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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Documentários sobre as participações brasileiras em Olimpíadas estão na programação da TV BRASIL desta semana


Neste sábado (30), às 15h, o documentário "O Brasil na Terra do Misha", dirigido por Silvio Tendler, recorda os Jogos de Moscou em 1980. Às 22h30, vai ao ar "Os dias com ele", cinebiografia do filósofo, dramaturgo e professor Carlos Henrique Escobar. Já à meia-noite, o longa da Nicarágua "Miskitu" mostra os desafios de um povo indígena da América Central. À 3h30, vai ao ar o documentário de Thereza Jessouroun "Quando a casa é a rua".

Neste domingo (31), às 16h30, o canal apresenta a comédia "Jeca e seu filho preto", com Amácio Mazzaropi. Mais tarde, à meia-noite, o destaque é o longa iraniano "A Maçã" dirigido pela cineasta Samira Makhmalbaf, filha do diretorMohsen Makhmalbaf. Às 2h30 da madrugada para segunda (1), vai ao ar o drama nacional "A Guerra dos Pelados", do cineasta Sylvio Back que conta com Jofre Soares e Stênio Garcia no elenco.

Nesta quarta (3), às 22h, a emissora exibe o filme "Uma Longa Viagem", dirigido por Lúcia Murat e protagonizado por Caio Blat.

Já na quinta (4), às 19h, em clima de Jogos Olímpicos, a TV Brasil estreia o documentário "México 1986 - A última Olimpíada Livre", do cineasta Ugo Giorgetti. O longa recorda a importância da primeira edição dos Jogos na América Latina.

Na sexta (5), no mesmo horário, às 19h, estreia "Mulheres Olímpicas", obra de Laís Bodanzky  que traça um paralelo sobre a participação feminina na sociedade e no esporte. A produção recorda atletas do Brasil que fizeram história nos Jogos.

No próximo sábado (6), o documentário "Um Homem que Voa" apresenta a trajetória de Nelson Prudêncio. Dirigido por Adirley Queirós e Maurilio Martins, o filme mostra que o atleta se tornou um dos protagonistas da épica final do salto triplo nas Olimpíadas de 1968. Mais tarde, às 23h, a emissora exibe o premiado drama "A Festa da Menina Morta", longa com Dira Paes que marca primeira direção de Matheus Nachtergaele. Em seguida, à 1h00, vai ao ar o filme panamenho "Herói Transparente".

Por fim, no próximo domingo (7), às 16h30, a comédia nacional "Meu Japão Brasileiro" traz o hilário artista Amácio Mazzaropi. À meia-noite, a atração é o sensível e poético drama "O Silêncio", dirigido pelo iraniano Mohsen Makhmalbaf, reconhecido com a Medalha de Ouro do Senado Italiano no Festival de Veneza. Para encerrar, às 2h30, entra em cartaz o documentário brasileiro "As Asas Invisíveis do Padre Renzo".

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Filmes da TV Brasil 30 julho a 07 de agosto de 2016

Sábado, 30 de julho

O Brasil na Terra do Misha
15h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Silvio Tendler.

O documentário “O Brasil na Terra do Misha” traz um momento olímpico marcante: os Jogos de Moscou em 1980. A competição é lembrada pelas lágrimas de Misha, mascote da competição, que chorou no encerramento da festa. No âmbito esportivo, a Olimpíada foi de grande relevância para diversos esportes nacionais.

Além da lágrima de Misha, a edição soviética ficou marcada pelo maior boicote da história – 70 países não participaram da competição. O que ocorreu naquela Olimpíada foi um episódio-chave para a compreensão das transformações que se seguiram no mundo e na reafirmação dos ideais olímpicos como uma das possibilidades de congraçamento entre os povos.

