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domingo, 4 de setembro de 2022

'5 Casas': longa documental introspectivo e inquieto estreia nos cinemas dia 8 de setembro

'5 Casas': longa documental introspectivo e inquieto estreia nos cinemas dia 8 de setembro

 



Em uma cidadezinha no interior do Rio Grande do Sul há cinco casas e cinco histórias que se confundem em uma mesma. Uma velha professora lutando para manter sua casa de pé, um jovem que sofre agressões por se recusar a esconder sua natureza, uma freira sendo transferida da escola que regeu com punho de ferro por décadas, um velho capataz em uma fazenda mal assombrada e um menino cujos pais morreram 20 anos atrás e que é hoje o diretor que volta para buscar as memórias de sua infância perdida e dar voz a essas pessoas. Histórias distintas, mas que juntas pintam um retrato pungente de um Brasil marcado por apagamentos e desigualdade.

 

O documentário "5 Casas" chega às salas de cinema do Brasil a partir do dia 8 de setembro. Em seu longa de estreia, o diretor e artista visual gaúcho Bruno Gularte Barreto faz uma viagem ao seu passado no interior do Rio Grande do Sul. O caminho trilhado pelo realizador encontra as histórias de vida dos habitantes das cinco casas do título, com a sua própria como fio condutor. O trabalho também deu origem a um livro e uma exposição de arte de mesmo nome lançados em 2021.

"Quando eu fui embora da cidadezinha de Dom Pedrito, eu estava cheio de dor", relembra o diretor, que também é o narrador do filme. "As memórias da cidade estavam contaminadas não apenas pelo luto, mas também por que eu - assim como as pessoas nas cinco casas - sempre me senti um 'outsider' na sua sociedade conservadora", pontua. Bruno perdeu a mãe aos oito anos, vítima do câncer que assola a região onde nasceu, causado pelo uso desenfreado de agrotóxicos nas plantações próximas. Cinco anos depois, a mesma doença levou seu pai. Logo após, ele e seus irmãos deixaram a cidade.

Sem olhar para trás, Bruno deixou guardadas caixas de papelão com lembranças familiares em um galpão situado na fazenda do avô. Vinte anos depois, uma tempestade que arrancou parte do telhado do local o fez voltar à sua cidade natal. O documentário registra a redescoberta deste material. E o filme vai além da memória afetiva evocada por objetos, livros e fotos de família. A narrativa vai também ao encontro de pessoas que marcaram a infância do cineasta e de suas atuais realidades, trazendo à tona questões urgentes e emblemáticas do Brasil contemporâneo, como o etarismo, a especulação imobiliária, a homofobia e o conservadorismo.


O diretor interage com quatro personagens distintos, começando por uma velha professora de francês que toca um piano desafinado em uma pequena casa cercada de árvores. Ela luta para manter sua casa contra as construtoras que querem demoli-la para a construção de um prédio. Um homem vive há mais de 40 anos em uma fazenda isolada, que dizem ser mal assombrada. Um grupo de freiras conduz rigidamente uma escola, em especial uma delas, cuja transferência para outra localidade causa revolta na cidade. E um jovem gay sofre bullying e agressões por não conseguir esconder sua natureza, revidando e afirmando sua existência contra tudo e todos.

"As memórias deles são parte da minha história, e registrar as nossas conversas é uma forma de lhes dar voz", reflete Bruno. "Não é apenas uma forma de contar a minha história, mas sim de contar a nossa história através da voz deles", conclui. "5 Casas" teve sua première mundial no maior festival de documentários do mundo, o Festival Internacional de Documentários de Amsterdã (IDFA). O longa passou por vários festivais como o Biografilm (Itália), o Queer Lisboa (Portugal), o Cinélatino (França) e o Festival de Viña del Mar (Chile), onde recebeu o prêmio de melhor longa documental.

No 50° Festival de Cinema de Gramado recebeu os prêmios de melhor filme, direção, prêmio do júri popular e montagem na Mostra Gaúcha. No Cine Ceará, um dos mais importantes festivais do Brasil, levou o grande prêmio de melhor filme, além de roteiro e som. Também foi premiado no Panorama Coisa de Cinema e no Atlantidoc (Uruguai). "5 Casas" é uma produção da Vulcana Cinema, com coprodução da TAG/TRAUM e Estranho Produções e distribuição da Lança Filmes. O financiamento é do NRW Film und Medien Stiftung (Alemanha), IDFA Bertha Fund (Holanda) e do Prodecine 5 - Inovação de Linguagem - Fundo Setorial do Audiovisual, através da Ancine e BRDE.

