 16h30



Domingo, 24 de julho (madrugada de domingo para segunda-feira)

Tempo de Cavalos Bêbados
00h00, na TV Brasil

Título original: Zamani barayé masti asbha. País de origem: Irã. Ano: 2000. Gênero: drama. Direção: Bahman Ghobadi, com Amaneh Ekhtiar-Dini, Ayoub Ahmadi, Jouvin Younessi, Madi Ekhtiar-Dini, Nezhad Ekhtiar-Dini.

Em uma vila do Curdistão iraniano, perto da fronteira com o Iraque, cinco irmãos órfãos de mãe vivem na pobreza. As crianças são responsabilizadas pela perda da mula de um contrabandista.

Ayoub (Ayoub Ahmadi) e sua jovem irmã Ameneh (Amaneh Ekhtiar-dini) trabalham em um bazar, a fim de juntarem dinheiro para pagar a mula perdida, ao mesmo tempo que precisam cuidar de Madi (Madi Ekhtiar-Dini), o irmão caçula, que sofre uma grave doença. O remédio que ele toma é caro e o médico diz que o menino precisa ser operado em breve para ter chances de sobreviver.

Quando o pai deles morre, Ayoub precisa cuidar da família, apesar de sua pouca idade. Ele acaba se unindo aos contrabandistas para conseguir um trabalho. O jovem tem que carregar cargas pesadas no lombo do cavalo pelas montanhas até o Iraque e enfrentar a constante ameaça das minas e emboscadas.

Apesar dos esforços de Ayoub, que tem várias ocupações, a família não consegue pagar pela operação de Madi. Assim, a irmã mais velha Rojin (Rojin Younessi) decide se casar com um iraquiano que se comprometeria pagar a cirurgia do garoto no Iraque.

Entretanto, a família do futuro marido se recusa a deixar o menino doente atravessar a fronteira com eles. Em vez disso, eles lhe dão um cavalo. Ayoub volta para o Irã com ele, mas o tempo para a operação está ficando curto.

Primeiro filme do cineasta Bahman Ghobadi, o drama “Tempo de Cavalos Bêbados”, também conhecido no Brasil como “Tempo de Embebedar Cavalos”, rendeu a Ghobadi a Câmera de Ouro no Festival de Cannes de 2000. O reconhecimento premia o melhor filme de um diretor estreante no evento. A produção conquistou ainda o FIPRESCI em Cannes. Ex-assistente de direção de Abbas Kiarostami, o cineasta Bahman Ghobadi foi um dos atores principais do filme “O Quadro-Negro”, de Samira Makhmalbaf.

O longa “Tempo de Cavalos Bêbados” denuncia as duras condições de vida na região da fronteira do Irã com o Iraque. O título do filme se refere à necessidade de dar álcool aos cavalos para que sobrevivam ao frio das montanhas por onde Ayoub tem que caminhar durante seu trabalho.

O drama ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Chicago. Também recebeu o Prêmio de Melhor Filme nos Festivais de Edimburgo (Escócia) e Santa Fé (Estados Unidos. Já no Festival de São Paulo, a produção conquistou o Grande Prêmio do Júri. No Festival de Gijón (Espanha), o longa foi reconhecido com o Prêmio Especial do Júri.

Reprise. 80 min.
Classificação Indicativa: 16 anos
Horário: 00h00




Domingo, 24 de julho (madrugada de domingo para segunda-feira)

O fim do sem fim
02h30, na TV Brasil

Ano: 2008. Gênero: documentário. Direção: Joel Zito Araújo.

O documentário “O Fim do Sem Fim”, dirigido pelo trio Lucas Bambozzi, Beto Magalhães e Cao Guimarães, tem como pano de fundo o iminente desaparecimento de certos ofícios e profissões no Brasil.

Rodado em 16mm, super 8 e DV nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará, o filme é um mergulho na inventividade e resistência do brasileiro diante das mudanças tecnológicas e culturais.

Os diretores percorreram 40 cidades para escolher seus entrevistados, entre eles um fotógrafo lambe-lambe, uma parteira, um lanterninha de cinema, um recarregador de isqueiros, um maestro de galos, um sineiro e um "benshi", espécie de narrador que atuava nos cinemas japoneses em São Paulo na época do cinema mudo.

O filme venceu o prêmio de Renovação de Linguagem, no Festival É Tudo Verdade de 2001.

Reprise. 92 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 02h30



Fonte: Fernando Chaves
Coordenador de Comunicação

Gerência de Comunicação
Empresa Brasil de Comunicação | TV Brasil | Rádios Nacional e MEC

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