Para produzir o filme, o diretor Silvio Tendler ouviu dezenas de atletas que estiveram lá, como o quarteto da natação, os dois velejadores que ganharam o ouro, o cestinha Oscar Schmidt, e atletas do volei como Bernardinho, Renan e Montanaro. Também conversou com gente de vários esportes e jornalistas que cobriram o evento.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00



Sábado, 30 de julho

Os dias com ele
22h30, na TV Brasil

Ano: 2013. Gênero: documentário. Direção: Maria Clara Escobar.

O documentário apresenta a trajetória de uma jovem cineasta que mergulha no passado quase desconhecido de seu pai, o filósofo, dramaturgo e professor Carlos Henrique Escobar. A produção apresenta as descobertas e as frustrações ao acessar a memória de um homem e de uma parte da história – a ditadura militar – que são raramente expostos.

Intelectual brasileiro, preso e torturado durante a ditadura, Carlos Henrique Escobar não aborda esses temas desde aquele tempo. A filha, Maria Clara Escobar, parte em busca de sua identidade.

A cinebiografia "Os dias com ele" conquistou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Tiradentes. A produção ainda recebeu Menção Honrosa no Festival de Cinema de Havana e na Quinta Semana dos Realizadores. O longa também teve Menção Especial no Festival de Cinema de Murcia (Espanha).

Reprise. 107 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 22h30



Sábado, 30 de julho (madrugada de sábado para domingo)

Miskitu
00h00, na TV Brasil

Título original: Miskitu. País de origem: Nicarágua. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Rebeca Arcia.

O documentário apresenta a cultura e a migração do povo miskito. A produção acompanha três personagens através dos quais é possível compreender a trajetória de uma população tradicional que luta por conservar sua identidade, mesmo estando fora de sua comunidade natal.

O longa conta a história de três indígenas miskitos que migram para Manágua, a capital da Nicarágua. Um jovem universitário, um reverendo e uma mulher promotora da leitura introduzem o telespectador nas tradições e no contexto do povo miskitu.

Os miskitos são o maior povo originário da Nicarágua que sobreviveu à colonização espanhola e inglesa. Atualmente, estimam-se que mais de 120 mil miskitos vivam somente no território nicaraguense, sendo que, destes, mais de seis mil emigraram a Manágua.

O filme tem como cenários o litoral caribenho da Nicarágua onde habita o povo e Manágua, a capital do país, cidade a que muitos emigram em busca de melhores oportunidades, mostrando esse contraponto entre o Pacífico e o Caribe, tanto em paisagens, cultura e arquitetura.

A língua miskita é o elemento cultural que mais identifica os miskitos e, por isso, a diretora Rebeca Arcia rodou as histórias em língua miskita, a fim de “contribuir para mantê-la viva e que se escute este idioma na América Latina através deste documentário”, sendo palavras da cineasta. “Miskitu” é o longa de estreia da jovem Rebeca Arcia.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00


Sábado, 30 de julho (madrugada de sábado para domingo)

Quando a casa é a rua
03h30, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário, drama. Direção: Thereza Jessouroun.

O que leva crianças e jovens a viver nas ruas? O que faz com que deixem as ruas? O documentário de Thereza Jessouroun procura responder essas perguntas com depoimentos e imagens cotidianas de jovens que cresceram nas ruas da Cidade do México e do Rio de Janeiro.

Reprise. 35 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 03h30



Domingo, 31 de julho

Jeca e seu filho preto
16h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção.

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, falou às multidões sobre assuntos importantes como o preconceito racial. Neste filme, o saudoso humorista interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro.

O fato nunca pareceu lhe atormentar, mas incomoda os outros quando seu filho se enamora de uma moça branca filha de um rico fazendeiro.

Reprise. 104 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 16h30




Domingo, 31 de julho (madrugada de domingo para segunda-feira)

A Maçã
00h00, na TV Brasil

Título original: Sib. País de origem: Irã. Ano: 1998. Gênero: drama. Direção: Samira Makhmalbaf, com Massoumeh Naderi, Zahra Naderi, Ghorban Ali Naderi.