 

Sinopse longa: Em uma cidadezinha no interior do Rio Grande do Sul há cinco casas e cinco histórias que se confundem em uma mesma. Uma velha professora lutando para manter sua casa de pé, um jovem que sofre agressões por se recusar a esconder sua natureza, uma freira sendo transferida da escola que regeu com punho de ferro por décadas, um velho capataz em uma fazenda mal assombrada e um menino cujos pais morreram 20 anos atrás e que é hoje o diretor que volta para buscar as memórias de sua infância perdida e dar voz a essas pessoas. Histórias distintas, mas que juntas pintam um retrato pungente de um Brasil marcado por apagamentos e desigualdade.

 





Serviço

"5 Casas"

Em cartaz a partir do dia 8 de setembro de 2022

Documentário | 85 min. | País: Brasil


Classificação Indicativa: 10 anos

Instagram: @lancafilmes | Facebook:/lancafilmes | Tik Tok: @lancafilmes

Site: lancafilmes.com.br

 

Palavras da crítica


"Um dos mais belos filmes brasileiros recentes, 5 Casas transforma uma jornada pessoal em algo maior. É cinema de altíssima qualidade." (Luis Carlos Merten)

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"Um filme sensível, que consegue amalgamar o pessoal e o social." (Maria do Rosário Caetano)

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"Um documentário íntimo, lindo, triste e reflexivo". (Daniel Victor)

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"Bruno Gularte Barreto ratifica com talento e seriedade o pensamento atribuído a Tolstói: 'Se queres ser universal, começa por tua aldeia'." (Celso Sabadin)

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"Uma estreia que nos leva a ficar atentos a seus próximos trabalhos, porque representa um sopro de renovação. (...) 5 Casas pode entrar num inventário de poucos bens, que são os filmes inquietos e introspectivos, que se arriscam em formatos não comerciais. (...) O cinema gaúcho precisa de filmes honestos, inquietos e criativos." (Ivonete Pinto)

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"No cenário de uma cidade no interior do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, “5 Casas” consegue, através do retrato das figuras mais marcantes da cidade, mostrar um retrato da parte amarga e impune das raízes do Brasil. Um dos melhores trabalhos de áudio do cinema brasileiro contemporâneo." (João Victor Guimarães)

 


Ficha técnica

Direção: Bruno Gularte Barreto

Roteiro: Bruno Gularte Barreto e Vicente Moreno

Produção Executiva: Jessica Luz

Coprodução: Bruno Gularte Barreto, Kristin Krieg e Gerd Haag

Direção de Fotografia: Bruno Gularte Barreto, Bruno Polidoro e Tiago Coelho

Montagem: Vicente Moreno

Direção de Arte: Bruno Gularte Barreto

Desenho de Som: Emil Klotzsch

Trilha Sonora: Elza Soares e Emil Klotzsch

Distribuição: Lança Filmes

Personagens: Beatriz Paiva, Irmã Ana Abatti, Irmã Amélia Lain, Ivone Lermen, Maria Miranda, Maria Sinhorinha, Ricardo Nascimento e Rodier Mendes

 

Sobre o diretor

Bruno Gularte Barreto é um diretor, artista visual e educador brasileiro cuja obra transita entre o cinema, a fotografia e a videoarte. Bruno é mestre em poéticas visuais pelo PPGAV da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorando em Artes Performativas e da imagem em Movimento pelo Curso de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Suas obras integram, entre outras, as coleções do MAM-RJ, MARGS e MAC-RS. Suas áreas de interesse incluem a memória, a autoficção, o corpo, a ruína e a opacidade.

 

Sobre Vulcana Cinema - Produtora

Vulcana Cinema é uma produtora brasileira fundada em 2018 por Jessica Luz e Paola Wink que acumulam mais de dez anos de experiência atuando como produtoras das empresas Besouro Filmes e Tokyo Filmes em Porto Alegre.  Elas produziram mais de vinte curtas entre eles "O Teto sobre Nós" (Locarno Competition 2015) e "Damiana" (Cannes Competition 2017, TIFF Competition 2017) e longas como "Castanha" (Berlinale Forum 2014), "Rifle" (Berlinale Forum 2016), "Tinta Bruta" (Berlinale Panorama 2018) e "5 Casas" (IDFA First Appearance Competition 2020), além de diversas séries para TV.

 

Sobre Lança Filmes - Distribuidora

A Lança Filmes é uma empresa distribuidora de conteúdo audiovisual. Distribuindo longas e curtas-metragens, séries e novos formatos, em festivais, mostras, cinema, VOD, televisão fechada e aberta, internet e em novas plataformas. Entre seus títulos estão: "Mateína - A Erva Perdida" (2022), "Legado Italiano" (2021), “Portuñol” (2021), "Disforia"(2020), "A Cidade dos Piratas" (2019),  "Tamara" (2018), "Yonlu" (2018) e "Dromedário no Asfalto" (2014).


