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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Canal Brasil | Programação de Filmes de 13 a 19 de novembro


Canal Brasil
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Sinopse:  O Brasil é um dos líderes mundiais no número de ocorrências dos chamados crimes de ódio, delitos cometidos por preconceitos de raça, religião, etnia, nacionalidade e orientação sexual. O estado de São Paulo é o local que registra a maior quantidade de ocorrências, assinalando a triste estatística de uma infração por hora. A diretora Susanna Lira foi às ruas da maior e mais violenta cidade do país para recuperar a memória de três casos que chocaram a nação, mostrando a barbárie promovida por torcidas organizadas de times de futebol, gangues de skinheads em confrontos contra grupos antifascistas e a intolerância à diversidade sexual contra LGBTs neste documentário exibido como parte da programação do Festival do Rio em 2016.
O primeiro ato do roteiro – também de autoria da cineasta – aborda um problema centenário e sistêmico de uma prática bárbara ligada a maior paixão do esporte nacional: as brigas entre torcidas de times rivais. A direção escolhe a tradicional rusga entre a Mancha Alviverde e Gaviões da Fiel, organizadas de Palmeiras e Corinthians, respectivamente, para mostrar como a raiva entre as agremiações é levada às últimas consequências pelos fãs. Os relatos em tom de perfeita naturalidade demonstram como a animosidade entre os clubes escala rapidamente a emboscadas, socos e pontapés, resultando, diversas vezes, em mortes para membros de ambos os lados. Apesar da quantidade de óbitos e feridos, nenhum dos entrevistados manifesta remorso ou vontade de colocar um ponto final a esses trágicos relatos.
Casos de ódio contra LGBTs também ganham destaque na narrativa do documentário, mostrando como homossexuais são agredidos de diversas formas, desde ataques de intolerância verbal, passando pela dificuldade de inserção no mercado de trabalho por preconceitos e culminando nas frequentes ofensivas à integridade física. Ao adentrar a cena punk underground da capital paulista, o filme mostra como a música, que poderia unir, é utilizada como pano de fundo para confrontos entre gangues de skinheads, grupos que flertam com a filosofia nazista de supremacia branca e de orientação política conservadora, e bandos antifascistas, radicalmente opostos a estes ideais. Concedendo voz a todos, o documentário mostra como o país regride a passos largos quando faz do conflito um substituto frequente para o diálogo.
Horário: Segunda, às 22h



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Sinopse: O capão redondo é o cenário e a interseção da trajetória de três jovens com caminhos muitos distintos na vida. Jaiminho (Jonathan Haagensen) sempre demonstrou talento com a bola nos pés e conquistou seu espaço nos gramados, aptidão que lhe rendeu um lucrativo contrato com um time espanhol e uma convocação para a seleção brasileira de futebol. Pibe (Sílvio Guindane) saiu da comunidade depois de muito trabalho para sustentar a esposa e um filho recém-nascido. Macu (Caio Blat), no entanto, seguiu pela estrada do crime e começou a traficar drogas para festas e, recentemente, a planejar o sequestro de um menino de família rica. Os amigos de infância se reúnem, depois de tanto tempo distante, no dia do aniversário de Macu para uma feijoada organizada por Dona Sonia (Cássia Kis Magro), sua mãe, e Seu Francisco (Ailton Graça), seu padrasto.
Pibe tenta reverter a infância dura com muito trabalho e pouco dinheiro. Agora rico, Jaiminho guarda os velhos costumes da periferia, apesar de não se enquadrar mais naquele contexto social. O mundo do crime cobra um preço alto de Macu e o rapaz não demonstra a noção da gravidade ou a maldade esperada de um traficante e sequestrador. Todos esses dilemas são unidos a questões ainda mais rotineiras, como o alcoolismo de Seu Francisco, a religiosidade de Dona Sonia e a gravidez indesejada de Elaine (Cintia Rosa), trazendo para as telas uma história tão comum ao costume do bairro.
O filme conquistou os Kikitos de melhor filme, diretor, ator (Caio Blat), montagem e trilha musical no Festival de Gramado e os troféus Menina de Ouro de melhor som, diretor de arte e fotografia no Festival de Paulínia.
Horário: Terça, às 22h