No sul de Teerã, muitas famílias se reuniram para denunciar ao Serviço Social os vizinhos que não deixam suas crianças saírem de casa. Uma assistente social é escalada para as investigações e descobre que duas gêmeas de 11 anos vivem trancadas em uma residência desde que nasceram. O pai argumenta que suas filhas são como flores e que não devem ser tocadas pelo sol ou logo irão desaparecer.

O isolamento atrasou o desenvolvimento das meninas que ficaram socialmente retardadas, com a idade mental de uma criança de apenas dois anos. Através do exemplo das irmãs, o drama “A Maçã” faz uma metáfora da condição feminina no Irã.

Baseado em uma história real, o filme foi a estreia na direção da cineasta Samira Makhmalbaf, filha do aclamado iraniano Mohsen Makhmalbaf que a ajudou no roteiro. Com apenas 17 anos, Samira foi a mais jovem cineasta a concorrer no Festival de Cannes. A diretora registrou o processo de libertação e adaptação das gêmeas à vida social. Elas enfrentaram vários desafios e descobertas no seu novo mundo como andar nas ruas, ir à feira e conviver com outras crianças.

O longa foi premiado no Festival de Cinema Independente de Buenos Aires em que conquistou o Prêmio do Público e o Prêmio OCIC. Samira recebeu Menção Especial no Festival de Locarno (Suiça) e no Festival de Tessalônica (Grécia). Já no Festival de Munique (Alemanha), a diretora ganhou a Menção Honrosa “Um Prêmio do Futuro”.

Reprise. 85 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00




Domingo, 31 de julho (madrugada de domingo para segunda-feira)

A Guerra dos Pelados
02h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 1971. Gênero: drama. Direção: Sylvio Back, com Jofre Soares, Stênio Garcia, Átila Iório, Dorothée-Marie Bouvier, Emanuel Cavalcanti, Maurício Távora, Otávio Augusto, Zózimo Bulbul, Lala Schneider, Jorge Karam, Edson D’Ávila, Sale Wolokita, Walter Cunha, Jairo Ferreira.

O filme lembra o episódio histórico da Guerra do Contestado (1912-1916) no outono de 1913, no interior de Santa Catarina. O conflito envolvia a concessão de terras a uma companhia da estrada de ferro estrangeira para explorar as riquezas naturais através de uma serraria subsidiária e a ameaça de redutos messiânicos de posseiros expropriados.

Por exigência dos “coronéis”, forças militares regionais e o Exército nacional intervêm. Chamados de “pelados” por rasparem a cabeça, os expropriados se revoltam e protagonizam uma resistência à semelhança de Canudos.

Baseado no romance “Geração do Deserto”, de Guido Wilmar Sassi, o filme dirigido por Sylvio Back foi elogiado pela crítica e premiado em diversos festivais nacionais e internacionais.

Reprise. 98 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 02h30


Quarta-feira, 3 de agosto

Uma longa viagem
22h00, na TV Brasil

Ano: 2011. Gênero: documentário. Direção: Lucia Murat, com Caio Blat.

O documentário “Uma Longa Viagem” conta a história de três irmãos durante a ditadura no Brasil. Em 1969, a família envia o menino mais novo para fora do Brasil a fim de evitar seu engajamento na luta armada, como fez a irmã, Lucia. Heitor viaja pelo mundo ao longo de nove anos e, durante esse tempo, envia cartas à família.

Lucia, presa política que virou cineasta, também viaja pelo mundo, mas de modo diferente do irmão, que passou por uma série de dificuldades ao longo dos anos..

Miguel, o terceiro irmão, morreu, e a única coisa que eles conseguem fazer diante da perda é resgatar a memória da época em que os três viveram juntos.

Usando-se de entrevistas, cartas e comentários da irmã (em off), o documentário trata de memória. Não só pela forma como é feita a investigação, mas pelas razões que motivaram Heitor a dar as entrevistas e Lucia a reunir as cartas que a mãe tinha juntado durante a vida.