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Fonte: Isidoro B. Guggiana
Assessoria de Imprensa
ESCRITO E DIRIGIDO POR AIMAR LABAKI, 'CORDIALMENTE TEUS' LANÇA TRAILER E CARTAZ OFICIAIS

ESCRITO E DIRIGIDO POR AIMAR LABAKI, 'CORDIALMENTE TEUS' LANÇA TRAILER E CARTAZ OFICIAIS

 


Filme, que chega aos cinemas no próximo dia 22, traz situações cotidianas num Brasil cuja cidadania está sempre em construção


Investigando a história do Brasil desde o passado colonial até um futuro distópico, Cordialmente Teus é, acima de tudo, um filme que fala sobre nosso presente. De forma bem humorada, mas sem deixar de lado a poesia e a crítica social, o dramaturgo Aimar Labaki estreia como diretor de cinema com esse longa com o qual busca trazer ao público maneiras de pensar sobre o país. Com produção da Lep Filmes e Canal Azul, e distribuição da Pandora Filmes. O filme, que chega aos cinemas em 22 de setembro, acaba de divulgar seu cartaz e trailer oficiais.

 

"Para poder mudar é preciso compreender. E aceitar. O Brasil é um país fundado e estruturado pela violência e pela convicção coletiva de que as Leis são ficção. Só valem se for para prejudicar o inimigo, pessoal, de raça, de religião ou de classe, diz o diretor, que também assina o roteiro do longa, que traz no elenco Miriam Mehler, Mawusi Tulani, Debora Duboc, Marcos Breda, Agnes Zuliani,  Thaia Perez, Taty Godoi, Clovys Torres e Liz Reis, que também assina como produtora do filme, ao lado de Ricardo Aidar.

 

Para essa compreensão, o autor criou dez histórias, que vão desde 1550 a 2083, que falam sobre situações cotidianas de pessoas comuns num país marcado pela violência,  corrupção e desigualdade social. No presente pandêmico, uma mulher questiona sua dívida num banco. Num passado remoto, um português tenta transformar um índio em seu aliado.

 

Entre essas duas pontas, escravos se revoltam, judeus honram suas tradições em segredo para não serem pegos pela Inquisição, e guerrilheiros planejam o sequestro de um embaixador. No futuro, a violência se perpetua.

 

Trabalhar com cinema, para Labaki foi um bem-vindo desafio, no qual buscou encontrar uma linguagem que desse unidade a passagens tão diferentes propostas pelo roteiro. Diferentes espacial, temporal e emocionalmente. E, para essa busca, cercou-se de uma equipe experiente e talentosa.

 

Jacob Solitrenick, diretor de fotografia, foi um parceiro imprescindível. Eu sabia com muita clareza o que não queria. Mas qual seria a linguagem específica do filme descobrimos juntos, em diálogo permanente. Desse processo também participaram e foram muito importantes, a cenógrafa Ana Rita Bueno, a figurinista Anne Cerutti e o montador Pedro  Jorge.

 

Já sua experiência no teatro, explica Labaki, foi fundamental no trato com o elenco de Cordialmente Teus. A direção de atores em audiovisual é muito diferente do teatro. Mas as décadas dirigindo atores no palco me deu uma prática na parceria com esses artistas que me foi de muita valia.

 

Essa parceria, no entanto, começou bem antes das filmagens. Fiz pesquisa específica de vocabulário para as cenas de época. E trabalhei o texto com os atores, que muito me ajudaram na sintonia fina. Não só no vocabulário, mas também na forma de abordar temas e ambientes que não me são tão próximos.

 

 

Na equipe artística, o longa tem Jacob Solitrenick (Menina que Matou os Pais), na direção de fotografia; Ana Rita Bueno (O Pai de Rita), na direção de arte; e Anne Cerutti, no figurino. A montagem é assinada por Pedro Jorge (A navalha do avô).

 

Cordialmente Teus é um lançamento da Pandora Filmes.






 

Sinopse

Dez histórias ou uma só. Dez momentos na linha do tempo: 1972, 1999, 1550, 2083, 1891, 2012, 1618 - e uma mesma realidade: a violência dando a cara final às relações no Brasil. Uma revolta de escravizados numa fazenda de café, a tortura de um indígena, o sequestro de um embaixador, judeus se escondendo da Inquisição, uma torturada que revê seu torturador na plateia para a qual conta o crime cometido por ele, pai e filho conversando durante a Segunda Guerra, uma viúva que perdeu tudo na Encilhada e é forçada a se casar e perder a liberdade.

