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quinta-feira, 17 de junho de 2010

TOY STORY 3 ESTRÉIA NESTA SEXTA-FEIRA

Em 1995 a Walt Disney juntamente com a Pixar revolucionavam o mundo da animação, com o primeiro longa-metragem realizado totalmente por computação gráfica. De lá para cá foram 15 anos, as crianças que se admiraram com as aventuras de Woody e Buzzy cresceram e uma nova geração de crianças veio a seguir, acostumada com as novas inovações no campo do cinema destinado a elas, os recursos avançaram novos personagens surgiram, porém os velhos personagens de 15 anos atrás, ainda possuem um apelo forte que se equipara aos grandes clássicos da Disney e atravessam gerações.

Toy Story 3 é um filme que apesar das expectativas, consegue transcender tudo que era esperado e caminha pelo campo da transformação e amadurecimento dos personagens. É engraçado pensar nisso se falando de um filme em que os personagens principais são brinquedos, e cujo publico principal (teoricamente) é o infantil.

É aí que Toy Story 3 surpreende, mostrando a ida de Andy para a faculdade e os seus velhos brinquedos se questionando o que fazer frente essa mudança. O filme tem bons momentos de comédia, o que já era esperado, mas o ponto forte são os momentos que trilha pela área do drama.

Novos personagens foram adicionados, a maioria já foi divulgada pela internet, porém deve ser dado destaque todo especial para Ken, esse mesmo, o par romântico de Barbie. Ken é responsável pelos melhores momentos de comédia e rouba a cena.

A parte gráfica é perfeita em cada detalhe, todos os personagens fora reformulados para se adaptarem aos novos padrões de qualidade de exibição, o que proporciona uma experiência ainda melhor da aventura dos heróis de plástico. O filme, diferente dos outros dois da franquia, tem na direção Lee Unkrich (co-diretor de Toy Story 2 e Procurando Nemo). A trilha sonora fica por conta de Randy Newman, compositor dos filmes originais e tem estréia nacional marcada para o dia 18 de junho em 2D e 3D.

Toy Story 3 é um daqueles filmes impossíveis de não se emocionar, apresentando problemas de personagens de plástico e pano, e transformando-os em questões que nos fazem humanos.

Thiago Rocha.

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