O filme levou o prêmio de Melhor Documentário (Prêmio do Público) no Festival de Málaga; Prêmio da Crítica de Melhor Documentário, no Festival de Paulinia; além de ser eleito como melhor filme e ganhar como melhor direção de arte, melhor ator e levar o Prêmio do Juri Popular, no Festival de Gramado.

Reprise. 95 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 22h00


Quinta-feira, 4 de agosto

México 1968 – A última Olimpíada Livre
19h00, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Ugo Giorgetti.

O longa dirigido por Ugo Giorgetti conta a his­tória da primeira edição das Olimpíadas realizada na América Latina, em 1986, no México. Esses Jogos foram fascinantes e também constituíram um evento di­visor de águas.

Primeiro, por ocorrer em um contexto político mundial definidor – era a épo­ca da Guerra do Vietnã, da ditadura militar no Brasil, de maio de 1968, em Paris, da invasão da Tchecoslováquia pela União Soviética e, cla­ro, foi a última Olimpíada antes do sequestro da delegação israelense, ocorrida nos Jogos seguintes, em Munique, no ano de 1972.

Além desse aspecto político, que passaria a dominar muito mais fortemente a realização dos Jogos nas edições subsequentes, também foi a última Olimpíada amadora, já que o aprimoramento e o desen­volvimento técnico, até por conta da politização do evento, avançaram sobremaneira.

Para contar a história dessa competição marcante, o diretor Ugo Giorgetti entrevistou vários atletas brasileiros que participam dos Jogos no México.

Inédito52 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h00


Sexta-feira, 5 de agosto

Mulheres Olímpicas
19h00, na TV Brasil

Ano: 2013. Gênero: documentário. Direção: Laís Bodanzky.

O documentário “Mulheres Olímpicas” tem a intenção de traçar um paralelo sobre a participação feminina na sociedade e no esporte olímpico. A produção dirigida por Laís Bodanzky destaca que a história das esportistas brasileiras nas Olimpíadas é relativamente recente.

A primeira mulher brasileira participou de uma Olimpíada em 1932, nos Jogos de Los Angeles, mas a primeira medalha brasileira só chegou em 1996 em Atlanta, 64 anos depois.

Apenas em 2012, em Londres, todos os países participantes tiveram representantes mulheres e pela primeira vez foi incluído o boxe feminino, fazendo com que pela primeira vez na história as mulheres participem de todos os esportes olímpicos.

Mulheres Olímpicas” resgata o legado de conquistas e façanhas que várias atletas brasileiras deixaram em sua trajetória esportiva nos Jogos Olímpicos como Maurren Maggi no atletismo, Ketleyn Quadros no judô, as jogadoras de basquete da geração de Paula e Hortência além das craques do vôlei de praia e as meninas da quadra que fizeram história representando o país.

Inédito52 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h00



Sábado, 6 de agosto

Um Homem que Voa
15h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Silvio Tendler.

O documentário revela a trajetória do atleta Nelson Prudêncio. Nascido no Lins (SP), o garoto negro virou profissional somente aos 20 anos e se tornou um dos protagonistas da épica final do salto triplo nas Olimpíadas da Cidade do México, em 1968, a maior que a modalidade já viu.

Nelson protagonizou a mais contundente e fantástica disputa olímpica pela medalha de Ouro em competições olímpicas, no salto triplo, junto com o soviético Viktor Saneyev e o italiano Giuseppe Gentile. Eles quebraram o recorde mundial e olímpico por nove vezes consecutivas no mesmo dia. Os saltos de Nelson o levaram à medalha de prata e à posse do recorde mundial por alguns inesquecíveis e fantásticos minutos. O ouro ficou com o soviético e o bronze com o italiano.

Depois do saltos na vida, o garoto voou. Tornou-se Doutor e professor da Universidade Federal de São Carlos, um feito raro entre os ex-atletas.