 


Ficha Técnica

Direção e roteiro: Aimar Labaki

Elenco: Liz Reis, Marcos Breda, Agnes Zuliani Thaia Perez, Mawusi Tulani, Miriam Mehler, Maurício Xavier, Marina Mathey, Clovys Torres, Natalia Molina, Eduardo Silva, Igor Kovalewski, Debora Duboc, Diego Avelino, Ana Negraes, Edgar Castro, Eduardo Parisi, Aury Porto, Mariana Dias,  Anderson Kari Baia, Taty Godoi, Daniel Breda, Luah Guimarães, Vinicius Albano.   

Produção: Liz Reis, Ricardo Aidar

Fotografia: Jacob Solitrenick, ABC

Montagem: Pedro Jorge

Direção de Arte: Ana Rita Bueno

Figurino: Anne Cerutti

País: Brasil

Distribuição: Pandora Filmes

 

 

Sobre Aimar Labaki

Dramaturgo, roteirista, diretor de teatro, tradutor e ensaista, é autor da telenovela Paixões Proibidas (RTP- Band, 2006) e de peças como A Vida em Vermelho - atualmente em excursão, com Letícia Sabatella. Dirigiu em teatro atores como Natália Thimberg, Dan Stulbach e Hugo Possolo. Cordialmente Teus é seu primeiro longa.

 

Sobre Liz Reis

Com pós-graduação em Artes Cênicas pela FPA e USP, Liz Reis poderá ser vistas nas telas em diversas produções no próximo semestre – tanto na frente como atrás das câmeras. Atualmente, trabalha na produção e direção da série ABRE A COXIA, para o Arte1, que contará com 8 episódios de cerca de 50 minutos cada.

Como produtora executiva, Liz produz ACESSO: SELEÇÃO BRASILEIRA DE VOLEI FEMININO, uma série documental que apresentará ao público, em cinco episódios, todos os bastidores, o dia a dia, a preparação, o nervosismo, o sentimento e a realidade fora de quadra das vitoriosas meninas do time nacional.

Como atriz, Liz será vista em breve em CORDIALMENTE TEUS, primeiro longa do dramaturgo e novelista Aimar Labaki, que, aqui assina o roteiro e direção. Liz é responsável pela produção, e também interpreta uma das personagens.

E ainda neste ano, devem ser produzidos e captados  Onde Estiver Estarei e Vai Corinthians, uma coprodução com Warner.

 

 

 

SOBRE A LEP FILMES: LUGAR DE ENCONTROS E PRODUÇÕES

 

LEP Filmes  é uma produtora fundada, por Liz Reis e sua Sócia Beatriz Reis, especializada na área cultural, ativa no mercado desde 2005 em espetáculos teatrais e desde 2010 iniciou a produção de projetos audiovisuais e seguem com ambas as atividades.

Nos teatros a diretora e produtora Liz Reis concebeu e realizou a produção de obras de autores renomados como Nelson Rodrigues, Friedrich Von Schiller, Arthur Schnitzler, entre outros.

Dentro do campo audiovisual, a LEP Filmes fez grandes parcerias produtoras renomadas, além de canais de televisão como ESPN, Rede Globo, Canal Brasil, Band e National Geographic. Em sua filmografia, a produtora tem obras, produção executiva e coproduções dos mais diversos temas: Onde a moeda Cai em Pé  SPFC, Amanhã Chegou, Santos de Todos os Gols, 100 anos de Seleção Brasileira, 4x Timão, Campeão do Século, Todas as manhãs do mundo, Viajantes radicais: pelos caminhos de Levis Straus , Águas do Brasil, 12 de Junho de 93 O dia da paixão palmeirense, Libertados, Meninos da Vila, Todas as Manhãs do Mundo, Preto no Branco e Meninas de Ouro.

Em 2019, a LEP Filmes lança em mais de 20 salas do Cinemark, em várias regiões do Brasil o documentário A História de um Sonho.

Para 2020, a produtora realizou a coprodução da sua primeira ficção: Cordialmente Teus, que será distribuído pela Pandora Filmes, projeto contemplado no FSA.

Em 2021, foi contemplado o Projeto Nômade no Edital Proac Expresso “Produção e Temporada de Espetáculo de Música com Apresentação Online.

Site:  https://www.lepfilmes.com.br/

 

 

Sobre a Canal Azul

Desde 1995 a Canal Azul se dedica a produções audiovisual. São mais de 100 obras, entre longas e séries realizados em parceria com os maiores grupos de comunicação do Brasil e do mundo, como: Disney, Turner, Arté, Discovery,Channel, Nat Geo, ZDF, Disney/Espn, Band, Globo, Globosat, Record, e TV Cultura, tendo obras veiculadas em mais de 130 países e em 35 línguas

 

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem O Apartamento, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: The Square  A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund e Parasita, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

 

 

 

Fonte:

Patrícia Rabello

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