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Sinopse: Lúcia (Andréa Beltrão) sonha em tirar o filho Rafael (Lee Taylor), de 18 anos, da prisão. A viúva da classe média paulistana faz visitas recorrentes a carceragem onde o jovem está preso por se envolver em um incidente resultante em um assassinato. Nas frequentes idas à penitenciária, ela conhece Ruiva (Denise Weinberg), advogada de defesa de Professor (Bruno Perillo), líder do PCC. A identificação entre elas é imediata, e logo a jurista começa a encomendar missões ligadas à facção para a nova amiga realizar em liberdade pelas ruas da capital. No limiar entre a legalidade e o crime, a mulher aceita os desafios e começa a atuar em nome dos criminosos. Simultaneamente, o PPC passa por uma sangrenta luta interna de poder, amplificada pelos constantes confrontos entre os internos do sistema prisional de São Paulo
Horário: Quarta, às 22h



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Sinopse: Após a morte de sua mulher, Ana (Michelle Pucci), Fernando (Fernando Alves Pinto) se torna um homem calado e introspectivo, que cuida sozinho do filho Daniel (Vinicius Sabbag). Todas as noites, enquanto o menino dorme, ele recorda o seu amor arrumando as coisas de Ana. Um dia, encontra uma fita VHS e, ao assisti-la, descobre que a esposa foi infiel. Fernando, então, decide ir à procura do homem que arruinou a imagem que ele tinha de sua amada morta.
Horário:  Quinta, às 22h


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Sinopse:João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e frequentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então passou a frenquentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.
Horário: Sexta, às 22h


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Sinopse: O filme é baseado no acidente acontecido em 2000, quando Sandro do Nascimento, sobrevivente da chacina da Candelária, sequestra um ônibus no Rio de Janeiro, mantendo uma mulher sob a mira do seu revólver.
Horário: Sábado, às 22h



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Sinopse: Alfonso (Jaime McManus) é um roteirista de televisão alheio ao cotidiano de sua família. Sua relação com o filho é distante e resumida a alguns breves telefonemas sem qualquer aproximação afetiva. O vínculo com o pai, Jesus (Tomás Vidiella), segue o mesmo padrão, principalmente após a morte da mãe, Ester (María Izquierdo). A distância entre os entes parece não lhe incomodar. Sua rotina sofre um baque após a decisão da irmã, Claudia (Tamara Tello), até então cuidadora do patriarca às noites – uma enfermeira o acompanha durante os dias –, de viajar à Europa por um mês a trabalho. Mesmo relutante, ele não encontra outra opção e se vê obrigado a assumir o papel de zelar pelo idoso. O convívio ao seu lado – e principalmente com a doença – lhe tira o sono e ele tem dificuldade em entender os efeitos da patologia.
O Alzheimer faz com que Jesus não entenda a morte de Ester e acredite que a mulher está em um hospital esperando por ele sem um tostão no bolso. O idoso recusa-se a tomar os comprimidos prescritos pelos médicos e acorda no meio da noite assustado, faz ligações para a polícia pedindo o resgate da esposa morta e tenta fugir embarcando em um ônibus inexistente. O comportamento do pai irrita Alfonso de início, mas ele vai adquirindo gradualmente uma sensibilidade para compreender a situação e buscar mais qualidade de vida para o velho e desesperado homem. Partindo de um contexto triste, o protagonista percebe como a doença serviu como cura para reatar um relacionamento perdido, tanto para permitir um final de vida feliz ao pai como para evitar que a história se repita com o próprio filho.
Horário: Domingo, às 22h



Fonte: Natalia Castro - Palavra Assessoria em Comunicação

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