O filme sobre Nelson Prudêncio, que foi concebido para concorrer ao edital do Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, infelizmente precisou de adaptado com a morte de seu protagonista, em novembro de 2012. A história, porém, não deixou de ser contada. O documentário “Um homem que voa: Nelson Prudêncio”, que seria narrado pelo próprio Nelson, teve que ser reescrito após o falecimento do ex-atleta pelos diretores Adirley Queirós e Maurílio Martins.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00



Sábado, 6 de agosto

A Festa da Menina Morta
23h00, na TV Brasil

Ano: 2009. Gênero: drama. Direção: Matheus Nachtergaele, com Dira Paes, Daniel de Oliveira, Cassia Kis Magro, Juliano Cazarré, Jackson Antunes, Paulo José.

Todos os anos, há duas décadas, uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho (Daniel de Oliveira) que, após o suicídio da mãe (Cassia Kis Magro), recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida.

A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor de Tadeu (Juliano Cazarré), irmão da menina morta. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.

O pai do venerado órfão (Jackson Antunes) aguarda os lucros prometidos pelo sucesso do evento, mas a ambígua relação que mantém com seu filho milagroso preocupa os mais próximos, principalmente a beata Tia.

Mãe postiça de Santinho, ela é a grande detentora das tradições do culto. Junto com a alcoviteira e sensual Das Graças, esmera-se por manter a ordem e a decência no local.

A jovem e apaixonada Lúcia prepara-se para ser uma das mais fiéis participantes do ritual, mas enfrenta dificuldades no ambiente sagrado e viciado da casa. A bela Diana (Dira Paes), exausta do amor e da vida, virá confortá-la.

Primeiro filme dirigido pelo ator Matheus Nachtergaele, o drama “A Festa da Menina Morta (2009) tem grande elenco formado por Dira Paes, Daniel de Oliveira, Cassia Kis Magro, Juliano Cazarré, Jackson Antunes, Paulo José.

Em 2008, o longa foi lançado no Festival de Cannes, dentro da mostra Un Certain Regard. A partir daí, o filme seguiu uma trajetória premiada em eventos nacionais e internacionais.

No Festival de Gramado, “A Festa da Menina Morta” venceu nas categorias Melhor Filme, Júri Popular, Prêmio Especial do Júri, Melhor Ator (Daniel de Oliveira), Melhor Fotografia, Melhor Música e Prêmio da Crítica. Já no Festival do Rio, o drama levou os troféus de Melhor Filme e Melhor Ator (Daniel de Oliveira). A Associação Paulista de Críticos de Arte concedeu os prêmios de Melhor Filme e Melhor Fotografia.

A produção também foi reconhecida internacionalmente. No Festival de Chicago, o título nacional ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Novos Diretores. Já no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, o drama venceu nas categorias Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Por fim, Daniel de Oliveira foi considerado o Melhor Ator no Festival de Cinema Luso-Brasileiro.

Reprise. 110 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 23h00



Sábado, 6 de agosto (madrugada de sábado para domingo)

Herói Transparente
01h00, na TV Brasil

Título original: Héroe transparente. País de origem: Panamá. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Orgun Wagua.

O documentário traça um perfil do General Victoriano Lorenzo. Ele tinha descendência indígena, foi guerrilheiro da Guerra dos Mil Dias e morreu fuzilado pela oligarquia antes do nascimento do Panamá como República.

O filme reconstrói a trajetória do herói e a obra de deu origem ao Canal do Panamá feita pelos norte-americanos em 1903 através de vários personagens que conheceram a história de Victoriano Lorenzo, um mito para o povo daquele país.

Um pintor indígena, um cacique indígena, um camponês, um violinista, um cantor de décimas e um ex-guerrilheiro contam passagens da vida do Herói Transparente. O documentário ainda investiga a realidade de luta diária do país que se orgulha de seu crescimento econômico e, paulatinamente, tenta eliminar a memória de seu povo.

