quinta-feira, 17 de maio de 2018

COPRODUÇÃO BRASILEIRA ‘DIAMANTINO’ VENCE O GRANDE PRÊMIO DA SEMANA DA CRÍTICA DE CANNES

Filme é produzido pelo brasileiro Daniel van Hoogstraten, mesmo de “Fala Comigo”, e distribuído pela Vitrine Filmes


A coprodução brasileira, francesa e portuguesa “DIAMANTINO”, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, é a grande vencedora do Grande Prêmio da Semana da Crítica de Cannes. Rodado em Portugal, o longa trata de maneira bem-humorada assuntos da atualidade, como o culto à celebridade, o crescimento da extrema direita e a crise dos refugiados.


Com produção da Maria & Mayer, da Les Films du Belier e da brasileira Syndrome Films, de Daniel van Hoogstraten, e distribuição da Vitrine Filmes, o longa traz o jogador de futebol Diamantino (Carloto Cotta) no centro da história. Depois de ser responsabilizado por um dos maiores fracassos da história recente do futebol português, o jogador resolve deixar os campos. Em crise, ele decide fazer uma série de coisas em busca de um novo propósito na vida, entre elas, a adoção de um refugiado. Enquanto embarca nessa odisseia, as irmãs gêmeas do jogador tramam para continuarem lucrando às custas do seu talento nas quatro linhas.

- É inacreditável, emocionante! Estou extremamente feliz e honrado com o Grande Prêmio da Crítica de Cannes. O reconhecimento é a recompensa ao trabalho árduo, complexo, e à ousadia de um filme que derruba barreiras e paradigmas. O primeiro trabalho internacional da Syndrome não majoritariamente brasileiro, mas que conseguimos realizar com apoio da ANCINE e do FSA. Ao longo de seis anos, foram muitas idas e vindas, conversas, novas versões do roteiro, e a prova de que estamos no caminho certo não poderia ser merlhor - comemora o produtor Daniel van Hoogstraten.

Sinopse

Diamantino, o maior jogador de futebol do mundo, perde seu talento e encerra sua carreira em desgraça. Em busca de um novo propósito na vida, o ícone internacional embarca numa odisseia delirante, onde ele enfrenta o neofascismo, a crise dos refugiados, mutações genéticas, e a busca pela origem de seu gênio.

Ficha Técnica

direção: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt
produzido por: Daniel van Hoogstraten, Justin Taurand e Maria João Mayer
produtora: Maria & Mayer (Portugal) / Les Films du Belier (França)
coprodução: Syndrome Films (Brasil)
roteiro: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt
elenco: Carloto Cotta, Cleo Tavares, Anabela Moreira, Margarida Moreira, Joana Barrios, Maria Leite
direção de fotografia: Charles Ackley Anderson
direção de arte: Bruno Duarte e Cypress Cook
montagem: Raphaëlle Martin-Holger
edição de som: Daniel Turini e Fernando Henna
mixagem: Benjamin Viau
música original: Ulysse Klotz & Adriana Holtz

SOBRE A SYNDROME FILMS

A Syndrome Films é uma produtora de conteúdo audiovisual, baseada no Rio de Janeiro, que desenvolve e produz projetos de alta qualidade artística, levando também em conta seu potencial comercial. Além de Diamantino, outras obras produzidas pela Syndrome e seus sócios estão o curta Tá, de Felipe Sholl (2007), ganhador do Teddy Award no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2008, o documentário longa-metragem Rainhas, de Fernanda Tornaghi e Ricardo Bruno (2009), vencedor do grande prêmio do Festival Brasileiro de Nova Iorque 2010, o curta Gisela, de Felipe Sholl (2011), o longa-metragem Fala Comigo, de Felipe Sholl (2016), que estreou no Festival do Rio 2016, recebendo os prêmios de melhor atriz e melhor filme, e coproduziu os longas-metragens Pendular (2017), de Julia Murat, coprodução Argentino-Franco-Brasileira, que recebeu o prêmio FIPRECI na sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2017.

SOBRE A VITRINE FILMES

Em sete anos, a Vitrine Filme distribuiu mais de 100 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que alcançou mais de 200 mil espectadores; “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, considerado pelo New York Times um dos melhores filmes de 2012; o Americano “Frances Ha”, indicado ao Globo de Ouro em 2014; “Califórnia”, filme de estreia de Marina Person, selecionado para o Festival de Tribeca; “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, diretora do premiado “Que Horas Ela Volta?”; “Aquarius”, segundo longa de Kleber Mendonça Filho, que competiu no Festival de Cannes e levou 360 mil espectadores aos cinemas brasileiros; e o documentário “Cinema Novo”, que ganhou o prêmio “Olho de Ouro” também no festival de Cannes. Em 2017, a distribuidora lançou “O Filme da Minha Vida”, terceiro filme como diretor de Selton Mello e que já levou mais de 250 mil pessoas aos cinemas.

Fonte: Sinny Assessoria e Comunicação

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