Dirigido por Orgun Wagua, o longa apresenta histórias que se tecem para ressaltar a figura de Victoriano Lorenzo por meio da imaginação que cria o tempo na consciência dos panamenhos entre lembranças, versões e contradições.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 01h00



Domingo, 7 de agosto

Meu Japão Brasileiro
16h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 1965. Gênero: comédia. Direção: Glauko Mirko Laurelli, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Célia Watanabe, Zilda Cardoso, Carlos Garcia, Reynaldo Martini, Adriano Stuart Elk Alves, Francisco Gomes, Judith Barbosa, Bob Junior, Ivone Hirata, Luiz Tokio, Luzia Yoshigumi.

Em uma comunidade rural nipo-brasileira, Mazzaropi é um agricultor chamado Fofuca que enfrenta a exploração descarada do “seu” Leão, responsável por intermediar os negócios entre os produtores e o comércio na cidade.

Após muito penar em suas mãos, Fofuca articula com os camponeses a formação de uma cooperativa agrícola. Mas seu Leão e seus filhos não vêem com bons olhos esta iniciativa e vão fazer de tudo para impedir Fofuca e seus amigos de conseguir se dar bem neste Japão brasileiro.

Reprise. 102 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 16h30







Domingo, 7 de agosto (madrugada de domingo para segunda-feira)

O Silêncio
00h00, na TV Brasil

Título original: Sokout. País de origem: Irã. Ano: 1998. Gênero: drama. Direção: Mohsen Makhmalbaf, com Golbibi Ziadolahyeva, Nadereh Abdelahyeva, Tahmineh Normatova.

Khorshild, um garoto cego de 10 anos, mora sozinho com a mãe em uma pequena aldeia na fronteira entre o Irã e o Tajiquistão. Graças a sua aguçada audição, ele trabalha como afinador de tradicionais instrumentos de música.

O pai do menino foi para Rússia e sua mãe vive da pesca. Khorshild pega o ônibus todos os dias para ir para o trabalho, mas algumas vezes, no caminho, conversas e melodias chamam sua atenção e ele se perde procurando pelos sons. Enquanto isso, seu chefe e seu jovem colega de trabalho ficam impacientes. Apesar das advertências, Khorshild continua ouvindo os sons da cidade.

Dirigido pelo aclamado cineasta iraniano Mohsen Makhmalbaf, o sensível e poético drama “O Silêncio” foi reconhecido com a Medalha de Ouro do Senado Italiano no Festival de Veneza.

Reprise. 77 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 00h00




Domingo, 7 de agosto (madrugada de domingo para segunda-feira)

As asas invisíveis do Padre Renzo
02h30, na TV Brasil

Ano: 2013. Gênero: documentário. Direção: Jorge Alexandre Felipe Neto.



O documentário retrata a conturbada vida de um missionário italiano, o Padre Renzo Rossi, incansável defensor da liberdade e dos direitos humanos. Ele protagonizou um importante papel social ao abraçar a árdua e obstinada tarefa de ajudar presos políticos durante a ditadura militar.

Homem dedicado a amparar os encarcerados e seus familiares, Padre Renzo teve a nobre missão de mitigar um pouco da dor e do sofrimento daqueles que experimentaram o drama da tortura e, mais ainda, da separação daqueles a quem amavam.

A solidariedade do missionário italiano foi muito além. Padre Renzo internacionalizou a luta pela anistia, procurou por exilados políticos e dirigentes de partidos; movimentou a opinião pública da Europa e percorreu 22 cidades do velho continente, incentivando o fim da ditadura no Brasil, em favor de uma anistia ampla, geral e irrestrita.

Dirigido Jorge Filipe, o documentário “As asas invisíveis do Padre Renzo” é inspirado no livro homônimo de Emiliano José.

Reprise. 78 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 02h30

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Fonte: Fernando Chaves
Coordenador de Comunicação

Gerência de Comunicação

Empresa Brasil de Comunicação | TV Brasil | Rádios Nacional e MEC

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